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Loading... Paulapor Isabel Allende
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adorará Adira ao LibraryThing para descobrir se gostará deste livro. Isabel Allende vertelt haar levensverhaal voor haar dochter die in coma ligt. Mooi geschreven en ontroerend. (LHM) Meeslepende, hartverscheurende roman, memoires van Isabel Allende. L'amore di una madre per la figlia morente raccontato con estrema dignità lucidità ontroerend mooi boek sem resenhas | adicionar uma resenha
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| Descrição do livro |
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(retirado da Amazon Fri, 24 Apr 2009 07:57:52 -0400)
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Ligações Rápidas |
O livro é um relato comovente, pessoal e íntimo. Foi escrito quando estava em Madri (Espanha) para o lançamento de Plano Infinito e sua filha, Paula, entrou em coma. Junto ao leito da filha ela começou a escrever em seu caderno de recordações suas angustias enquanto lembrava de outros momentos vividos em família.
“Escuta, Paula, vou lhe contar uma história para que quando acorde não esteja tão perdida”.
Mas o que poderia ser um mero relato num caderno, com o passar dos meses, foi se convertendo num livro revelador.
“- Porque chora? – me perguntou com uma voz desconhecida.
- Porque tenho medo. Te amo, Paula.
- Eu também te amo, mamãe...
Isso foi o último que me disse, filha. Instantes depois você delirava recitando números, os olhos fixos no teto. Ernesto e eu ficamos ao seu lado durante toda à noite, consternados, revezando a única cadeira disponível, enquanto em outras camas da enfermaria agonizavam uma anciã, gritava uma mulher demente e tentava dormir uma cigana desnutrida e marcada por golpes”.
Acompanhamos essa experiência, que a própria Isabel define como de “imobilidade”.
“Passei quarenta e nove anos perseguindo metas que não me lembro, em nome de algo que sempre estava mais adiante. Agora estou obrigada a permanecer quieta e calada, por muito que corra não chego a nenhum lugar, se grito ninguém me escuta. Você tem me dado silencio para examinar minha trajetória nesse mundo, Paula, para retornar ao passado verdadeiro e ao passado fantástico, recuperar as memórias que outros esqueceram, lembrar o que nunca aconteceu e que talvez nunca acontecerá”. (