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Gates of Fire: An Epic Novel of the Battle…
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Gates of Fire: An Epic Novel of the Battle of Thermopylae (original 1998; edição 2005)

por Steven Pressfield (Autor)

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2,856873,586 (4.21)73
At Thermopylae, a rocky mountain pass in northern Greece, the feared and admired Spartan soldiers stood three hundred strong. Theirs was a suicide mission, to hold the pass against the invading millions of the mighty Persian army. Day after bloody day they withstood the terrible onslaught, buying time for the Greeks to rally their forces. Born into a cult of spiritual courage, physical endurance, and unmatched battle skill, the Spartans would be remembered for the greatest military stand in history -- one that would not end until the rocks were awash with blood, leaving only one gravely injured Spartan squire to tell the tale. In Gates of Fire, Steven Pressfield portrays the boldest & bloodiest battle fought by the legendary Spartan Army against the Persian Empire. The national bestseller!… (mais)
Membro:mobileplaces
Título:Gates of Fire: An Epic Novel of the Battle of Thermopylae
Autores:Steven Pressfield (Autor)
Informação:Bantam (2005), Edition: Reprint, 400 pages
Colecções:Ron's professional books
Avaliação:
Etiquetas:Nenhum(a)

Pormenores da obra

Gates of Fire: An Epic Novel of the Battle of Thermopylae por Steven Pressfield (1998)

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Definitely the best historical novel. The stand of the Spartans and allies at Thermopylae is probably the greatest historical tale of courage in any form, and this novel was just the right level of hewing to accepted historical record as well as good character development and story. ( )
  octal | Jan 1, 2021 |
Primarily a war story in which every single thing is the most: the hardest, the most violent, bravest, the worst treated, the saddest. Extremely clumsy with only a very few good passages scattered here and there

Permeated with a slightly homo-erotic militarism which did nothing for me, but as most organised militarism is homoerotic that wasn't so far from the mark.

I decided that I would read one-third before I abandoned this pretty-much empty book, and I was sooo, so relieved when, finally, finally, I made it to 1/3 and could throw it away.

To summarize: it was like being forced to watch one of those painfully stupid war films from the 1940s.... and this book has a 4.4 rating on goodreads? OK, that explains something. ( )
  GirlMeetsTractor | Mar 22, 2020 |
This is one of the best books I've ever read. Pressfield mixes a great story with extensive research to create a classic. You can tell he really loves his subject and that makes the story come alive even more. ( )
  TBatalias | Feb 22, 2020 |
To be fair, this book is exactly what the title sells it as. But it is nothing more than that. It is basically one long Brandon Sanderson fight scene. Epic? Maybe, but self-consciously epic, unbelievably epic; and therefore I found it powerless. And the writing is terrible.

"The more miserable the conditions, the more convulsing the jokes become, or at least that's how it seems. I have witnessed venerable Peers of fifty years or more, with thick gray in their beards and countenances as distinguished as Zeus', dropping helpless with mirth onto hands and knees, toppling onto their backs and practically pissing down their legs they were laughing so hard. Once on an errand I saw Leonidas himself, unable to get to his feet for a minute or more, so doubled over was he from some otherwise untranslatable wisecrack."

Good thing the joke was untranslatable, because otherwise Pressfield might have had to write it, and dialog is beyond him. ( )
  breic | Jun 14, 2019 |
“Thumos” é a palavra grega para ‘paixão’ ou um ´ânimo arrebatador’. É o estado de espírito que move o ser humano a fazer ou grandes obras ou grandes desgraças. É a força que ultrapassa a razão com toda a emoção no seu ‘objeto’ desejado, seja um objetivo, uma ideia, uma causa, uma mulher...ou este livro.

Gates of Fire, ou Portas de Fogo se quiserem uma versão em português, é a representação física e literal deste sentimento. É um reconto ficcional da Batalha de Termópilas, onde trezentos Espartanos e aliados da Tespia encontraram as forças de Xerxes I da Pérsia com o objetivo de parar o seu avanço. Contado através de dois pontos de vista, o personagem em comum e responsável por contar a história é Xeones, um sobrevivente da batalha.

Dizem que as outras cidades fazem templos e palácios. Dizem que Esparta faz homens.

