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The Princesse de Clèves (1678)

por Madame de La Fayette

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1,968506,189 (3.43)110
Perhaps one of the greatest works of French literature is Madame de Lafayette's The Princess of Cleves, often described as the first of all "modern" novels. This classic translation, with an introduction, by the late English novelist and biographer Nancy Mitford, was first brought out in 1951 by New Directions. It is now made available as a New Directions Paperbook. Published in 1678 and written by Marie Madeleine Roche de la Vergne, Countess de Lafayette - a Parisian lady of fashion and great wit, who probably received help from her friend the Duc de la Rochefoucauld, author of the famous Maxims - it recreates with matchless vitality the lives and loves of the sixteenth-century courtiers of King Henry II of France. In her exquisite tapestry, we encounter such historic figures as Diane de Poitiers, the king's mistress; Catherine de Medicis, his queen; the doomed Mary Stuart, Queen of Scotland. It tells the story of the consuming passion of the young Duc de Nemours for the beautiful wife of his friend the Prince of Cleves. Madame de Sevigne, the great letter writer and life-long friend of Madame de Lafayette, called Th e Princess of Cleves "one of the most charming things." It is still that - and it is also one of the truly great love stories of all literature. Book jacket.… (mais)
  1. 30
    Anna Karenina por Leo Tolstoy (andejons)
    andejons: Similar premises: married, upper class women fall in love with men of less than perfect moral standing. The outcomes are very different though.
  2. 20
    Madame de Pompadour por Nancy Mitford (agmlll)
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Mes professeurs de français au lycée, en classe scientifique il est vrai, n'avaient pas inclus ce livre dans leur programme. J'ai eu droit à Zola (que j'ai adoré au point de lire toute la série des Rougon-Macquart), Voltaire (Candide), Mauriac, ... mais par Mme de La Fayette.

Cela ne me manquait pas forcément, d'autant plus que ma Liste à Lire comporte déjà de nombreux titres, et cela malgré tout le buzz médiatique généré par Sarko autour de ce roman.

Et puis en vidant récemment un grenier, j'ai récupéré une caisse de vieux "classiques Larousse", vous savez les petits fascicules souples à couverture violette. Et parmi ces livres, la fameuse Princesse. J'ai pensé que c'était l'occasion de le découvrir.

Paru en 1678, sous pseudonyme, l'histoire se passe un siècle plus tôt en 1558, à la cour de Henri II à la fin de son règne.

L’histoire est courte et facile à résumer : La princesse de Clèves, née de Chartres, s'est marié au prince de Clèves mais sans l'aimer. A la cour se trouve "l'homme du monde le mieux fait et le plus beau", "un chef-d’œuvre de la nature" : le duc de Nemours. Il tombe éperdument amoureux de la princesse, d'une passion si violente qu'elle lui ôta le gout et même le souvenir de toutes les personnes qu'il avait aimées". Il fera tout pour essayer de séduire cette Princesse, qui de son coté, sensible au charme de ce prince, fera au contraire tout pour ne pas lui céder. Elle finira même par avouer à son mari cette tentation. Bien que la vertu soit respectée, Le prince de Clèves, qui n'a jamais réussi à se faire aimer de sa femme, finira par en mourir de jalousie et de désespoir. Et malgré cette disparition, ou plutôt à cause, la princesse de Clèves continue de résister aux avances officielles du duc de Nemours et se retirera dans les Pyrénées dans une "maison religieuse".

Ce roman historique traduit bien l'ambiance de cour de cette époque avec ses secrets d’alcôves et ses nombreuses galanteries princières. Mais le roman présente à mon sens bien des invraisemblances. Comment un homme tel que le duc de Nemours peut-il se fixer à ce point sur cette seule princesse et lui faire une cour silencieuse sans oser lui parler du vivant de son mari? Pourquoi la princesse finit-elle par avouer à son mari un penchant auquel elle n'a pas cédé? Et d'ailleurs quel principe vertueux ou religieux la retient d'y céder dans le contexte de la cour du 16ème siècle? Comment la jalousie peut-elle tuer un homme comme le prince de Clèves?

Alors oui, c'est un classique de la littérature française, qui a marqué un tournant dans la construction romanesque.

Mais, et c'est personnel, il ressemble plus à une tragédie classique qu'à roman réaliste et présente des personnages trop parfaits dans leur vertu, leur beauté ou leur comportement. ( )
  KersuFr | Feb 13, 2021 |
NA
  pszolovits | Feb 3, 2021 |
GR-8
  Murtra | Jan 25, 2021 |
Marie Madeleine Pioche de La Vergne, por matrimonio condesa de La Fayette (1634 - 1692), es uno de los casos literarios más sugestivos de la literatura francesa. Amiga de aristócratas y escritores, dama de corte de Enriqueta de Inglaterra, amante del moralista duque de La Rochefoucauld, es autora de nítida y sobria prosa, estilísticamente impecable. La princesa de Clèves, unánimemente considerada como su obra maestra, es sin duda la primera novela psicológica moderna: historia de una pasión amorosa irrealizable, descubre en los más secretos repliegues de la vida interior el fascinante ritmo de las sorpresas, los atisbos de felicidad, las soledades y los repentinos abandonos de un alma combatida por los más contradictorios sentimientos. ( )
  Eucalafio | Oct 9, 2020 |
A quote from the Madame de La Fayette author page here on Goodreads: "... the work is often taken to be the first true French novel and a prototype of the early psychological novel." This was definitely an interesting depiction of the intrigues of the French court, and when I say intrigues, I mean the intrigues of love. Initially, a bit overwhelmed with the multitude of characters described in the novel, I was finally able to keep everyone straight, although with effort. Regarding it being an early psychological novel, I would have to agree. The author was very skillful in depicting the inner workings of the characters' minds, especially those of the Princess of Cleves and the Duc de Nemours. ( )
  TheTrueBookAddict | Mar 23, 2020 |
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Madame de La Fayetteautor principaltodas as ediçõescalculated
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Cave, TerenceTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
de Vilmorin, LouisePrefácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Haan, Frans deTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Hill, JamesArtista da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Loy, RosettaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Mitford, NancyTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Ortiz, MariaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Prins-Willekes Macdonald, I.E.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Swarth, HélèneIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Swarth, HélèneTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Epígrafe
Dedicatória
Primeiras palavras
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At no time in France were splendour and refinement so brilliantly displayed as in the last years of the reign of Henri II.
Citações
Últimas palavras
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Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
Língua original
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DDC/MDS canónico

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Perhaps one of the greatest works of French literature is Madame de Lafayette's The Princess of Cleves, often described as the first of all "modern" novels. This classic translation, with an introduction, by the late English novelist and biographer Nancy Mitford, was first brought out in 1951 by New Directions. It is now made available as a New Directions Paperbook. Published in 1678 and written by Marie Madeleine Roche de la Vergne, Countess de Lafayette - a Parisian lady of fashion and great wit, who probably received help from her friend the Duc de la Rochefoucauld, author of the famous Maxims - it recreates with matchless vitality the lives and loves of the sixteenth-century courtiers of King Henry II of France. In her exquisite tapestry, we encounter such historic figures as Diane de Poitiers, the king's mistress; Catherine de Medicis, his queen; the doomed Mary Stuart, Queen of Scotland. It tells the story of the consuming passion of the young Duc de Nemours for the beautiful wife of his friend the Prince of Cleves. Madame de Sevigne, the great letter writer and life-long friend of Madame de Lafayette, called Th e Princess of Cleves "one of the most charming things." It is still that - and it is also one of the truly great love stories of all literature. Book jacket.

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