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The Journal of Albion Moonlight (New…
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The Journal of Albion Moonlight (New Directions Paperbook) (original 1941; edição 1961)

por Kenneth Patchen (Autor)

MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaMenções
283369,689 (4.04)5
Kenneth Patchen sets off on an allegorical journey of his own in which the far boundaries of love and murder, madness and sex are sensually explored. His is the tale of a disordered pilgrimage to H. Roivas (Heavenly Savior) in which the deranged responses of individuals point up the outer madness from which they derive in a more imaginative way that social protest generally allows.Like Camus, Kenneth Patchen is anti-cool, anti-hip, anti-beat.… (mais)
Membro:staunchwoody
Título:The Journal of Albion Moonlight (New Directions Paperbook)
Autores:Kenneth Patchen (Autor)
Informação:New Directions (1961), 320 pages
Colecções:A sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:to-read

Pormenores da obra

The Journal of Albion Moonlight por Kenneth Patchen (1941)

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Disturbing, experimental and brutal, The Journal of Albion Moonlight is a post-apocalyptic novel before such a thing was invented. Patchen doesn't require an invented fantasy apocalypse to tell this story, war is the apocalypse that ends life, morality, and rationality, War is madness. The story is nominally set during World War II but it really takes place in a mind at war. The Journal of Albion Moonlight felt like the pre-cursor to Naked Lunch, perhaps it influenced Burroughs. Patchen combines abstraction and cruelty, literary flights of insightful philosophy and unexpected humor. At times, the violence toward women was too much for me. Yet I reminded myself, this is what war does. It makes the book hard to like but as relevant now as it was then. And it squarely lays the blame for war on Capitalism. I can't recommend this avant-garde, brilliant work, but I'm glad that I read it. ( )
1 vote David_David_Katzman | Jun 3, 2017 |
“Everyone is saying where can we hide when the war comes? No one at all is saying: where can we hide the war?” (35)

A formidable, deeply affecting novel/poem by a master of mixed media. I read “Albion Moonlight” in bits and pieces, binged on it, ignored it for months only to take it up again, shocked by what I remembered and didn’t remember. At several points I thought I’d never finish it. At other points I wanted to read nothing else.

Patchen, a pacifist, self-published “The Journal of Albion Moonlight” on the eve of America’s entrance into WWII. In his own words: [http://web.archive.org/web/20110917132751/http://library.ucsc.edu/content/kp-pat....]
"I attempted to write the spiritual account of this summer... [1940]-a summer when all the codes and ethics which men lived by for centuries were subjected to the acid tests of general war and universal disillusionment. I had to recreate that chaos...uncharted horror and suffering and complete loss of heart by most human beings...I have I think kept the reader on his toes-I have made him a participant...To love all things is to understand all things; and that which is understood by any of us becomes a knowledge embedded in all of us...To recognize truth it is only necessary to recognize each other.”
  Mary_Overton | Jun 9, 2015 |
I have two copies of this book because I literally wore the first one out! I still have it but it is being held together with white adhesive tape like the proverbial geek's eyeglasses. I wonder what I would think of it today?
  Hoagy27 | Nov 28, 2006 |
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Citações
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Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
Língua original
DDC/MDS canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês

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Kenneth Patchen sets off on an allegorical journey of his own in which the far boundaries of love and murder, madness and sex are sensually explored. His is the tale of a disordered pilgrimage to H. Roivas (Heavenly Savior) in which the deranged responses of individuals point up the outer madness from which they derive in a more imaginative way that social protest generally allows.Like Camus, Kenneth Patchen is anti-cool, anti-hip, anti-beat.

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