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Nadja

por André Breton

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1,772137,240 (3.47)47
"Nadja, " originally published in France in 1928, is the first and perhaps best Surrealist romance ever written, a book which defined that movement's attitude toward everyday life. The principal narrative is an account of the author's relationship with a girl in teh city of Paris, the story of an obsessional presence haunting his life. The first-person narrative is supplemented by forty-four photographs which form an integral part of the work -- pictures of various "surreal" people, places, and objects which the author visits or is haunted by in naja's presence and which inspire him to mediate on their reality or lack of it. "The Nadja of the book is a girl, but, like Bertrand Russell's definition of electricity as "not so much a thing as a way things happen, " Nadja is not so much a person as the way she makes people behave. She has been described as a state of mind, a feeling about reality, k a kind of vision, and the reader sometimes wonders whether she exists at all. yet it is Nadja who gives form and structure to the novel.… (mais)
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Mayores de 18 años
  Alba26 | Aug 22, 2019 |
Surrealismo
  GermanRestrepo | Mar 9, 2019 |
Beauty will be CONVULSIVE or will not be at all.

I found this artful. It worked on a cloudy Friday, a holiday from work. Shorn of ambition and venturing out for a pint (or two) of Czech pilsner. A man of letters encounters a beguiling woman. Something like synchronicity develops, though with blurred edges that suggest a chemical imbalance.

This brief novel reaches out to other works, other authors. There are plenty of photographs and drawings from the mysterious Nadja. The capricious perforations denote the surrealist logic. Nadja is a lodestar in milieu where the masses froth and scream for prophets and assassins. ( )
  jonfaith | Feb 22, 2019 |
> Par Adrian (Laculturegenerale.com) : Les 150 classiques de la littérature française qu’il faut avoir lus !
07/05/2017 - Vivez avec Nadja l’expérience surréaliste, croisez la beauté convulsive, jouez avec la folie et changez votre vie par la puissance de la poésie !
  Joop-le-philosophe | Jan 27, 2019 |
Nadja is Andre Breton’s second book, originally published in 1928 and is apparently the first surrealist romance novel. Breton, the founder of surrealism, seems to have based some of the story on a short relationship in Paris with a woman who perhaps later went mad and was institutionalized. Included are photographs of places in Paris that Breton found as surreal or that he visited with Nadja. There are also some drawings she made for him. It’s difficult to tell what’s real and isn’t – which was Breton’s point I assume. My favorite quote: “There is no use being alive if one must work.” That’s pretty real. ( )
1 vote Hagelstein | Jul 19, 2017 |
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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
André Bretonautor principaltodas as ediçõescalculated
Bohrer, Karl HeinzPosfácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Fleckhaus, WillyDesigner da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Schwibs, BerndTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
Língua original
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DDC/MDS canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês

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"Nadja, " originally published in France in 1928, is the first and perhaps best Surrealist romance ever written, a book which defined that movement's attitude toward everyday life. The principal narrative is an account of the author's relationship with a girl in teh city of Paris, the story of an obsessional presence haunting his life. The first-person narrative is supplemented by forty-four photographs which form an integral part of the work -- pictures of various "surreal" people, places, and objects which the author visits or is haunted by in naja's presence and which inspire him to mediate on their reality or lack of it. "The Nadja of the book is a girl, but, like Bertrand Russell's definition of electricity as "not so much a thing as a way things happen, " Nadja is not so much a person as the way she makes people behave. She has been described as a state of mind, a feeling about reality, k a kind of vision, and the reader sometimes wonders whether she exists at all. yet it is Nadja who gives form and structure to the novel.

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