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Fictions (1956)

por Jorge Luis Borges

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MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaMenções
7,5931141,185 (4.36)235
The seventeen pieces in Ficciones demonstrate the gargantuan powers of imagination, intelligence, and style of one of the greatest writers of this or any other century. Borges sends us on a journey into a compelling, bizarre, and profoundly resonant realm; we enter the fearful sphere of Pascal's abyss, the surreal and literal labyrinth of books, and the iconography of eternal return. More playful and approachable than the fictions themselves are Borges's Prologues, brief elucidations that offer the uninitiated a passageway into the whirlwind of Borges's genius and mirror the precision and potency of his intellect and inventiveness, his piercing irony, his skepticism, and his obsession with fantasy. To enter the worlds in Ficciones is to enter the mind of Jorge Luis Borges, wherein lies Heaven, Hell, and everything in between.… (mais)
  1. 100
    The Aleph and Other Stories por Jorge Luis Borges (VanishedOne)
  2. 80
    Collected Fictions por Jorge Luis Borges (Carnophile)
    Carnophile: While Ficciones is a subset of Collected Fictions, it is nice to have two translations of the same material. Each translator captures nuances the other misses.
  3. 61
    Invisible Cities por Italo Calvino (Carnophile)
    Carnophile: Both books are liesurely contemplations of fantastical situations, not plot- or character-driven, but conceptual.
  4. 40
    The Martian Chronicles por Ray Bradbury (lewbs)
    lewbs: Borges admired The Martian Chronicles. The two books have much in common.
  5. 20
    Tales of Hoffmann por E. T. A. Hoffmann (Cecrow)
  6. 10
    The Periodic Table por Primo Levi (Eustrabirbeonne)
  7. 10
    Primeval and Other Times por Olga Tokarczuk (Oct326)
    Oct326: Due esempi di narrazioni fantastiche di grande ricchezza e suggestione, più cristalline e sfaccettate quelle di Borges, più morbida e avvolgente quella di Tokarczuk.
  8. 00
    House of Leaves por Mark Z. Danielewski (fundevogel)
  9. 01
    Minor Angels por Antoine Volodine (Eustrabirbeonne)
1940s (9)
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Mostrando 2 de 2
A literatura de Borges é como um poço. Um poço infinito e central tal como a goela da sua "A biblioteca de Babel", um dos contos incluídos em "Ficções", obra publicada originalmente em 1944, que definitivamente chamou a atenção do mundo para este escritor que, sem nunca ter conquistado o Prémio Nobel, foi dos que mais fez pelas letras deste século. E dos que mais as baralhou.

Jorge Luis Borges nasceu em Buenos Aires a 24 de Agosto de 1899 e morreu a 14 de Junho de 1986. Entre dois Verões, viveu uma vida imaginária de símbolos, metáforas, equações e iluminações. O tipo de pesadelos que se tem quando se reduz a vida à literatura. O tipo de revelações que se tem quando se alarga a vida à literatura.

Borges disse certa vez pretender "destruir a realidade e converter o homem numa sombra". O tipo de coisas ditas por um cego com pretensões a filósofo. Para Borges, o aristotélico, a cegueira física funcionou como um dos pilares do seu pensamento. Um míope vê melhor ao perto do que um homem normal, excessivamente bem, visão microscópica que toca o mais ínfimo detalhe das coisas. Um cego como Borges vê ainda mais longe - o avesso do real.

Quanto a "destruir a realidade e converter o homem numa sombra", nem era necessário enunciar esse propósito, já que de há muito a condição humana se confinou à de espectro. Como o "Quixote" de Ménard, tudo já está escrito. Podemos apenas - Borges fê-lo - romper os véus e rebobinar o filme da memória. Existe, aliás, um livro escrito por um dos seus discípulos, Adolfo Bioy Casares, "A Invenção de Morel", que descreve na perfeição todo o processo.

