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Metropolis (1926)

por Thea von Harbou

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394650,271 (3.69)8
She was not screaming for food. She was screaming: Danger--! Danger--! The screaming did not stop. It howled on, incessantly. Who had dared to unchain the voice of the great Metropolis, which otherwise obeyed no one but Joh Fredersen? Was Joh. Fredersen-no longer in this house? Or was this voice to call him?--this wild roar of: Danger--! Danger--! What danger was threatening Metropolis? Fire could not be alarming the city, to make her roar so, as though she had gone mad. No high tide was threatening Metropolis. These elements were subdued and quiet.… (mais)
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Na cidade futurística de Metrópolis, a população divide-se em dois andares. No primeiro, uma elite dominante desfruta dos prazeres da vida; no segundo, subterrâneo, os trabalhadores lutam para sobreviver. Quando Freder, o filho do Senhor da grande Metrópolis e habitante do primeiro andar, se apaixona por Maria, da cidade subterrânea, começa a conhecer melhor as condições às quais os trabalhadores são submetidos. Uma revolta começa a surgir entre os operários, e só o que faltava para uma revolução era uma líder. Quando ela surge, nada pode conter a fúria dos oprimidos. ( )
  FernandaDias | Jun 16, 2021 |
La distopía futurista más hermosamente escrita que he visto jamás, lo fue por Thea von Harbou, esposa del gran director de cine Fritz Lang, quien hizo carrera al principio en la Alemania de preguerra y posteriormente en los Estados Unidos. Está al nivel de "Un mundo feliz", de "1984" o de "Fahrenheit 451". ( )
  Eucalafio | Oct 17, 2020 |
Publicada en 1926, Metrópolis, la novela de Thea von Harbou, guionista de algunas de las películas más importantes del cine alemán de los años veinte y treinta, nace como una adaptación del guión que la propia autora había preparado para la homónima película de Fritz Lang. Incluso en su natural proximidad con el tema original y la obra maestra del director vienés, la novela de von Harbou se presenta, sin embargo, como un obra autónoma, caracterizada por una escritura visionaria, vibrante y a menudo fabulística que logra captar los aspectos más devastadores de la moderna sociedad industrial. ( )
  BibliotecaUNED | Jan 26, 2017 |
A futuristic utopia, written like a poetic dream/nightmare. The rich lounge in the upper city of Metropolis while the poor slave away their lives in the underbelly, feeding the machine of Metropolis with their sweat and blood. The heart, von Harbou insists, must be the mediator between the head and hands. This is the novelization of Fritz Lang's timeless film by the same name, and it's just as genius and elegantly created. Robot Maria is just as frightening and Rotwang is just as mad. The prose flows beautifully..almost in a nightmarish subconscious tone. It is a short read and an easy one, and it is VERY worth it.
Only problem is it's hard to find. ( )
1 vote VicNoirReader | Dec 12, 2010 |
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This is the book. Please avoiding combining this work with the movie that has the same name (and was written by the same author).
Editores da Editora
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Língua original
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DDC/MDS canónico
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Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês

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She was not screaming for food. She was screaming: Danger--! Danger--! The screaming did not stop. It howled on, incessantly. Who had dared to unchain the voice of the great Metropolis, which otherwise obeyed no one but Joh Fredersen? Was Joh. Fredersen-no longer in this house? Or was this voice to call him?--this wild roar of: Danger--! Danger--! What danger was threatening Metropolis? Fire could not be alarming the city, to make her roar so, as though she had gone mad. No high tide was threatening Metropolis. These elements were subdued and quiet.

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4 21
4.5 1
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