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Shakespeare's Freedom (The Rice University Campbell Lectures) (edição 2010)

por Stephen Greenblatt (Autor)

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Shakespeare lived in a world of absolutes, of claims for the absolute authority of scripture, monarch, and God, and the authority of fathers over wives and children, the old over the young, and the gentle over the baseborn. The author shows that Shakespeare was strikingly averse to such absolutes and constantly probed the possibility of freedom from them. Again and again, Shakespeare confounds the designs and pretensions of kings, generals, and churchmen. His aversion to absolutes even leads him to probe the exalted and seemingly limitless passions of his lovers. The author explores this rich theme by addressing four of Shakespeare's preoccupations across all the genres in which he worked. He first considers the idea of beauty in Shakespeare's works, specifically his challenge to the cult of featureless perfection and his interest in distinguishing marks. He then turns to Shakespeare's interest in murderous hatred, most famously embodied in Shylock but seen also in the character Bernardine in Measure for Measure. Next the author considers the idea of Shakespearean authority, that is, Shakespeare's deep sense of the ethical ambiguity of power, including his own. Ultimately, the auhor takes up Shakespearean autonomy, in particular the freedom of artists, guided by distinctive forms of perception, to live by their own laws and to claim that their creations are singularly unconstrained.… (mais)
Membro:rafaelsc
Título:Shakespeare's Freedom (The Rice University Campbell Lectures)
Autores:Stephen Greenblatt (Autor)
Informação:University of Chicago Press (2010), 152 pages
Colecções:A sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:crítica literária, literatura inglesa

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Shakespeare's Freedom (The Rice University Campbell Lectures) por Stephen Greenblatt

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Epígrafe
Dedicatória
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Shakespeare as a writer is the embodiment of human freedom.
Citações
Últimas palavras
Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
Língua original
DDC/MDS canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês

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Shakespeare lived in a world of absolutes, of claims for the absolute authority of scripture, monarch, and God, and the authority of fathers over wives and children, the old over the young, and the gentle over the baseborn. The author shows that Shakespeare was strikingly averse to such absolutes and constantly probed the possibility of freedom from them. Again and again, Shakespeare confounds the designs and pretensions of kings, generals, and churchmen. His aversion to absolutes even leads him to probe the exalted and seemingly limitless passions of his lovers. The author explores this rich theme by addressing four of Shakespeare's preoccupations across all the genres in which he worked. He first considers the idea of beauty in Shakespeare's works, specifically his challenge to the cult of featureless perfection and his interest in distinguishing marks. He then turns to Shakespeare's interest in murderous hatred, most famously embodied in Shylock but seen also in the character Bernardine in Measure for Measure. Next the author considers the idea of Shakespearean authority, that is, Shakespeare's deep sense of the ethical ambiguity of power, including his own. Ultimately, the auhor takes up Shakespearean autonomy, in particular the freedom of artists, guided by distinctive forms of perception, to live by their own laws and to claim that their creations are singularly unconstrained.

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