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De velvillige por Jonathan Littell
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De velvillige (original 2006; edição 2008)

por Jonathan Littell

MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaMenções
2,573904,357 (3.92)135
Fictional memoir of Dr. Max Aue, a former Nazi officer who survived the war and has reinvented himself, many years later, as a middle-class entrepreneur and family man in northern France. Max is an intellectual steeped in philosophy, literature, and classical music. He is also a cold-blooded assassin and the consummate bureaucrat. Through the eyes of this cultivated yet monstrous man, we experience the horrors of the Second World War and the Nazi genocide of the Jews in graphic, disturbingly precise detail from the dark and disturbing point of view of the executioner rather than the victim. During the period from June 1941 through April 1945, Max is posted to Poland, the Ukraine, and the Caucasus; he is present at the Battle of Stalingrad, at Auschwitz and Cracow; he visits occupied Paris and lives through the chaos of the final days of the Nazi regime in Berlin. Although Max is a totally imagined character, his world is peopled by real historical figures, such as Eichmann, Himmler, Goring, Speer, Heydrich, Hoss, and Hitler himself.… (mais)
Membro:HPSE
Título:De velvillige
Autores:Jonathan Littell
Informação:Kbh. Gyldendal 2008
Colecções:A sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:Nenhum(a)

Pormenores da obra

The Kindly Ones por Jonathan Littell (2006)

Adicionado recentemente porjordanr2, biblioteca privada, bibliotecaduperier, DenaliMS, jaydenmccomiskie, phillytrainer, LeahLL, NuriaGrinyo, jncc
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O livro mais importante alguma vez escrito sobre o nazismo. Romance vencedor, em 2006, do Prémio Goncourt e do Grande Prémio de Romance da Academia Francesa.

"As Benevolentes" é uma epopeia de um ser arrastado pelo seu próprio percurso e pela História.
"As Benevolentes" são as memórias de Maximilien Aue, um ex-oficial nazi, alemão de origens francesas que participa em momentos sombrios da recente história mundial: a execução dos judeus, as batalhas na frente de Estalinegrado, a organização dos campos de concentração, até a derrocada final da Alemanha. Uma confissão sem arrependimento das desumanidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial, que provoca uma reflexão original e desafiadora das razões que levam o homem a cometer o mal.
Este romance vai buscar o título à mitologia grega – as Erínias, deusas perseguidoras, vingadoras e secretas, também conhecidas por Eumênides ou Benevolentes. ( )
  LuisFragaSilva | Nov 8, 2020 |
Some of these ambitions are brilliantly realized; others much less so. But all of them make Littell’s book a serious one, deserving of serious treatment.

While some will denounce Littell’s cool-eyed authorial sympathy for Aue as “obscene”—and by “sympathy” I mean simply his attempt to comprehend the character—his project seems infinitely more valuable than the reflexive gesture of writing off all those millions of killers as “monsters” or “inhuman,” which allows us too easily to draw a solid line between “them” and “us.” [...] Aue is a human brother with whom we can sympathize (by which I mean, accept that he is not simply “inhuman”), or he is a sex-crazed, incestuous, homosexual, matricidal coprophage; but you can’t have your Schwarzwälder Kirschtorte and eat it, too.
 
The novel’s gushing fans [...] seem to have mistaken perversity for daring, pretension for ambition, an odious stunt for contrarian cleverness. Willfully sensationalistic and deliberately repellent, “The Kindly Ones” [...] is an overstuffed suitcase of a book, consisting of an endless succession of scenes in which Jews are tortured, mutilated, shot, gassed or stuffed in ovens, intercut with an equally endless succession of scenes chronicling the narrator’s incestuous and sadomasochistic fantasies.

The novel [...] reads like a pointless compilation of atrocities and anti-Semitic remarks, pointlessly combined with a gross collection of sexual fantasies.
adicionada por Widsith | editarNew York Times, Michiko Kakutani (Feb 23, 2009)
 
Notwithstanding the controversial subject matter, this is an extraordinarily powerful novel that leads the stunned reader through extremes of both realism and surrealism on an exhausting journey through some of the darkest recesses of European history.

The Kindly Ones reveals something that is desperate and depressing but profoundly important, now as ever. Max Aue, the SS executioner, states the truth with typically brutal clarity: "I am a man like other men, I am a man like you."
adicionada por Widsith | editarThe Guardian, Jason Burke (Feb 22, 2009)
 
Littell has been very faithful to real events: his research is impressive [...] Littell, a Jew, rightly believes that the prime duty of a writer as well as a historian is to understand. He has succeeded in putting himself inside the tortured mind of his character.

The Kindly Ones never descends into the sort of faction that is the curse of contemporary history [...] a great work of literary fiction, to which readers and scholars will turn for decades to come.
adicionada por Widsith | editarThe Times, Antony Beevor (Feb 20, 2009)
 
The novel is diabolically (and I use the word advisedly) clever. It is also impressive, not merely as an act of impersonation but perhaps above all for the fiendish diligence with which it is carried out. [...] This tour de force, which not everyone will welcome, outclasses all other fictions and will continue to do so for some time to come. No summary can do it justice.
adicionada por Widsith | editarThe Spectator, Anita Brookner (Nov 30, 2006)
 

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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
Jonathan Littellautor principaltodas as ediçõescalculated
Botto, MargheritaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Fontana, LucioArtista da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Hernàndez, Pau JoanTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado

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Dedicatória
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Für die Toten
Primeiras palavras
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Ihr Menschenbrüder, lasst mich euch erzählen, wie es gewesen ist.
Citações
Últimas palavras
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(Carregue para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
Língua original
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
DDC/MDS canónico
Canonical LCC

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (1)

Fictional memoir of Dr. Max Aue, a former Nazi officer who survived the war and has reinvented himself, many years later, as a middle-class entrepreneur and family man in northern France. Max is an intellectual steeped in philosophy, literature, and classical music. He is also a cold-blooded assassin and the consummate bureaucrat. Through the eyes of this cultivated yet monstrous man, we experience the horrors of the Second World War and the Nazi genocide of the Jews in graphic, disturbingly precise detail from the dark and disturbing point of view of the executioner rather than the victim. During the period from June 1941 through April 1945, Max is posted to Poland, the Ukraine, and the Caucasus; he is present at the Battle of Stalingrad, at Auschwitz and Cracow; he visits occupied Paris and lives through the chaos of the final days of the Nazi regime in Berlin. Although Max is a totally imagined character, his world is peopled by real historical figures, such as Eichmann, Himmler, Goring, Speer, Heydrich, Hoss, and Hitler himself.

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