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Narrative of the Life of Frederick Douglass…
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Narrative of the Life of Frederick Douglass (original 1845; edição 2016)

por Frederick Douglass (Autor)

MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaMenções
7,557107905 (4)157
A dramatic autobiography of the great 19th century black leader and abolitionist.
Membro:Bookmeagoodread
Título:Narrative of the Life of Frederick Douglass
Autores:Frederick Douglass (Autor)
Informação:Dover Publications, Incorporated (1995), Edition: 1st Edition, 96 pages
Colecções:A sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:Nenhum(a)

Pormenores da obra

Narrative of the Life of Frederick Douglass, an American Slave por Frederick Douglass (1845)

  1. 10
    Autobiography of Josiah Henson: An Inspiration for Harriet Beecher Stowe's Uncle Tom por Josiah Henson (HistReader)
    HistReader: Both men discuss their treatment and lifestyle under subjection as slaves.
  2. 10
    The Life of Olaudah Equiano por Olaudah Equiano (joririchardson)
  3. 01
    To Be a Slave por Julius Lester (jacqueline065)
    jacqueline065: If your enjoyed the poignant narrative of Frederick Douglass, you will be moved by the perserved accounts of slave life in this book.
  4. 01
    The Mind of Frederick Douglass por Waldo E. Jr. Martin (eromsted)
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Mostrando 1-5 de 107 (seguinte | mostrar todos)
Within a few years of escaping to the north, Frederick Douglass had gained enough renown by his speeches and other work in support of abolition that he consented to the request that he write a memoir of his life as a slave. The result remains compelling reading. The tone is that of adamant condemnation of the institution, made all the more credible by seeming, if anything, understated.
The book opens with a preface by famed abolitionist William Lloyd Garrison, who writes: “Mr. Douglass has very properly chosen to write his own Narrative, in his own style, and according to the best of his ability, rather than to employ someone else.” The condescension I heard in these words as I read them was confirmed when I reached the narrative itself. Douglass’s prose in its directness has aged better than Garrison’s rhetorical flourishes.
Another peculiarity of the book is its appendix, in which Douglass is at pains to make clear that his condemnation of Christianity in the narrative was aimed at the hypocritical manner of its practice by slaveowners, not the religion itself: “Between the Christianity of this land, and the Christianity of Christ, I recognise the widest possible difference—so wide, that to receive the one as good, pure, and holy, is of necessity to reject the other as bad, corrupt, and wicked.” I feel he had made this distinction clear in the main text, but apparently those who helped it to publication felt otherwise.
Just as the Holocaust in the 20th century must never be forgotten, neither can we permit the memory of slavery in the United States to fade. This book is essential. ( )
  HenrySt123 | Jul 19, 2021 |
It’s a lot less romantic than “Twelve Years A Slave”, which is a good thing for a slave narrative; no slave narrative is romantic in the Jane Austen Getaway sense, obviously, but “Twelve Years A Slave” has that David Copperfield Recalls His Painful Youth thing—O my sadness! O troublesome times! O departed joy!…. He’s that type, you know, the Negro musician; Frederick Douglass is the other type: the Negro intellectual, Here’s how they were trying to control me! They wouldn’t let me think! The white man didn’t tell me about the books! But oh, they had us get drunk on Christmas, so we would spend all our strength on philandering and feel shame after, and give up, and work. Northup: Oh, but don’t you see, even the slaves had Christmas! Douglass: Don’t be a fool; it wasn’t their conscience—it was a trap. Northup: Oh, but how we danced! Douglass: You’re STILL a slave, dammit!
  goosecap | Jul 18, 2021 |
Excellent edition. David Blight's introduction and comments are extremely informative. ( )
  gregdehler | May 31, 2021 |
I remember reading parts of this book in English class senior year of high school. At the time it didn't have much effect on me since my immature mind couldn't really grasp the severity of the situations Frederick Douglass had lived and survived in.

The gut-wrenching details that Douglass goes into when he explains how life was as a slave are passages that will haunt you and stay with you. The whippings, the mental torture of being stripped of your family and friends, even losing your own name and identity are things I won't ever forget. There are many heart-breaking moments that truly show the horrendous conditions of life as a slave. The part where he remembers hearing slaves singing their sorrowful and mournful songs while working in the fields and how it brought tears to his eyes stayed with me.

Despite all that was standing against him, Mr. Douglass was able to learn to read and write. He overheard his master once say that educating slaves was dangerous because it gives them the power to THINK and that was his moment of awakening. Education was the way out of the chains of slavery and into the welcoming hands of freedom. It was a long and arduous road to reach that freedom and he eventually makes it there.

Frederick mastered reading and writing and became one of history's greatest orator against slavery. The book is beautifully written and I think it should be required reading in schools everywhere. I found it to be an inspirational and touching narrative and I highly recommend it to everyone.

"Knowledge makes a man unfit to be a slave." ( )
  ProfessorEX | Apr 15, 2021 |
Utterly essential reading for Americans who soon forget that not long ago, men and women like Douglass were kept in human bondage and seen as mere property, with no rights to speak of, left at the mercy of their masters, and all because of the color of their skin. Douglass' account is a haunting detailed personal account of one of - if not the - darkest era in United States history. ( )
  sarahlh | Mar 6, 2021 |
Mostrando 1-5 de 107 (seguinte | mostrar todos)

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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
Frederick Douglassautor principaltodas as ediçõescalculated
Baker, Houston A., Jr.Editorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Blight, David W.Editorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Dworkin, IraEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Gomes, Peter J.Introduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
O'Meally, Robert G.Introduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Epígrafe
Dedicatória
Primeiras palavras
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I was born in Tuckahoe, near Hillsborough, and about twelve miles from Easton, in Talbot country, Maryland.
Citações
Últimas palavras
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(Carregue para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
Língua original
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
DDC/MDS canónico
Canonical LCC

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (1)

A dramatic autobiography of the great 19th century black leader and abolitionist.

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Descrição do livro
Resumo Haiku

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Yale University Press

2 edições deste livro foram publicadas por Yale University Press.

Edições: 0300087012, 0300088310

Tantor Media

Uma edição deste livro foi publicada pela Tantor Media.

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Skyhorse Publishing

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Recorded Books

Uma edição deste livro foi publicada pela Recorded Books.

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