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How to Read and Why (2000)

por Harold Bloom

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MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaMenções
2,890334,918 (3.46)50
Harold Bloom is Sterling Professor of Humanities at Yale University, Berg Professor of English at New York University, and a former Charles Eliot Norton Professor at Harvard. He has written more than 20 books of literary criticism. From a lifetime of writing and teaching about literature, this great scholar exhorts readers to consider the pleasures and benefits of reading well. Beginning with a basic question, "Why read?" Bloom offers his thoughts on works that form the canon of great literature. Short stories, poems, novels, and plays are held up to the light of Bloom's considerable intellect. Here are the authors that bear reading again and again, including Turgenev and Tennyson, Cervantes and Shakespeare. Harold Bloom's many honors include a MacArthur Prize, membership in the American Academy of Arts and Letters, and the Academy's Gold Medal for Criticism. As he shares his passion for literature, his discussion is made even more enthralling through John McDonough's warm narration.… (mais)
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Mostrando 1-5 de 33 (seguinte | mostrar todos)
I realized while reading this that I had read it before some years ago, and that it had had a strong influence on my reading choices since then. Very straightforward and readable. ( )
  audient_void | Jan 6, 2024 |
Leggere bene e' uno dei grandi piaceri che la solitudine puo' concederci perche', ... e' il piu' terapeutico dei piaceri. (p. 9)

- Nel giorno del suo settantacinquesimo compleanno -
Non lottai con nessuno, perche' nessuno
era degno della mia lotta.
Amai la natura e, con la natura, l'arte:
riscaldai entrambe le mani al fuoco della vita;
si affievolisce, e sono pronto ad andarmene.
Sir Walter Savage Landor
(p. 84)

Leggiamo per trovare noi stessi, in modo piu' pieno e bizzarro di quanto potremmo sperare altrimenti. (p. 92)

- Ode al vento di ponente -
O Vento, se Inverno viene, puo' Primavera essere lontana?
Shelley
(p. 102)

- La torre rotta -
E fu cosi' che entrai nel mondo spezzettato
per inseguire la compagnia visionaria dell'amore, la sua voce
un istante nel vento (non so in quale direzione lanciato)
ma non a lungo per contenere ogni decisione disperata.
Hart Crane
(p. 169)

I romantici lo consideravano il vero compito della poesia: stupirci destandoci dal nostro sonno di morte e iniziandoci a un senso piu' ampio della vita. (p. 171)

La buona lettura ci insegna ad ascoltarci a vicenda, come propone il modello di Cervantes? Oserei dire che e' impossibile ascoltare gli altri come si ascolta un ottimo libro. (p. 246)

Diglielo che anche se hai le scarpe rotte e la
faccia piena di brufoli, si', i denti sporgenti e il
piede deforme, non te ne importa niente, perche'
domani daranno gli ultimi quartetti di
Beethoven alla Carnegie Hall e a casa hai tutta
l'opera di Shakespeare in un unico volume.
Oscar Wilde
(p. 320)

L'uomo
che crede che i segreti del mondo resteranno
nascosti per sempre vive nel mistero e nella
paura. La superstizione lo trascinera' in basso.
La pioggia erodera' gli atti della sua vita. Ma
l'uomo che si assume il compito di individuare
nell'arazzo il filo che tutto ordisce, in virtu'
di questa sola decisione si fa carico del mondo,
ed e' soltanto facendosene carico che egli
puo' trovare il modo di dettare i termini del
proprio destino.
Cormac McCarthy
(p. 332)