Borges limitou-se a estudar a teoria das possibilidades, aplicando a lógica e os hologramas da história, da linguística, do esoterismo e da teologia ao que, por essência, é o absurdo: o poço. A biblioteca de Babel, enciclopédia escrita por um Deus louco, tem a forma de uma torre forrada do lado de dentro (não consta que, para o escritor argentino, existisse um lado de fora) por infinitas estantes, correspondentes a infinitos andares, contendo um número infinito de livros, arrumados ao longo de uma área infinita, de forma aleatória. Nenhum igual ao outro. Alguns apenas diferentes por mais ou menos uma vírgula. Tudo o que foi dito, é dito e será dito, ao longo da eternidade, encontra-se escrito nos livros da Biblioteca de Babel. Um deles contém a explicação de todos os outros. A compreensão simultânea de tudo. Um "tudo" que o matemático Georg Cantor sintetizou numa potência e, como consequência, o levou à loucura. O mesmo "tudo" que Kafka, mais precavido, dobrou num pequeno bilhete, fechou num envelope e, após a mensagem ser enviada ao imperador (que nunca a recebeu), pediu aos amigos para queimar. Ao centro, o eixo, abre-se o poço, onde alguns se lançam em desespero numa queda sem fim. Aconselha-se o leitor a não ir tão longe.

Para Jorge Luis Borges esse "tudo" era o Aleph, nome cabalístico que serve de título a outra das suas obras mais conhecidas, "O Aleph", publicado em 1949. Mas o Aleph de Borges pode ser encontrado nas manchas da pele de um leopardo ou no vão de uma escada. Encontra-se, aliás, de certeza, dissimulado entre as páginas destas "Ficções", que a Colecção Mil Folhas porá a partir de quartafeira nas bancas.
  filinto_m | Jun 28, 2021 |
Foram dezasseis contos em nada semelhantes a algo que já tivesse lido. Não gostei de todos; alguns(poucos) deixaram-me mesmo indiferente. Outros houve, que, foi preciso algum esforço para repor o queixo no seu devido lugar.Extraordinários!
Foi uma estreia em Borges. Hei-de voltar a ele um dia. Não é leitura fácil, mas é uma escrita de uma riqueza surpreendente, diferente de tudo o que já tinha lido. ( )
  carminho | May 13, 2014 |
Mostrando 2 de 2

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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
Jorge Luis Borgesautor principaltodas as ediçõescalculado
一士, 篠田Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Blanchot, MauriceIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Bonner, AnthonyTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Bosco, ElArtista da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Celda, RafaelEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Håkansson, GabriellaPrefácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Hurley, AndrewTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Kerrigan, AnthonyTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Lucentini, FrancoTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Reid, AlastairTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Sturrock, JohnIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Temple, HelenTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Todd, RuthvenTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado

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Filmes relacionados
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Epígrafe
Dedicatória
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To
Esther Zemborain de Torres
Primeiras palavras
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I owe the discovery of Uqbar to the conjunction of a mirror and an encyclopedia. (Tlön, Uqbar, Orbis Tertius)
The work of Jorge Luis Borges is a species of international literary metaphor. (Introduction)
The eight pieces of this book do not require extraneous elucidation. (Prologue, Part One)
Though less torpidly executed, the pieces in this section are similar to those which form the first part of the book. (Prologue, Part Two)
Citações
Últimas palavras
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(Carregue para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
(Carregue para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
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Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
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Língua original
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DDC/MDS canónico
LCC Canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (1)

The seventeen pieces in Ficciones demonstrate the gargantuan powers of imagination, intelligence, and style of one of the greatest writers of this or any other century. Borges sends us on a journey into a compelling, bizarre, and profoundly resonant realm; we enter the fearful sphere of Pascal's abyss, the surreal and literal labyrinth of books, and the iconography of eternal return. More playful and approachable than the fictions themselves are Borges's Prologues, brief elucidations that offer the uninitiated a passageway into the whirlwind of Borges's genius and mirror the precision and potency of his intellect and inventiveness, his piercing irony, his skepticism, and his obsession with fantasy. To enter the worlds in Ficciones is to enter the mind of Jorge Luis Borges, wherein lies Heaven, Hell, and everything in between.

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3.5 34
4 370
4.5 76
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