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Amazon.com Product Description (ISBN 0441328091, Paperback)From childhood, Aerin had been haunted by the story of her mother-a "witchwoman" who enspelled the king and then died in childbirth, leaving behind a newborn daughter and an heirless land. Left to her own devices, Aerin grew up wild, doing her best to live up to her reputation as the disappointment of the realm. But little did the young princess know the long-dormant powers of her mother would wield their own destiny, and leave Aerin with a duty to her scornful homeland that she couldn't refuse.(retirado da Amazon Fri, 24 Apr 2009 07:58:15 -0400) A primeira ronda de testes foi já encerrada. Visite o grupo Open Shelves Classification para mais informação. |
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Ora então, vamos ao que interessa. O tópico predominante deste livro, dragões, (quando não se trata do FCP) não são o meu tema preferido em todo o mundo, mas eu já sabia que iam entrar os míticos bichos na coisa, ou não fosse a capa tão ilustrativa, e atirei-me à leitura com grande entusiasmo, com a sombra gigantesca de Deerskin a pairar-me sobre a cabeça, tronco e membros. Também havia um dragão lá, uma vil e idiota criatura que tentou assar a Lissar e a Ash, sem sucesso. Em The Hero and The Crown, temos vários dragões, também eles vis e idiotas, que tentam fazer o mesmo com a Aerin e o Talat; e se Lissar não tinha mais nada a fazer do que fugir, Aerin têm a obrigação de fazer exactamente o contrário, pois ela não é só uma princesa estranha e desajeitada, de cabelo cor de laranja, filha de uma feiticeira, mal-vista e mal-amada pelos seus súbditos, ela é uma Dragon-Killer.
O ponto-forte. Mais uma vez, a relação humano-animal. Encanta-me sempre essa ligação em que o animal é mais do que o fiel sidekick, mas também a luz ao fundo do túnel quando parece que o mundo das protagonistas se encheu de uma escuridão densa e imperturbável. A ternura e o diálogo cómico destas partes abrem sempre um sorriso na cara do leitor.
O ponto-fraco. Ora sai uma monumental torcidela de nariz ao duplo final amoroso de Aerin. Eu sou uma romântica incurável, e como tal, acredito no GRANDE amor. NO. Ou seja, UM. Ficou-me atravessado na garganta, não o caso de aparecerem à Aerin dois pretendentes, aliás, isso é sempre divertido, porque posso odiar um, na desculpa de preferir o outro, mas sim o pequeno pormenor de, se calhar, ela ficar com os dois (um de cada vez, não quero assustar ninguém).
Como todas as obras da autora que li até hoje, esta é uma história de soberba coragem e determinação; é a fantasia misturada com o alcance da maturidade, da afirmação, da descoberta do nosso propósito de vida, do brilhante destino que se constrói mesmo não nos apercebemos porque o caminho é terrivelmente sinuoso e cheio de obstáculos. 4 estrelas. (