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Civilization and its discontents por Sigmund…
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Civilization and its discontents (original 1953; edição 1989)

por Sigmund Freud, James Strachey

MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaMenções
4,713391,732 (3.61)37
During the summer of 1929, Freud worked on what became this seminal volume of twentieth-century thought.
Título:Civilization and its discontents
Autores:Sigmund Freud
Outros autores:James Strachey
Informação:New York : Norton, 1989.
Colecções:A sua biblioteca

Pormenores da obra

Civilization and Its Discontents por Sigmund Freud (1953)

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» Ver também 37 menções

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james Strachey
  cheshire11 | Apr 7, 2021 |
Pessimistic and realistic - there are limits to how much we can change human behavior. We aren't entirely free in civilization, but we weren't free before civilization either. Skeptical of Utopians (political or otherwise), Freud suggests we do the best to obtain the happiness we're able. ( )
  poirotketchup | Mar 18, 2021 |
Thanatos is having a moment right now so I thought I'd revisit the good doctor.

It's hilarious to be prompted to "review" a book like this. As if I could skydive in from 10,000 feet with something to contribute.

On a personal note, I had to read this my sophomore year of college and I couldn't make heads or tails of it. At least that is no longer the case. Maybe in another 6 years I'll understand some more.
  trotta | Mar 4, 2021 |
Utter, made-up, nonsense. Read Frederick Crews' book, Freud: The Making of an Illusion, for a (very long) description of what a pseudo-scientist Freud was and how his writings, including this one, are based on nothing but his personal delusions and ambitions. If I could give this 0 stars, I would. ( )
  tnilsson | Jan 27, 2021 |
My first Freud; one has to start somewhere. This edition is Freud's essay itself, no introduction on Freud's life and works, no extra commentary, ... No, you get instant access. About the synopsis, I'll just copy-paste what was written for another edition: In what remains one of his most seminal papers, Freud considers the incompatibility of civilization and individual happiness, and the tensions between the claims of society and the individual.

While it's a short book, it should be relatively smooth to get through, but it's of course not an easy subject. Freud claims there's a constant contrast between the desires of the individual, Eros (Sex Drive) and Thanatos (Death Drive), and those of society, in which the individual must adapt him/herself to avoid being reprimanded/punished by the larger group when committing certain (primal) acts (mainly in terms of death, destruction, aggression, ...). And if the group won't punish, then the individual's internal super-ego will, maybe even harder than society itself, as a feeling of guilt will always pop up, be it because of the act or even having thought of possibly committing the act.

Freud is also against religion in terms of giving people a feeling of guilt or having them think it's God's fault, not theirs. Politicial systems like communism are also not to Freud's liking, as aggression does not come from private property; if all would be equal in that respect, i.e. no one having private property, it wouldn't mean that all would be well, that any negative feelings would be removed or disabled.

Maybe certain things Freud wrote have in the past decades been confirmed or disproven/invalidated, but I haven't read enough on the subject to make the comparison. I'll leave it to the specialists in the field of psychoanalysis and psychology.

In any case, this little work is interesting food for thought regarding the relation between the individual and him/herself and between the individual and society and how both parties are in a perpetual struggle to find a balance for happiness (for all parties involved). 'Civilization and Its Discontents' is, however, perfectly compatible with, for example, the books of [a:Paul Verhaeghe|153520|Paul Verhaeghe|https://s.gr-assets.com/assets/nophoto/user/u_50x66-632230dc9882b4352d753eedf9396530.png], the Belgian professor of clinical psychology and psychoanalysis.
( )
  TechThing | Jan 22, 2021 |
Mostrando 1-5 de 34 (seguinte | mostrar todos)
This, written in 1930, on the eve of destruction as it were, is a summary of Freud's beliefs, the potted essence of his system as applied to the broad picture. Those who decry the Freudian technique as far as our interior mental landscapes go would do well to remember that, whatever his flaws as a scientist, he was a first-rate essayist.

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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
Freud, Sigmundautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Šuvajevs, IgorsTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
López-Ballesteros, LuisTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
McLintock, DavidTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Riviere, JoanTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Strachey, JamesTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Título canónico
Título original
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Data da publicação original
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Primeiras palavras
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It is impossible to escape the impression that people commonly use false standards of measurement -- that they seek power, wealth, and success for themselves and admire them in others, and that they underestimate what is of true value in life.
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
Civilization, therefore, obtains mastery over the individual's dangerous desire for aggression by weakening and disarming it and by setting up an agency within him to watch over it, like a garrison in a conquered city.
Últimas palavras
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Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
Língua original
DDC/MDS canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (1)

During the summer of 1929, Freud worked on what became this seminal volume of twentieth-century thought.

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Descrição do livro
Resumo Haiku

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4.5 10
5 112

W.W. Norton

3 edições deste livro foram publicadas por W.W. Norton.

Edições: 0393301583, 0393059952, 0393304515

Penguin Australia

3 edições deste livro foram publicadas por Penguin Australia.

Edições: 0141018992, 0141182369, 0141194987

Tantor Media

Uma edição deste livro foi publicada pela Tantor Media.

» Página Web de informação sobre a editora

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