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Invisible Cities por Italo Calvino
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Invisible Cities (edição 1978)

por Italo Calvino

MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaMenções
8,016175816 (4.14)332
In Kublai Khan's garden, at sunset, the young Marco Polo diverts the aged emperor from his obsession with the impending end of his empire with tales of countless cities past, present, and future.
Membro:AMP_Legacy_Library
Título:Invisible Cities
Autores:Italo Calvino
Informação:Harcourt Brace Jovanovich (1978), Paperback, 165 pages
Colecções:Dr. William M. Mahoney Legacy Library
Avaliação:
Etiquetas:Nenhum(a)

Pormenores da obra

Invisible Cities por Italo Calvino

Adicionado recentemente porbiblioteca privada, andrenth, tclitsoc, Contarxcontar, Carolingian_Dan, jooniper, Mattbr, bibliotecaeema, gziklore
Bibliotecas LegadasMaria Àngels Anglada d'Abadal
  1. 180
    Labyrinths por Jorge Luis Borges (WSB7)
    WSB7: Both have wonderfully imaginative but controlled semiotic exercises.
  2. 151
    Fictions por Jorge Luis Borges (Carnophile)
    Carnophile: Both books are liesurely contemplations of fantastical situations, not plot- or character-driven, but conceptual.
  3. 113
    The City & The City por China Miéville (snarkhunt)
    snarkhunt: Calvino's book is a travelogue of impossible societies while China's book is a sweet little noir stuck in the middle of one.
  4. 30
    Kalpa Imperial: The Greatest Empire That Never Was por Angélica Gorodischer (spiphany)
  5. 52
    The Book of Imaginary Beings por Jorge Luis Borges (Torikton)
  6. 20
    Tainaron: Mail from Another City por Leena Krohn (ari.joki)
    ari.joki: An allegory of the human condition by revealing one facet at a time through presenting a foreign, strange city with foreign, strange inhabitants.
  7. 20
    Mr. Palomar por Italo Calvino (P_S_Patrick)
    P_S_Patrick: Thes two books are in some ways very like each other, and in some ways quite the opposite. In Mr Palomar various locations, things, and thoughts are described precisely with the utmost eloquence and detail, whereas in Invisible Cities, it is one place being described in many different ways, hazy, as if seen through lenses of different qualities, and warping mirrors. But the effect is much the same, both books give you something to think about, make you see things in different ways, and are a pleasure to read. Both books also contain no strong plot, and consist of many small and diverse sections, and in a way, could be dipped into. Where Palomar gets very much into the mind of the protagonist, and his fixed, elaborate, and definite interpretations of reality, Invisible Cities is similar in that the recollections are also told from the point of view of the narrator, but differ each time, none being tied to reality, all of them containing aspects of truth found through how you interpret them. If you enjoyed reading one of these books, you should enjoy the other.… (mais)
  8. 20
    Solution 11-167: The Book of Scotlands por Momus (Kolbkarlsson)
    Kolbkarlsson: Written in the same vein, The Book of Scotlands lists a series of alternative scotlands previously unheard of. Every Scotland is written in it's own style, but with similar wit and daunting imagination.
  9. 10
    Palimpsest por Catherynne Valente (PhoenixFalls)
  10. 10
    Sexing the Cherry por Jeanette Winterson (WSB7)
    WSB7: Each has a partially factual/partially imagined frame.
  11. 10
    Marcovaldo or The Seasons in the City por Italo Calvino (unctifer)
  12. 10
    The Logogryph: A Bibliography Of Imaginary Books por Thomas Wharton (unctifer)
  13. 10
    The Travels of Marco Polo por Marco Polo (Jannes)
  14. 10
    Paintings por Victor Segalen (defaults)
    defaults: A series of descriptions of imaginary ancient Chinese paintings. Uncannily similar in tone, hieratic and surreal, rabbit-holes inscribed in rabbit-holes... and written several decades earlier.
  15. 32
    The Dictionary of Imaginary Places: The Newly Updated and Expanded Classic por Alberto Manguel (VanishedOne)
    VanishedOne: One is systematic and compendious, the other flows freely from one impression to another, but both flit between windows onto imaginary vistas.
  16. 21
    Viriconium: "The Pastel City", "A Storm of Wings", "In Viriconium", "Viriconium Nights" por M. John Harrison (Torikton)
  17. 00
    Freud's Alphabet: A Novel por Jonathan Tel (hdcanis)
    hdcanis: A novel starring a historical person (Marco Polo or Sigmund Freud) exploring a city (Venice or London) in fragmentary manner, each fragment handling a different aspect of the city.
  18. 00
    Atlas of Remote Islands: Fifty Islands I Have Never Set Foot on and Never Will por Judith Schalansky (CGlanovsky)
    CGlanovsky: Little vignettes about places. Calvino's are more fanciful and there's a twist, while Schalansky's are little anecdotes based on actual bizarre and out-of-the-way places.
  19. 00
    Ring (Swiss Literature Series) por Elisabeth Horem (Nickelini)
  20. 11
    Changing Planes por Ursula K. Le Guin (spiphany)

