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A Biblioteca à Noite por Alberto Manguel
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A Biblioteca à Noite (original 2006; edição 2016)

por Alberto Manguel (Autor)

MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaMenções
2,374644,693 (4.12)199
Inspired by the process of creating a library for his home near the Loire, in France, Alberto Manguel, writer on books and reading, has taken up the subject of libraries. "Libraries have always seemed to me pleasantly mad places, and for as long as I can remember I've been seduced by their labyrinthine logic." In this personal, deliberately unsystematic, and wide-ranging book, he offers a meditation on the meaning of libraries. Manguel, a guide of irrepressible enthusiasm, conducts a unique library tour that extends from his childhood bookshelves to the Internet, from Ancient Egypt and Greece to the Arab world, from China and Rome to Google. He ponders the personal libraries of Charles Dickens, Jorge Luis Borges, and others. He recounts stories of people who have struggled against tyranny to preserve freedom of thought, oral "memory libraries" kept alive by prisoners, libraries of banned books, and the library of books never written.--From publisher description.… (mais)
Membro:LuisFragaSilva
Título:A Biblioteca à Noite
Autores:Alberto Manguel (Autor)
Informação:Tinta da China (2016)
Colecções:A sua biblioteca, Para ler
Avaliação:
Etiquetas:Nenhum(a)

Pormenores da obra

The Library at Night por Alberto Manguel (2006)

  1. 30
    Library: An Unquiet History por Matthew Battles (Ludi_Ling)
  2. 10
    Used and Rare: Travels in the Book World por Lawrence Goldstone (CGlanovsky)
    CGlanovsky: Bibliophiles meditate on the considerations of assembling a library
  3. 10
    On the Map: why the World Looks the Way it Does por Simon Garfield (CGlanovsky)
    CGlanovsky: Does for Maps what Manguel's book does for libraries.
  4. 00
    Resa i tysta rum : okända svenska slottsbibliotek por Per Wästberg (bonne1978)
  5. 00
    Libraries in the Ancient World por Lionel Casson (Ludi_Ling)
  6. 00
    Sixpence House por Paul Collins (CGlanovsky)
    CGlanovsky: A bibliophile reflects on books, bookselling, writing and reading in the book-filled Welsh town of Hay-on-Wye
  7. 00
    The Library: An Illustrated History por Stuart A. P. Murray (Jannes)
    Jannes: Nice Coffee table-ish book that should be a treat for anyone with an interest in libraries and library history.
  8. 01
    The Polysyllabic Spree por Nick Hornby (kristenn)
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Inglês (50)  Holandês (3)  Sueco (3)  Alemão (2)  Espanhol (2)  Francês (2)  Português (Portugal) (1)  Todas as línguas (63)
A partir da sua mítica biblioteca pessoal, Alberto Manguel, um dos mais conceituados bibliófilos do mundo, conta-nos tudo o que sabe sobre a história, o fascínio e os enigmas das bibliotecas.

Ao construir a sua biblioteca com mais de 40 mil livros num antigo presbitério em França, Alberto Manguel debateu-se com as mesmas questões de um qualquer bibliotecário caseiro: é melhor dividir por línguas? A ordem alfabética será a mais prática? Os géneros não deviam estar agrupados? Mesmo que não existam respostas certas, neste livro Manguel conta pelo menos as melhores histórias: Há bibliotecas públicas com secções como «Esgotos: Obras Seleccionadas», e umas privadas onde, alfabeticamente, os amigos-escritores Borges e Bioy Casares ficam lado a lado; há bibliotecários corajosos que alteram registos de requisição para salvar livros, e livros corajosos que salvam homens torturados; há livros perdidos, livros proibidos, livros digitais, livros que ficam numa prateleira demasiado alta e livros imaginados – mas todos eles ocupam um espaço e enchem estantes pelo mundo, tal como preenchem esta "Biblioteca à Noite".
  LuisFragaSilva | Dec 11, 2020 |
The Library at Night, fortunately, is more than a tour of the microcosm contained in Manguel's converted barn. Its fondness for leathery bindings and its fussy annoyance about the 'evil white scabs' of price-stickers slimily glued to book jackets soon give way to a crusading defence of the library as a mental sanctuary, a repository of memory, the only kind of home that has any emotional value for Manguel the deracinated cosmopolitan.
adicionada por Ludi_Ling | editarThe Observer, Peter Conrad (Apr 22, 2008)
 
