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Le Morte d'Arthur (1485)

por Sir Thomas Malory

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MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaMenções
7,120511,295 (3.86)166
The legends of King Arthur and his knights of the Round Table have inspired some of the greatest works of literature--from Cervantes's Don Quixote to Tennyson's Idylls of the King. Although many versions exist, Malory's stands as the classic rendition. Malory wrote the book while in Newgate Prison during the last three years of his life; it was published some fourteen years later, in 1485, by William Caxton. The tales, steeped in the magic of Merlin, the powerful cords of the chivalric code, and the age-old dramas of love and death, resound across the centuries. The stories of King Arthur, Lancelot, Queen Guenever, and Tristram and Isolde seem astonishingly moving and modern. Malory's Le Morte d'Arthur endures and inspires because it embodies mankind's deepest yearnings for brotherhood and community, a love worth dying for, and valor, honor, and chivalry.… (mais)
  1. 40
    The Acts of King Arthur and His Noble Knights por John Steinbeck (caflores)
  2. 20
    Tristan: With the surviving fragments of the 'Tristran' of Thomas por Gottfried von Strassburg (Shuffy2)
    Shuffy2: See the similarities between the two love triangles of King Arthur, Lancelot, and Guenevere AND King Mark, Isolde, and Tristan
  3. 00
    Don Quixote por Miguel de Cervantes Saavedra (CGlanovsky)
    CGlanovsky: Read the two concurrently and got a good sense of the kind of chivalric literature that gave birth to Quixote's madness.
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Abandoned. Thought I could do it, but turns out there's only so much "Sir Bleow-alot unhorsed Sir Palami-wain, Sir Launce-tram unhorsed Sir Perci-had" that a man can take in one lifetime. ( )
  emmby | Oct 4, 2023 |
The first time I read this I was a college student immersed in literature. I loved the language and imagery, truly felt transported to another time and place. With this second reading I see James Bond. Arthur roams the countryside, bedding/leaving damsels, fighting/killing whatever gets in his way, getting himself wrapped up in conspiracies and evil plots, all without losing his smirk. OK, maybe Malory doesn't mention the smirk, but you know it's there. ( )
  MrsBond | Jun 27, 2023 |
One of those very small Penguin 60s classics that slip easily into ones pocket. I have dozens of them and would read them on the train when commuting.
Extract from Le Morte dArthur, Penguin classics, 1969
  lcl999 | Jul 8, 2022 |
When I was in high school, I spent the summer reading Le Morte D'Arthur. It is probably still one of the best summers I've had. ( )
  zeropluszeroisone | Jan 30, 2022 |
Full disclosure, I did not actually make it through reading this book - I only read to page 235 before I gave up and focused on enjoying Aubrey Beardsley’s illustrations. Malory may have been the driving force behind expanding the Arthurian mythos to include more adventures about King Arthur’s knights and in romanticising the ideals of medieval chivalry, but unfortunately that doesn’t make up for the fact that his writing style is completely obtuse and unpleasant to read. It’s amazing what punctuation (especially punctuation and formatting that’s tied to dialogue) will do for readability, and how a lack-there-of presents a barriere which modern readers are not going to enjoy. Malory’s language itself isn’t exactly modernized, which is expected in a text coming to us from the 1400s, but in this specific edition which was published in the 1890s (mine is a modern facsimile republication of course) I expected at least a modicum of modernization.

Yet my goal in purchasing this specific edition wasn’t really to read the stories of King Arthur and the knights of the Round Table, anyways. I’m pretty familiar with the majority of Arthurian lore already, and to a certain extent expected that the readability of this volume wasn’t going to be its shining glory; like most purchasers of this weighty book (I imagine), I got it because it reprinted in its entirety Aubrey Beardsley’s first major collection of literary artwork. Compared to some of Beardsley’s later work, the Arthurian collection does have a few downfalls: its scope is far too large for the young artist, and readers can tell that his creativity was taxed by the sheer number of titling pieces he had to produce. Yet the larger illustrations, even those which don’t depict specific scenes from the tales, are wonderful examples of Beardsley’s mastery of composition, linework, and balance of negative and positive space. Even though the smaller compositions quickly become repetitive and stray from depicting the chapters they’re assigned to that doesn’t stop them from being great examples of Beardsley’s unique style of art and a showcase of his artistic experimentation in book illustration. There’s something intrinsically attractive about books which include titling artwork, so I’m glad that the publisher chose to utilize this method to enhance his publication - even though it wasn’t particularly popular at the time or a guaranteed success when other methods of illustration were undoubtedly more popular. ( )
  JaimieRiella | Feb 25, 2021 |
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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
Malory, Sir Thomasautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Agrati, GabriellaEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Baines, KeithTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Beardsley, AubreyIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Bryan, Elizabeth J.Introduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Budin, Stephanie LynnIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Caxton, WilliamEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Cooper, HelenEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Cowen, JanetEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Dillon, DianeArtista da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Dillon, LeoArtista da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Ferguson, Anna-MarieIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Field, P. J. C.Editor.autor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Gibbings, RobertIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Goodrich, Norma LorreEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Graves, RobertIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Jacobi, DerekNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Lumiansky, Robert M.Editorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Magini, Maria LetiziaEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Matthews, JohnEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Pollard, Alfred W.Editorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Rhys, ErnestEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Rhys, JohnIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Strachey, Sir EdwardEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Vinaver, EugèneEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Wright, ThomasEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado

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Contém

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Tem a adaptação

É resumida em

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Epígrafe
Dedicatória
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For Anna
To Frances Strachey
Her father inscribes this book
the introduction to which
could not have been now re-written
without her help
in making the ear familiar with words
which the eye can no longer read.
Primeiras palavras
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King Uther Pendragon, ruler of all Britain, had been at war for many years with the Duke of Tintagil in Cornwall when he was told of the beauty of Lady Igraine, the duke's wife.
Citações
Últimas palavras
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(Carregue para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Nota de desambiguação
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
This is the entry for the complete, unabridged text. Please don't combine with selections or retellings!
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
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Língua original
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DDC/MDS canónico
LCC Canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (2)

The legends of King Arthur and his knights of the Round Table have inspired some of the greatest works of literature--from Cervantes's Don Quixote to Tennyson's Idylls of the King. Although many versions exist, Malory's stands as the classic rendition. Malory wrote the book while in Newgate Prison during the last three years of his life; it was published some fourteen years later, in 1485, by William Caxton. The tales, steeped in the magic of Merlin, the powerful cords of the chivalric code, and the age-old dramas of love and death, resound across the centuries. The stories of King Arthur, Lancelot, Queen Guenever, and Tristram and Isolde seem astonishingly moving and modern. Malory's Le Morte d'Arthur endures and inspires because it embodies mankind's deepest yearnings for brotherhood and community, a love worth dying for, and valor, honor, and chivalry.

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