Este é um dos temas principais a acompanhar. Através da vida dura de treino e servidão no meio militar e social de Esparta, homens aprendem a serem homens, catalizando os seus instintos naturais mais selvagens em prol da camaradagem, da honra e do dever. Adotam princípios de estoicismo para não cair na tentação das paixões niilistas e entretanto, ironicamente, usam toda a própria essência ao serviço da pátria, da família e do irmão de armas ao seu lado. Perder uma arma ou um capacete é perdoável, mas perder o escudo é desonra e merece toda a fúria do castigo, pois um homem sem escudo não pode proteger o que está ao seu lado, pondo todo o batalhão vulnerável. O escudo, por ser um simbolo de proteção e vigia, o seu bom uso ou nenhum uso implica o valor do homem e o valor do homem implica a força do esquadrão quando se debatem com o inimigo.

Matámos trezentos deles e precisámos de dois milhões para o fazer – Artemisia

Não é por acaso que esta obra é recomendada ou mesmo obrigatória nos treinos de elite do exército. Oficialmente nos Marines e na Academia Naval Americana, são ensinados estes valores através deste livro. Não oficialmente, é vivamente recomendado aos soldados em vários sectores militares de vários países, pelo menos, para aqueles interessados na leitura e que querem uma boa dose de Thumos na sua carreira militar ou inicio dela. Dá para entender o seu impacto ao vermos o Docufilme como Restrepo e sequela Korengal, onde tem grafites nas paredes de simbolos Espartanos e frases motivadoras acompanhar invocando o “espírito espartano”. Este livro que foi também escrito por um ex-Marine, explica o melhor que pode a quem nunca vai ou nunca fez carreira militar o que motiva os homens jovens a juntarem-se ao exército e o que os mantém lá, mesmo durante a guerra, a violênca e a morte. Dá um cheirinho a nós sentados no sofá da psicologia e do sentimento daquele que viu batalha e sente falta dela e também daquele que não gosta de combate mas sente o dever de o fazer.

“Nunca saboreaste liberdade, amigo’ – falou Dienekes, - ‘ou saberias que é comprada não com ouro mas aço”.

Claro que além do romanticismo dos efeitos positivos da paixão no homem, existe também uma forte critica das ironias por ela criada. E quando paixão é raiva? Quando é sede de vingança? Quando nada é mais gratificante e sedutor que acabar com um adversário que nos quer matar e deixar correr no sangue o poder deifico de ter controle da vida de alguém e tira-la, para que possamos viver mais um dia ao lado dos nossos camaradas que nos acompanham ao voltar para casa e para podermos ter os abraços da mulher e dos filhos. Em batalha só existe o transe onde se descobre aquilo que nunca se imaginou conseguir fazer e aquilo que é esperado de nós fazer. Essa batalha pode ser uma guerra ou um simbolismo da aventura que é a vida.

Ser homem é ser assertivo perante a vida, as dificuldades e circunstancias, ser decidido perante a adversidade mesmo sem ter conhecimento total do perigo. É arriscar a vida por algo maior: a família. O grupo. Mas essa virilidade pode trazer tanto de bom como é responsável por muito de mau. O inimigo é viril. Os terroristas são viris porque são também capazes de lutar por uma causa ou por princípios. Um homem que seja capaz de tomar posse de tudo sem vergonha nenhuma pode ser considerado viril por ter uma coragem tremenda mesmo que descarada. Virilidade ou masculinidade são temas debatidos desde Grécia Antiga como Portas de Fogo o mostra através de palavras inspiradas em Heroduto e Plutarco, mas o propósito é encontrar o balanço através da empatia ao outro e merecer a paz perante Deus (ou Deuses).

“O oposto de medo, ‘- disse Dienekes - ‘é o amor”

”Porque são vocês, mulheres espartanas, as únicas que conseguem mandar nos homens?”
“Porque também somos as únicas que damos ah luz homens” - Gorgon, Rainha de Esparta e Mulher do rei Leonidas


