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Judith Butler (1) (1956–)

Autor(a) de Gender Trouble: Feminism and the Subversion of Identity

Para outros autores com o nome Judith Butler, ver a página de desambiguação.

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About the Author

Judith Butler was born in 1956. She is nationally known for her writings on gender and sexuality. She argues that men and women are not dissimilar and that the notion they are is cultural not biological in books such as Bodies That Matter: On The Discursive Limits Of "Sex" (1993), Excitable Speech: mostrar mais Contemporary Scenes Of Politics (1996), and The Psychic Life Of Power: Theories In Subjection (1997). In Gender Trouble (1990), the title a play on John Waters' camp classic Female Trouble (1975), Butler claims that both gender and drag are a kind of imitation for which there is no original. A professor of philosophy at University of California at Berkeley, Butler attended Yale, receiving a B.A. in 1978 and a Ph.D. in philosophy in 1984. (Bowker Author Biography) mostrar menos

Séries

Obras por Judith Butler

Undoing Gender (2004) 690 exemplares
The Psychic Life of Power (1997) 394 exemplares
Giving an Account of Oneself (2003) 318 exemplares
Antigone's Claim (2000) 219 exemplares
Feminists Theorize the Political (1992) — Editor — 188 exemplares
Subjects of Desire (1987) 118 exemplares
Who's Afraid of Gender? (2024) 80 exemplares
Senses of the Subject (2014) 77 exemplares
Vulnerability in Resistance (2016) 31 exemplares
Könet brinner! : texter (2005) 17 exemplares
Qu'est qu'une vie bonne ? (2013) 8 exemplares
The Livable and the Unlivable (2023) 6 exemplares
Krieg und Affekt (2009) 4 exemplares
Due letture del giovane Marx (2021) 2 exemplares
Merely Cultural 1 exemplar

Associated Works

The Lesbian and Gay Studies Reader (1993) — Contribuidor — 408 exemplares
Feminism/Postmodernism (1989) — Contribuidor — 205 exemplares
Inside/Out: Lesbian Theories, Gay Theories (1946) — Contribuidor — 203 exemplares
The Gender/Sexuality Reader: Culture, History, Political Economy (1997) — Contribuidor — 115 exemplares
Examined Life: Excursions With Contemporary Thinkers (2009) — Contribuidor — 75 exemplares
Constructing Masculinity (1995) — Contribuidor — 75 exemplares
The Cambridge Companion to Merleau-Ponty (2004) — Contribuidor — 68 exemplares
A Field Guide to White Supremacy (2021) — Contribuidor — 49 exemplares
Performativity and Performance (Essays from the English Institute) (1995) — Contribuidor, algumas edições46 exemplares
Playing with Fire: Queer Politics, Queer Theories (1997) — Contribuidor — 27 exemplares
Anarchism & Sexuality: Ethics, Relationships and Power (2011) — Contribuidor — 23 exemplares
Entendre el món: amb onze pensadors contemporanis (2015) — Contribuidor — 20 exemplares
Continental Feminism Reader (2003) 18 exemplares
Re-Figuring Hayden White (Cultural Memory in the Present) (2009) — Contribuidor — 11 exemplares
The Social and Political Body (1996) — Contribuidor — 10 exemplares
What Is Gender Nihilism? A Reader — Contribuidor — 9 exemplares

Etiquetado

Conhecimento Comum

Membros

Críticas

I’ll need to read this again after becoming more familiar with many of the sources she interacts with. However a very interesting investigation into the manufacturing of gender and sexed selves through different philosophical lenses.
 
Assinalado
Aidan767 | 20 outras críticas | Feb 1, 2024 |
I wish Butler would have left Freud and Klein alone and stuck to her own actually compelling arguments in this one.
 
Assinalado
JBarringer | 3 outras críticas | Dec 15, 2023 |
O título original deste livro de Judith Butler – Frames of War: When is Life Grievable? – utiliza o termo “frames”, traduzido para o português como “molduras”. Assim como no cinema, na tela, no enquadramento que é dado a determinada cena, “as molduras pelas quais apreendemos [...] são em si mesmas operações de poder”. Seu objetivo, de acordo com Butler, é “delimitar a esfera de aparição enquanto tal. Por outro lado, o problema é ontológico, visto que a pergunta em questão é: O que é uma vida?”.
Uma vida específica só pode ser considerada lesada ou perdida se, primeiro, for considerada viva. “Se certas vidas não são qualificadas como vidas ou se, desde o começo, não são concebíveis como vidas de acordo com certos enquadramentos epistemológicos, então essas vidas nunca serão vividas nem perdidas no sentido pleno dessas palavras”.
… (mais)
 
Assinalado
rgfcesar | 3 outras críticas | Nov 5, 2023 |
No he acabat de llegir-lo sencer, es dens per mi. Comentaris subrallats amb llàpis a les pàgines 62 i ss.
 
Assinalado
LuisSelles | 1 outra crítica | Sep 5, 2023 |

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