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One, None and a Hundred Thousand por Luigi…
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One, None and a Hundred Thousand (original 1926; edição 2017)

por Luigi Pirandello (Autor), Samuel Putnam (Tradutor)

MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaMenções
1,0042115,785 (3.87)34
Fiction. Translated from the Italian by William Weaver. Luigi Pirandello's extraordinary final novel begins when Vitangelo Moscarda's wife remarks that Vitangelo's nose tilts to the right. This commonplace interaction spurs the novel's unemployed, wealthy narrator to examine himself, the way he perceives others, and the ways that others perceive him. At first he only notices small differences in how he sees himself and how others do; but his self-examination quickly becomes relentless, dizzying, leading to often darkly comic results as Vitangelo decides that he must demolish that version of himself that others see. Pirandello said of his 1926 novel that it "deals with the disintegration of the personality. It arrives at the most extreme conclusions, the farthest consequences." Indeed, its unnerving humor and existential dissection of modern identity find counterparts in Samuel Beckett's Molloy trilogy and the works of Thomas Bernhard and Vladimir Nabokov.… (mais)
Membro:KENNERLYDAN
Título:One, None and a Hundred Thousand
Autores:Luigi Pirandello (Autor)
Outros autores:Samuel Putnam (Tradutor)
Informação:Martino Fine Books (2017), 270 pages
Colecções:A sua biblioteca
Avaliação:*****
Etiquetas:fiction-20th-century, high-rating, noted-writers, reviewed

Pormenores da obra

One, No One, and One Hundred Thousand por Luigi Pirandello (1926)

Adicionado recentemente porjayacarl, dmaddock1, OrinocoBooks, yuef3i, aleph123, jncc, Mattbr
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What can one say? The author by honest reflection identified high-order axioms of identities and relations of the self, and explored corollaries with humor and insight. And see how acting in accord with those axioms is punished. This last reminds me of Graham Greene's "The Heart of the Matter." ( )
  KENNERLYDAN | Jul 11, 2021 |
The point - what you see is not what I see, there is no "universal me", everything is subjective - could have been made in much fewer pages, and with a more entertaining writing style. ( )
  marzagao | Jun 1, 2021 |
Started out a bit Kafka-esque but then didn’t really go anywhere. Maybe that’s the point. It took Pirandello 15 years to write it which equates to just over 10 pages a year. Maybe that’s why.

Vitangelo’s wife tells him that his nose isn’t exactly centred and this off-the-cuff comment sends him into a metaphysical spiral. Questioning first his assymetrical nose in the mirror, he starts to question the truth of his own reflection, eventually disappearing up his own bum in pursuit of some form of reality.

The title refers to him being one person but really no one because no one really knows who he is but then he’s one hundred thousand because so many are like him. Whatever.

Quite deservedly, his life falls apart as he abandons everything to his quest. He loses his job, his wife, his friends and, according to everyone else, his sanity, ending up in Dostoevskian poverty.

I was left not quite knowing what I was supposed to take away. My nose is crooked anyway so I guess I’m safe. ( )
  arukiyomi | Sep 28, 2020 |
853.912 PIR
  ScarpaOderzo | Apr 13, 2020 |
853.912 PIR
  ScarpaOderzo | Apr 13, 2020 |
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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
Luigi Pirandelloautor principaltodas as ediçõescalculated
Böttner, AnnegretTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Bijman, LeontineTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Croci, GiovanniIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Simioni, CorradoEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Starink, MarjoDesignerautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Weaver, WilliamTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Título canónico
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Acontecimentos importantes
Filmes relacionados
Prémios e menções honrosas
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Epígrafe
Dedicatória
Primeiras palavras
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- Che fai? - mia moglie mi domandò, vedendomi insolitamente indugiare davanti allo specchio.
- Niente, - le risposi, - mi guardo qua, dentro il naso, in questa narice. Premendo, avverto un certo dolorino.
Mia moglie sorrise e disse:
- Credevo ti guardassi da che parte ti pende.
Mi voltai come un cane a cui qualcuno avesse pestato la coda:
- Mi pende? A me? Il naso?
E mia moglie, placidamente:
- Ma sì, caro. Guàrdatelo bene: Ti pende verso destra.
Citações
Últimas palavras
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(Carregue para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
Língua original
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
DDC/MDS canónico
Canonical LCC

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (1)

Fiction. Translated from the Italian by William Weaver. Luigi Pirandello's extraordinary final novel begins when Vitangelo Moscarda's wife remarks that Vitangelo's nose tilts to the right. This commonplace interaction spurs the novel's unemployed, wealthy narrator to examine himself, the way he perceives others, and the ways that others perceive him. At first he only notices small differences in how he sees himself and how others do; but his self-examination quickly becomes relentless, dizzying, leading to often darkly comic results as Vitangelo decides that he must demolish that version of himself that others see. Pirandello said of his 1926 novel that it "deals with the disintegration of the personality. It arrives at the most extreme conclusions, the farthest consequences." Indeed, its unnerving humor and existential dissection of modern identity find counterparts in Samuel Beckett's Molloy trilogy and the works of Thomas Bernhard and Vladimir Nabokov.

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