Manguel beschrijft de vele facetten en problemen van het verzamelen, zowel voor de particuliere verzamelaar als voor de professionele bibliothecaris.
Wie het boek van Alberto Manguel leest, maakt een boeiende en interessante reis door de boekenwereld van vele eeuwen. Boeiende beschrijvingen, doortrokken met anekdotes die in Manguels fabelachtige geheugen liggen opgeslagen. Ik raad iedereen die meer dan honderd boeken heeft aan dit boek te kopen en te lezen
adicionada por sneuper | editarReformatorisch Dagblad, Ton Bolland (Jan 23, 2008)
 
De bibliotheek bij nacht is een boek over de manieren waarop de mens door de eeuwen heen boeken heeft verzameld en bibliotheken heeft vormgegeven. Manguel is niet alleen geïnteresseerd in geschiedenis en architectuur, maar ook in de psychologie van de bibliothecaris, waarbij hij volop ruimte biedt aan anekdotes die ergens in zijn fabelachtige geheugen lagen opgeslagen („Ik denk in citaten”).
adicionada por sneuper | editarNRC, Pieter Steinz (Dec 14, 2007)
 
Den spränglärde Alberto Manguel har skrivit en faktaspäckad bibliotekshistoria med poetiska och en del humoristiska och tragikomiska inslag. Om dock, som sagt, alltför välfylld
adicionada por andejons | editardagensbok.com, Eva Björnberg (Oct 26, 2007)
 
Manguels bok har den där sällsynta kombinationen av lätthet och tyngd, oväntade infall och uppfordrande eftertanke.
 

» Adicionar outros autores (11 possíveis)

Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
Manguel, Albertoautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Allié, ManfredTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Eklöf, MargaretaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Heuvelmans, TonTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Kempf-Allié, GabrieleTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Le Boeuf, ChristineTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Para mais ajuda veja a página de ajuda do Conhecimento Comum.
Título canónico
Título original
Títulos alternativos
Informação do Conhecimento Comum em holandês. Edite para a localizar na sua língua.
Data da publicação original
Pessoas/Personagens
Locais importantes
Acontecimentos importantes
Filmes relacionados
Prémios e menções honrosas
Epígrafe
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
In the sixteenth century, the Ottoman poet Adbullatif Celebi, better known as Latifi, called each of the books in his library "a true and loving friend who drives away all cares."
Dedicatória
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
This book is for Craig.
Primeiras palavras
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
The library in which I have at long last collected my books began life as a barn sometime in the fifteenth century, perched on a small hill south of the Loire.
Citações
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
If a library is a mirror of the universe, then a catalogue is a mirror of that mirror.
Writing about the librarian's action [hiding the books], Borzykowski remarked that it was carried out "without any consideration as to whether anyone would ever need the saved books": it was an act of rescuing memory per se. The universe, the ancient cabbalists believed, is not contingent on our reading it; only on the possibility of our reading it.
In order for these nightly imaginations to flourish, I must allow my other senses to awaken—to see and touch the pages, to hear the crinkle and the rustle of the paper and the fearful crack of the spine, to smell the wood of the shelves, the musky perfume of the leather bindings, the acrid scent of my yellowing pocket books. Then I can sleep.
"...the Library of Congress's catalogues...include such curious categories as:
~ banana research
~ bat binding
~ boots and shoes in art
~ chickens in religion and folklore
~ sewage: collected works
Últimas palavras
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
Língua original
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
DDC/MDS canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (1)

Inspired by the process of creating a library for his home near the Loire, in France, Alberto Manguel, writer on books and reading, has taken up the subject of libraries. "Libraries have always seemed to me pleasantly mad places, and for as long as I can remember I've been seduced by their labyrinthine logic." In this personal, deliberately unsystematic, and wide-ranging book, he offers a meditation on the meaning of libraries. Manguel, a guide of irrepressible enthusiasm, conducts a unique library tour that extends from his childhood bookshelves to the Internet, from Ancient Egypt and Greece to the Arab world, from China and Rome to Google. He ponders the personal libraries of Charles Dickens, Jorge Luis Borges, and others. He recounts stories of people who have struggled against tyranny to preserve freedom of thought, oral "memory libraries" kept alive by prisoners, libraries of banned books, and the library of books never written.--From publisher description.

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Descrição do livro
Resumo Haiku

Ligações Rápidas

Capas populares

Avaliação

Média: (4.12)
0.5
1 6
1.5 4
2 10
2.5 2
3 53
3.5 20
4 145
4.5 25
5 151

Yale University Press

2 edições deste livro foram publicadas por Yale University Press.

Edições: 0300139144, 0300151306

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