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Mostrando 5 de 5
"Se meu livro As cidades invisíveis continua sendo para mim aquele em que penso haver dito mais coisas, será talvez porque tenha conseguido concentrar em um único símbolo todas as minhas reflexões, experiências e conjeturas." Assim se refere o próprio Italo Calvino - um dos escritores mais importantes e instigantes da segunda metade do século XX - a este livro surpreendente, em que a cidade deixa de ser um conceito geográfico para se tornar o símbolo complexo e inesgotável da existência humana.Prêmio Jabuti 1993 de Melhor Produção Editorial de Obra em Coleção
  BolideBooks | May 14, 2021 |
As cidades, em si, são fascinantes, oníricas, surreais. São duma riqueza tal que várias vezes assalta o leitor a vontade de conhece-las melhor, de ler romances inteiros passados nelas, de andar pelas suas ruas (quando têm ruas) ou viver nas suas casas (quando têm casas). Chega-se ao fim do livro ao mesmo tempo satisfeito e insatisfeito, querendo mais...

Recuperado em:As cidades, em si, são fascinantes. Todas são descritas em 1-2 páginas, e são todas exemplares, oníricas, surreais. Mas são duma riqueza tal que várias vezes assalta o leitor a vontade de conhecê-las melhor, de ler romances inteiros passados nelas, de andar pelas suas ruas (quando têm ruas) ou viver nas suas casas (quando têm casas). Chega-se ao fim do livro ao mesmo tempo satisfeito e insatisfeito, querendo mais, mesmo que com a consciência de que a maioria das cidades desabaria assim que se tentasse concretizá-las melhor.

Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2003/11/as_cidades_invi.html#ixzz1D1FGyLCR ( )
  mariadelgado | Feb 4, 2011 |
Marco Polo descreve a Kublai Kan as cidades do Ocidente ( )
  biblioferreira | Feb 14, 2010 |
Le città invisibili é uma fantástica obra-labirinto de Italo Calvino, parcialmente redigida durante os anos de Paris, entre 1964 e 1970, e publicada em 1972. As propostas estruturalistas suscitavam, então, um amplo debate e abriam novos caminhos possíveis à criação artística. Em Le città invisibili, Calvino experimentou processos combinatórios na construção do texto que engendraram um complexo de narrativas em aberto. A narratividade é garantida pelo diálogo entre Kublai Kan e Marco Polo, que assinala um outro diálogo, fundacional, entre esta obra e o livro em que o mercador e viajante veneziano descreve as maravilhas do mundo. ( )
  belkiss | Aug 6, 2009 |
Le città invisibili é uma fantástica obra-labirinto de Italo Calvino, parcialmente redigida durante os anos de Paris, entre 1964 e 1970, e publicada em 1972. As propostas estruturalistas suscitavam, então, um amplo debate e abriam novos caminhos possíveis à criação artística. Em Le città invisibili, Calvino experimentou processos combinatórios na construção do texto que engendraram um complexo de narrativas em aberto. A narratividade é garantida pelo diálogo entre Kublai Kan e Marco Polo, que assinala um outro diálogo, fundacional, entre esta obra e o livro em que o mercador e viajante veneziano descreve as maravilhas do mundo. ( )
  belkiss | Aug 6, 2009 |
Mostrando 5 de 5
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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
Calvino, Italoautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Baranelli, LucaContribuidorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Kapari, JormaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Nieuwenhuyzen, KeesDesigner da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Pasolini, Pier PaoloPosfácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Riedt, HeinzTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Vlot, HennyTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Walsmith, SheltonArtista da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Weaver, WilliamTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Título canónico
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Pessoas/Personagens
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Filmes relacionados
Prémios e menções honrosas
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Epígrafe
Dedicatória
Primeiras palavras
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Kublai Khan does not necessarily believe everything Marco Polo says when he describes the cities visited on his expedition, but the emperor of the Tartars does continue listening to the young Venetian with greater attention and curiosity than he shows any other messenger or explorer of his.
Citações
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Cities, like dreams, are made of desires and fears, even if the thread of their discourse is secret,

their rules are absurd, their perspectives deceitful, and everything conceals something else.
Últimas palavras
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
(Carregue para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
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Língua original
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DDC/MDS canónico
Canonical LCC

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (1)

In Kublai Khan's garden, at sunset, the young Marco Polo diverts the aged emperor from his obsession with the impending end of his empire with tales of countless cities past, present, and future.

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Descrição do livro
Resumo Haiku

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Avaliação

Média: (4.14)
0.5 2
1 16
1.5 5
2 61
2.5 25
3 236
3.5 83
4 512
4.5 82
5 709

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