( )
  NewLibrary78 | Jul 22, 2023 |
Harold Bloom, el autor del tan celebrado y polémico "El canon occidental", aprovecha sus más de cuarenta años de experiencia como profesor universitario y crítico literario para ayudar a los lectores a comprender más profundamente la gran literatura. En una época en que los medios de comunicación electrónicos, gracias a su rapidez y su amplia difusión, amenazan con eclipsar la lectura y la literatura, Bloom explora de un modo sencillo y directo cómo hay que leer y por qué. Este ensayo, instructivo y práctico a un tiempo, no va destinado a los medios eruditos y universitarios, sino al público en general amante de la lectura, al que ofrece un brillante análisis de las obras literarias fundamentales. El propósito de Bloom es enseñar a los lectores la manera de introducirse en el campo de la gran literatura para que puedan encontrar por sí mismos lo que tantos buscan: una concepción más firme y precisa de su propio ser. En sus diversas secciones, dedicadas a los cuentos, los poemas, las novelas y las obras teatrales, "Cómo escribir y por qué" examina las obras de autores como Shakespeare, Ernest Hemingway, Jane Austen, Walt Whitman, Emily Dickinson, Charles Dickens o William Faulkner. Adentrándose en las obras de esos escritores fundamentales, Harold Bloom no sólo ofrece ilustrativas enseñanzas acerca del mejor modo de leer un texto, sino que pone de manifiesto, además, todo lo que semejantes lecturas pueden dar de sí: placer estético, formación de la personalidad y una vuelta a la subjetividad de los sentimientos acendrados y los pensamientos profundos.
  Natt90 | Jul 5, 2022 |
This is a passionate book about the joys and rewards of good reading. Bloom mines the great works for their enduring wisdom, drawing on his experience as a critic, teacher, and voracious reader. He writes to the lone reader, urging them to read in order to find and enhance their own selves. He demonstrates an unwavering belief in the reader's ability to be restored and inspired by literature. Writing with zeal for the works of authors whose work affirms life. ( )
  jwhenderson | Feb 20, 2022 |
This book is an excellent guide to reading some classic books. But there is a complete guide, just point to some key aspects, without taking the pleasure of discovery inherent to the act of reading. ( )
  daniela.soares | May 12, 2020 |
Mostrando 1-5 de 33 (seguinte | mostrar todos)
Trotz Blooms' altmodischer und eigensinniger Art an Texte heranzugehen, weckt er im Leser den Wunsch, sich noch unbekanntes Terrain zu erschließen oder bereits Vertrautes neu zu lesen. Während es Bloom versteht, vom Reiz des Lesens zu erzählen, so vermag sein Kanon, der materiale ebenso wie der interpretatorische, nicht ganz zu überzeugen. Die Gültigkeit seiner Auswahl und teils auch seiner Analyse bleibt fraglich, gerade weil Bloom selbst sich gegen jene Institutionen ausspricht, die dem Leser eine obligatorische Leseliste und eine unfehlbare Analyse zu diktieren suchen. Sein Plädoyer für das Lesen von Literatur ist zweifelsohne leidenschaftlich und gerade im Hinblick auf die ständige Bedrohung durch das Triviale sicher nötig, aber "Die Kunst der Lektüre" könnte ohne weiteres auch den Titel "Lieblingswerke von Harold Bloom" tragen. Auch Blooms Gestus, "volksnah" zu sein, kann nicht wirklich überzeugen - dafür kommen seine Ausführungen zu belehrend daher.

So kann dieses Buch, trotz der zur Schau getragenen Anspruchslosigkeit, den Ehrgeiz seines Verfassers nicht verhehlen, und ist am Ende doch nicht mehr als eine Anregung. Man möchte Bloom auf ein Zitat Virginia Woolfs aus seinem eigenen Vorwort hinweisen: "Der einzige Rat nämlich, den ein Mensch einem anderen in puncto Lesen geben kann, ist der, auf keinen Rat zu hören."
adicionada por Indy133 | editarliteraturkritik.de, Anette Müller (Jun 1, 2001)
 

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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
Harold Bloomautor principaltodas as ediçõescalculado
Verduin, VictorTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Zuppet, RobertaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Título canónico
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Epígrafe
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"The reader became the book; and summer night
Was like the conscious being of the book."
-Wallace Stevens
Dedicatória
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Miriam Bratu Hansen
Primeiras palavras
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There is no single way to read well, though there is a prime reason why we should read.
Citações
Últimas palavras
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Nota de desambiguação
Editores da Editora
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Língua original
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DDC/MDS canónico
LCC Canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (3)

Harold Bloom is Sterling Professor of Humanities at Yale University, Berg Professor of English at New York University, and a former Charles Eliot Norton Professor at Harvard. He has written more than 20 books of literary criticism. From a lifetime of writing and teaching about literature, this great scholar exhorts readers to consider the pleasures and benefits of reading well. Beginning with a basic question, "Why read?" Bloom offers his thoughts on works that form the canon of great literature. Short stories, poems, novels, and plays are held up to the light of Bloom's considerable intellect. Here are the authors that bear reading again and again, including Turgenev and Tennyson, Cervantes and Shakespeare. Harold Bloom's many honors include a MacArthur Prize, membership in the American Academy of Arts and Letters, and the Academy's Gold Medal for Criticism. As he shares his passion for literature, his discussion is made even more enthralling through John McDonough's warm narration.

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