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Em Busca do Tempo Perdido - Vol. 6 (Em…
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Em Busca do Tempo Perdido - Vol. 6 (Em Portugues do Brasil) (original 1925; edição 2014)

por Marcel Proust (Autor)

MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaMenções
1,0301315,359 (4.33)27
The Fugitive is the sixth of seven volumes. The Narrators obsessive feelings for Albertine have forced her to flee. It comes as a terrible shock and is followed by further debilitating news about other friends.
Membro:Adriana_Scarpin
Título:Em Busca do Tempo Perdido - Vol. 6 (Em Portugues do Brasil)
Autores:Marcel Proust (Autor)
Informação:Zahar (2014)
Colecções:A sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:to-read, francesa, owned, quadrinhos

Informação Sobre a Obra

The Fugitive por Marcel Proust (1925)

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Kirja alkuosa oli todella puuduttava. Olen odottanut että uppoaisin tähän jotenkin niin syvälle, ettei meinaa päästä pois, mutta yhä enemmän alan toivoa että tämä loppuisi jo. Onneksi kirjan jälkimmäinen osa on paljon mielenkiintoisempi. En tietenkään ymmärrä tämänkään romaanin hienouksia ja nyansseja, mutta mielestäni Proustilta alkaa loppua sanominen, ja kirja tuntuu jo väkisin pidennetyltä. ( )
  KirjaJussi | Dec 22, 2020 |
I found this penultimate volume of Proust's series the fastest moving one yet. There is some musing and philosophizing by Marcel, as always, but there are also several exciting and/or surprising events. ( )
  leslie.98 | Feb 23, 2018 |
"Berättelsen börjar ganska tvärt där den femte delen ("Den fångna") slutar i och med att berättarens kärlek Albertine har rest ifrån honom. Därefter följer en uppslitande studie i svartsjuka och våldsam inre vånda för berättarens del. Lagom då Albertine möjligen är beredd att återvända till huvudpersonen omkommer hon i en olycka med häst och vagn. Berättarens drivs efter hennes död i att rota i hennes tidigare liv och får reda på mer än vad han kanske hade önskat. Så småningom klingar de starka känslorna av och i bokens senare del, närmast något av en epilog i denna del, skildrar en resa som berättaren och hans mor äntligen kommer sig för att göra till Venedig. I samband med detta skildras även en del väldigt snabba förändringar i societeten då Swanns dotter Gilberte gifter sig med markis Saint-Loup, en medlem av ätten Guermantes, samtidigt som markisens farbror adopterar skräddaren Jupiens systerdotter som senare gifter in sig i ätten Cambremer." (Wikipedia) ( )
  Jannemangan | Dec 20, 2015 |
The departure of Albertine at the end of Volume 5 sets Proust up for Volume 6 which is all about finding out where on earth Albertine has got to. There are some major twists and turns along the way so I’m not going to spill the beans about what he finds out. Suffice to say that he’s in a real mess over her and things go from bad to worse as he uncovers what seem to be incontrovertible facts about his beloved, her motivations and her behaviour.

But a lot of this is, when you read simply for the facts, nothing more than rumour provided by the various emissaries the narrator despatches on his behalf to track her or any news about her down. And so, as ever was, you’re left wondering how much of the relationship with Albertine is a fiction made up within a fiction and how much is tangibly real.

After 6 volumes of Proust though, what is real has probably become a bit hazy. There are more, sometimes very long, meanderings through several subjects that seem to take Proust’s fancy almost randomly. It reads almost as if he had a draft of a fairly fast paced romance novel on one side of his desk and, on the other side, a draft of a far longer tome of philosophical musings on life and both of these somehow got mixed together when a particularly strong breeze swept through the room.

As with the earlier three volumes, the theme of homosexuality seems to fascinate Proust and various characters are revealed to have tendencies towards this. The novel culminates with some startling revelations about relationships between some of them which are definitely worth hanging in there for. ( )
  arukiyomi | Feb 27, 2015 |
Although this is the one volume some have advised the casual reader of Proust to skip entirely when dipping into the series, it plays an important role in showing the Narrator sink to his lowest level. He has adopted all the mores of the upper classes while simultaneously engaging in activities they forbid. Deciding to live with Albertine was the one serious choice he made, at the end of Cities of the Plain, and now when obsessive jealousy and an atmosphere of secrets destroyed the basis of that relationship. When the sudden disappearance of his mistress Albertine becomes permanent, he sinks down into himself and is eft with emptiness. He has not been equipped to know where to look for something or someone that will give back to his life any kind of meaning in this world he no longer controls. In this state of mind, he observes the life changes of those in his circle, abrupt changes in fortune and status, and while he knows what they mean according to the code of the ancien régime, on another level he can also sense too keenly how insubstantial is their underlying foundation.

By this point (and really by the beginning of The Captive), Proust is almost completely done with introducing important characters, which I appreciated. Instead of the whirl of names at the salons and on trains and carriages earlier, he brings in a completely new setting in a country we haven’t visited before. It is effective, particularly during an episode where a mistransmitted telegram is mistaken for an apparent message from the dead woman.

At the end of this book we have the strange motif that Proust uses of having a turn toward homosexuality or bisexuality encapsulate the idea of a character’s ruination. The only exception is the Narrator himself, who remains steadfastly straight. This feels like a ground rule that Proust set up and refuses to break, making it hard to support a strictly autobiographical reading of the series.

There are also some fine stretches of writing here including some of the biting wit we have seen before. But the sections which spoke to me the most were the Narrator’s musings on what it is like to continue after the death of someone who once meant a lot to him. What does it say about our lives if friends become unrecognizable, if even love can die in one’s heart? ( )
  rmagahiz | Dec 21, 2013 |
Mostrando 1-5 de 12 (seguinte | mostrar todos)
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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
Proust, Marcelautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Berges, ConsueloTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Cornips, ThérèseTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Raboni, GiovanniTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Scott Moncrieff, C. K.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Tuomikoski, InkeriTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Epígrafe
Dedicatória
Primeiras palavras
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"Mademoiselle Albertine is vertrokken!"
Citações
Últimas palavras
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Nota de desambiguação
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
Do not combine this novel (The Fugitive/Albertine disparue) with the English edition that includes both The Captive and The Fugitive!
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
Língua original
Informação do Conhecimento Comum em holandês. Edite para a localizar na sua língua.
DDC/MDS canónico
Canonical LCC

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês

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The Fugitive is the sixth of seven volumes. The Narrators obsessive feelings for Albertine have forced her to flee. It comes as a terrible shock and is followed by further debilitating news about other friends.

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