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Antigone por Jean Anouilh
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Antigone (edição 2016)

por Jean Anouilh (Autor)

MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaMenções
1,2671511,157 (3.93)26
'Anouilh is a poet, but not of words: he is a poet of words-acted, of scenes-set, of players-performing' Peter Brook Jean Anouilh, one of the foremost French playwrights of the twentieth century, replaced the mundane realist works of the previous era with his innovative dramas, which exploit fantasy, tragic passion, scenic poetry and cosmic leaps in time and space. Antigone, his best-known play, was performed in 1944 in Nazi-controlled Paris and provoked fierce controversy. In defying the tyrant Creon and going to her death, Antigone conveyed to Anouilh's compatriots a covert message of heroic resistance; but the author's characterisaation of Creon also seemed to exonerate Marshal Petain and his fellow collaborators. More ambivalent than his ancient model, Sophocles, Anouilh uses Greek myth to explore the disturbing moral dilemmas of our times. Commentary and notes by Ted Freeman.… (mais)
Membro:Dunaganagain
Título:Antigone
Autores:Jean Anouilh (Autor)
Informação:JH ILC (2016), 17 pages
Colecções:A sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:Nenhum(a)

Pormenores da obra

Antigone por Jean Anouilh (Author)

  1. 20
    The Flies por Jean-Paul Sartre (raton-liseur)
    raton-liseur: Deux réécritures de mythes grecs, écrites dans le même contexte, celui de l'Occupation pendant la 2nde guerre mondiale. Liberté, choix, responsabilité sont les notions évoquées dans ces deux pièces marquantes.
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Mostrando 1-5 de 15 (seguinte | mostrar todos)
I’m so excited to finally be posting a mini review of one of my favourite french plays, Antigone! Antigone is a retelling of Sophocles’ Antigone from Ancient Greece, adapted by Jean Anouilh during World War II. While the play is close to eighty years old now, it fits the current trend of retelling ancient myths and examining classics from a modern perspective.

The play follows Antigone as she attempts to bury her dead brother even though it’s against the laws of her uncle’s authoritarian regime. As Antigone debates with her uncle the nature of happiness and freedom versus laws and order, the pair also explore the influence of nostalgia on memories from childhood. I loved the contrast between the idealism of youth and the reality of adulthood through the young character of Antigone, as well as the idea of destiny (Antigone’s father is the famed Oedipus, so she feels that she must follow in his footsteps.)

Antigone is a tragedy and despite knowing that all will not end well, Anouilh manages to suspend that to craft an amazing play. In my opinion, the play reads very well, and I don’t think you necessarily have to see it performed to appreciate the writing, though of course the adaption on Youtube I watched was equally amazing.

Rating 5/5: The play is a short and a simple read, the characters all incredibly written. If you ever have the chance to see Antigone in person (I wish I did!) I’d highly recommend it. If not, I’d recommend the read for anyone who is a fan of Madeline Miller or the musical Hadestown! ( )
  Reading.rock | Jan 14, 2021 |
M-3
  Murtra | Sep 22, 2020 |
Written and performed in Paris during the Occupation this play explores the tragedy of Antigone who defies her uncle's order to bury her brother, Polynices. Its exploration of themes such as loyalty, defiance, happiness, and adherence to the law are fascinating to consider in the context of when the play was originally produced. While the play is a bit heavy on long speeches, as is fitting to a classical tragedy, there are occasional moments of humour interwoven throughout as the play makes its way to its inevitable tragic end. ( )
  MickyFine | Jul 10, 2020 |
> Par Adrian (Laculturegenerale.com) : Les 150 classiques de la littérature française qu’il faut avoir lus !
07/05/2017 - Un pessimiste, encore ! Mais un pessimiste qui ne dit pas non à la vie. Les jeunes héros idéalistes d’Antigone acceptent les compromissions de la vie avec désenchantement :
« Je comprends seulement maintenant combien c’était simple de vivre… »

> L'Antigone de Sophocle, lue et relue et que je connaissais par cœur depuis toujours, a été un choc soudain pour moi pendant la guerre, le jour des petites affiches rouges. Je l'ai réécrite à ma façon, avec la résonance de la tragédie que nous étions alors en train de vivre. --Jean Anouilh.
  Joop-le-philosophe | Jan 27, 2019 |
Inspired by current events I went back to read classics from an earlier Resistance that I first encountered in a university French class. The title character remains a compelling one, both staunch and uncertain, a little lost and wholly driven. (Re)discovering that Anouilh is pushing the whole existentialist idea of the Absurd, in which her sacrifice is meaningless even at last to her (and that there is perhaps an integrity in that meaningless choice, but no vindication of righteousness), feels like a betrayal. ( )
  zeborah | Jan 1, 2018 |
Mostrando 1-5 de 15 (seguinte | mostrar todos)
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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
Anouilh, JeanAutorautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Bray, BarbaraTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Fragnol, LaurenceFotógrafoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Galantiere, LewisTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Meier, DieterEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Prémios e menções honrosas
Epígrafe
Dedicatória
Primeiras palavras
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Le Prologue: Voilà. Ces personnages vont vous jouer l'histoire d'Antigone.
Citações
Últimas palavras
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(Carregue para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
Língua original
Informação do Conhecimento Comum em francês. Edite para a localizar na sua língua.
DDC/MDS canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (4)

'Anouilh is a poet, but not of words: he is a poet of words-acted, of scenes-set, of players-performing' Peter Brook Jean Anouilh, one of the foremost French playwrights of the twentieth century, replaced the mundane realist works of the previous era with his innovative dramas, which exploit fantasy, tragic passion, scenic poetry and cosmic leaps in time and space. Antigone, his best-known play, was performed in 1944 in Nazi-controlled Paris and provoked fierce controversy. In defying the tyrant Creon and going to her death, Antigone conveyed to Anouilh's compatriots a covert message of heroic resistance; but the author's characterisaation of Creon also seemed to exonerate Marshal Petain and his fellow collaborators. More ambivalent than his ancient model, Sophocles, Anouilh uses Greek myth to explore the disturbing moral dilemmas of our times. Commentary and notes by Ted Freeman.

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