A mulher é o outro fator importantíssimo no desenvolvimento físico e psicológico destes homens. Têm provas físicas e “olímpicas” tais como eles e são responsáveis pela estabilidade emocional na casa e na própria civilização da Lacedemonia. Steven Pressfield, o autor, dá um alto valor ao ser feminino e não pede nenhuma desculpa ao mostrar. São a estrela norte do soldado Spartano e responsáveis a aplicar a bravura e militarismo. O livro romantiza o amor e paixão pelo casamento, lealdade e fidelidade embora baseado em factos reais do grande poder e liberdade da mulher, que tinha todo o gosto de dar ao estado as crianças mais fortes e mais propicias a fazer um bom soldado. Embora lealdade e fidelidade sejam reforçados no livro, no exercito e em casa, na realidade a mulher tinha todo o poder e regalia em relação ao divorcio. Afinal de contas, o resto da grécia via Esparta como efeminado pelas mulheres, dizem, além de mandarem nos maridos serem altamente promiscuas.
Em suma, Pressfield consegue pegar nos grandes factos e temas culturais antigos e dar-lhe uma ocidentalização inspiradora de valores que permitem ao homem e mulher estabilidade e formar uma equipa que enfrente a vida de uma forma apaixonada, mesmo que não necessariamente a todo o momento feliz.

Conclusão

Esta foi a melhor obra de ficção histórica que mais gostei de ler até hoje, especialmente sendo um fã de obras de Heroduto, Homero e Tucídes. Grécia e Roma antiga têm muito a ensinar e comparar com a historia contemporânea. Portas de Fogo é uma obra epicamente romantizada destes tempos e serve de catalisador do uso positivo de Thumos e tem muito, certamente, de inspirador. Apesar do grande tema masculino visto o foco serem os soldados, a filosofia é recomendada e aplicada por ambos os sexos e todas as idades. É um livro para toda a gente. Mesmo que ninguém tire nenhuma paixão do livro, pelo menos terá certamente uma leitura épica e tira umas conclusões decentes da psicologia do soldado, da cultura grega e talvez até criar um bichinho para ler a história real.

Não controlamos o nivel de talento que nos é dado. Não temos controle da natureza do nosso dom. Mas o que conseguimos controlar é a nossa auto-motivação, auto-disciplina, auto-validação e auto-reforço. Conseguimos controlar o quanto arduamente e inteligentemente trabalhamos – Steven Pressfield ( )
1 vote Igor_Veloso | May 12, 2019 |
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300 (2006IMDb)
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Epígrafe
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Although extraordinary valor was displayed by the entire corps of Spartans and Thespians, yet bravest of all was declared the Spartan Dienekes. It is said that on the eve of battle, he was told by a native of Trachis that the Persian archers were so numerous that, when they fired their volleys, the mass of arrows blocked out the sun. Dienekes, however, quite undaunted by this prospect, remarked with a laugh, "Good. Then we'll have our battle in the shade."
                                                                              ---HERODOTUS, THE HISTORIES
The fox knows many tricks;
the hedgehog one good one.
                    ---ARCHILOCHUS
Dedicatória
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For my mother and father
Primeiras palavras
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I had always wondered what it felt like to die.
Citações
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O xein angellein Lakedaimoniois hoti tede
keimetha tois keinon rhemasi peithomenoi

---Simonides,
via Steven Pressfield
Ō ksein', angellein Lakedaimoniois hoti tēide
keimetha tois keinōn rhēmasi peithomenoi.


---Simonides,
via Herodotus
[Go] Tell the Spartans, stranger passing by,
that here obedient to their laws we lie.

---trans.
Steven Pressfield
Go tell the Spartans, thou who passest by,
That here, obedient to their laws, we lie.

---trans.
William Lisle Bowles
Stranger, tell the Spartans that we behaved
as they would wish us to, and are buried here.

---trans.
William Golding
Últimas palavras
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Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
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Língua original
DDC/MDS canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (2)

At Thermopylae, a rocky mountain pass in northern Greece, the feared and admired Spartan soldiers stood three hundred strong. Theirs was a suicide mission, to hold the pass against the invading millions of the mighty Persian army. Day after bloody day they withstood the terrible onslaught, buying time for the Greeks to rally their forces. Born into a cult of spiritual courage, physical endurance, and unmatched battle skill, the Spartans would be remembered for the greatest military stand in history -- one that would not end until the rocks were awash with blood, leaving only one gravely injured Spartan squire to tell the tale. In Gates of Fire, Steven Pressfield portrays the boldest & bloodiest battle fought by the legendary Spartan Army against the Persian Empire. The national bestseller!

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