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A Brief History of Fascist Lies por Federico…
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A Brief History of Fascist Lies (edição 2020)

por Federico Finchelstein (Autor)

MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaMenções
684387,929 (3.33)1
"In this short companion to his book From Fascism to Populism in History, world-renowned historian Federico Finchelstein explains why fascists regarded simple and often hateful lies as truth, and why so many of their followers believed the falsehoods. Throughout the history of the twentieth century, many supporters of fascist ideologies regarded political lies as truth incarnated in their leader. From Hitler to Mussolini, fascist leaders capitalized on lies as the base of their power and popular sovereignty. This history continues in the present, when lies again seem to increasingly replace empirical truth. Now that actual news is presented as "fake news" and false news becomes government policy, A Brief History of Fascist Lies urges us to remember that the current talk of "post-truth" has a long political and intellectual lineage that we cannot ignore"--… (mais)
Membro:livertalia
Título:A Brief History of Fascist Lies
Autores:Federico Finchelstein (Autor)
Informação:Post Hypnotic Press Inc. (2020)
Coleções:Read, Non-Fiction, A sua biblioteca
Avaliação:***
Etiquetas:Nenhum(a)

Informação Sobre a Obra

A Brief History of Fascist Lies por Federico Finchelstein

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Este livro começa por prometer muito, mas depois não cumpre a promessa. Entre alguns capítulos interessantes surgem outros deveras desinteressantes.
“Hoje assistimos a uma vaga de novos líderes populistas» (18). O autor constata mas não justifica. A verdade é que a democracia liberal fornece munições aos populismos ao transformar em verdade as mentiras da propaganda destes. A imigração quase irrestrita e o asilo a povos não imbuídos dos valores e cultura ocidental são dois exemplos.
“A verdade está sempres subordinada ao poder” (18). Contudo, o grau dessa subordinação pode ser utilizado para medir o nível de totalitarismo numa sociedade.
A questão da definição de verdade é fundamental em propaganda, sobretudo na fascista. Os fascistas arvoram-se em detentores da verdade ao proclamarem que todos os outros defendem falsidades e mentiras.
O autor recorre muito a Hannah Arendt, com o mérito de até a tornar compreensível. Porém, não se compreende que o autor tenha recorrido aos pseudo-fascismos de Argentina, México e Brasil para justificar as suas teorias. Será que o fascismo europeu contemporâneo não se enquadra em tais teorias? Se sim, a escolha dos casos foi infeliz; se não, quem quer saber?
O fascismo constrói-se em aliança com a religião, contra a religião ou em substituição desta? O autor indicia estas três situações, mas que parece que ele próprio está confuso relativamente à conclusão a extrair. ( )
  CMBras | Apr 27, 2021 |
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Dedicatória
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Citações
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Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
Língua original
DDC/MDS canónico
LCC Canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês

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"In this short companion to his book From Fascism to Populism in History, world-renowned historian Federico Finchelstein explains why fascists regarded simple and often hateful lies as truth, and why so many of their followers believed the falsehoods. Throughout the history of the twentieth century, many supporters of fascist ideologies regarded political lies as truth incarnated in their leader. From Hitler to Mussolini, fascist leaders capitalized on lies as the base of their power and popular sovereignty. This history continues in the present, when lies again seem to increasingly replace empirical truth. Now that actual news is presented as "fake news" and false news becomes government policy, A Brief History of Fascist Lies urges us to remember that the current talk of "post-truth" has a long political and intellectual lineage that we cannot ignore"--

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