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Arguably: Selected Essays por Christopher…
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Arguably: Selected Essays (original 2011; edição 2011)

por Christopher Hitchens

MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaMenções
1,540338,572 (4.1)61
Essayist Christopher Hitchens ruminates on why Charles Dickens was among the best of writers and the worst of men, the haunting science fiction of J.G. Ballard, the enduring legacies of Thomas Jefferson and George Orwell, the persistent agonies of anti-Semitism and jihad, the enduring relevance of Karl Marx, and how politics justifies itself by culture--and how the latter prompts the former.… (mais)
Membro:poingu
Título:Arguably: Selected Essays
Autores:Christopher Hitchens
Informação:Signal (2011), Edition: First Edition, Hardcover, 816 pages
Colecções:A sua biblioteca
Avaliação:*****
Etiquetas:nonfiction, male-identified-authors

Pormenores da obra

Arguably: Essays by Christopher Hitchens por Christopher Hitchens (2011)

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» Ver também 61 menções

Mostrando 1-5 de 32 (seguinte | mostrar todos)
i mean other than the sexist and racist shit it's pretty good writing i guess ( )
  ncharlt1 | Sep 29, 2020 |
one of the greatest commentators of our age, even if i only agree with about 75% of his views. it's tragic that his voice may be silenced when he still had decades more to write. i wish that i'd been able to run into him on the streets of palo alto, where he spent a lot of time, and to buy him a cup of coffee and chat -- as did a friend of mine, who told me that hitchens was charming and grateful for the interest in his work. ( )
1 vote Robert_Musil | Dec 15, 2019 |
This fat collection of essays allowed me to confirm my General Theory of Christopher Hitchens: Reliably correct on literature; highly unreliable on politics; reliably wrong on religion. But always fun to read.

As much as I enjoy him, I’m extremely wary of his fans, who make me very nervous. He’s perhaps the author I’m least likely to read outside of my home, for fear that someone will see the cover and want to talk about it. No thank you. ( )
  k6gst | Jun 7, 2019 |
Although I'm a fan of Hitchens, his writing style can be a bit intimidating and I couldn't face the 800-odd pages of this tome. This thing is so big, it's even physically difficult to read - it really should be two volumes. On the plus side, the content is broken up into separate essays, making it easy to flick around reading just bits and pieces, if you wish. ( )
  adam.currey | Jan 2, 2019 |
A very thick collection of essays by Christopher Hitchens. Most of the essays are book reviews from magazines like Harpers, the Atlantic, Slate, or Vanity Fair. Reading through these is very helpful in a getting a peripheral view of Hitchens' literary diet from his childhood on. The transformation from a young Marxist intellectual into a more seasoned sceptic of politics and religion is fascinating. Probably one of the best critical minds or our age. I look forward to plowing through some of his other collections. Hopefully there won't be too much repeat. ( )
  BenjaminHahn | Feb 19, 2018 |
Mostrando 1-5 de 32 (seguinte | mostrar todos)
So, having paid my dues to critical candor, I still find Hitchens one of the most stimulating thinkers and entertaining writers we have, even when — perhaps especially when — he provokes. And while he clearly wants to win you over, you always sense that he is playing in part to the jury of history, which is why so much of what he might, in a rare self-deprecating moment, refer to as hackwork stands up so well to ­anthologizing.
adicionada por jimroberts | editarNew York Times, Bill Keller (Sep 9, 2011)
 
Hitchens is, and has been for many years, the mightiest knocker-down in argumentative journalism in the Anglophone world. This vast volume, containing ten years of argufying, is every bit as pugilistic, as unanswerable, as toughly rationalist, as unstoppable, as strenuously lived, as its many predecessors from his hand.
 

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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
Christopher Hitchensautor principaltodas as ediçõescalculated
Baker, EricDesigner da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Prebble, SimonNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Título canónico
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Título original
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Data da publicação original
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Epígrafe
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"Live all you can: It's a mistake not to."
— Lambert Strether, in The Ambassadors
Dedicatória
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
To the memory of Mohemed Bouazizi, Abu-Abdel Monaam Hamedeh, and Ali Mehdi Zeu.
Primeiras palavras
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
The three names on the dedication page belonged to a Tunisian steet vendor, an Egyptian restaurateur, and a Libyan husband and father.
Citações
Últimas palavras
Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
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Língua original
DDC/MDS canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (3)

Essayist Christopher Hitchens ruminates on why Charles Dickens was among the best of writers and the worst of men, the haunting science fiction of J.G. Ballard, the enduring legacies of Thomas Jefferson and George Orwell, the persistent agonies of anti-Semitism and jihad, the enduring relevance of Karl Marx, and how politics justifies itself by culture--and how the latter prompts the former.

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Resumo Haiku

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