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Slowness (1995)

por Milan Kundera

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MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaMenções
2,261306,909 (3.55)11
After the gravity of The Unbearable Lightness of Being and Immortality, Slowness comes as a surprise: it is certainly Kundera's lightest novel, a divertimento, an opera buffa, with, as the author himself says, "not a single serious word in it"; then, too, it is the first of his novels to have been written in French (in the eyes of the French public, turning him definitively into a "French writer"). Disconcerted and enchanted, the reader follows the narrator of Slowness through a midsummer's night in which two tales of seduction, separated by more than two hundred years, interweave and oscillate between the sublime and the comic. In the eighteenth-century narrative, the marvelous Madame de T. summons a young nobleman to her chateau one evening and gives him an unforgettable lesson in the art of seduction and the pleasures of love.In the same chateau at the end of the twentieth century, a hapless young intellectual experiences a rather less successful night. Distracted by his desire to be the center of public attention at a convention of entomologists, Vincent loses the beautiful Julie - ready and willing though she is to share an evening of intimacy and sexual pleasure with him - and suffers the ridicule of his peers. A "morning-after" encounter between the two young men from different centuries brings the novel to a poignant close: Vincent has already obliterated the memory of his humiliation as he prepares to speed back to Paris on his motorcycle, while the young nobleman will lie back on the cushions of his carriage and relive the night before in the lingering pleasure of memory.… (mais)
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Kundera usa ao mesmo tempo um romance libertino do século XVIII e uma viagem que ele e a mulher fazem a um castelo em França, transformado em hotel, para dar vida a uma série de personagens do passado e do presente que se cruzam numa conferência de entomologistas realizada num dos seus salões. Personagens e histórias de ontem e de hoje entrelaçam-se de tal forma que ninguém se surpreende, por exemplo, que um homem de capacete, nervoso e impaciente, acelerando a toda a velocidade a sua moto, se afaste, enquanto outro, com uma peruca branca, sonolento e ensimesmado, sobe para uma sege que parece saída de uma gravura do passado: o primeiro deseja, sem dúvida, abandonar alguma coisa com urgência; o segundo, no entanto, parece disposto a recordar, ao ritmo lento do cavalo, a noite qua acaba de passar com a misteriosa e sedutora Madame de T. Desconcertado e encantado, o leitor segue o narrador através de uma noite de verão em que duas histórias de sedução, separadas por mais de duzentos anos, se entrelaçam e oscilam entre o sublime e o cómico. Subjacente a esta fantasia libertina está uma profunda meditação sobre a vida contemporânea: sobre o vínculo secreto entre lentidão e memória; sobre a ligação entre o desejo contemporâneo de esquecer e o modo como nos entregamos ao demónio da velocidade. A Lentidão de Milan Kundera ( )
  Jonatas.Bakas | Apr 23, 2021 |
Dieses kleine Buch ist ein langer Seufzer. Aber was unternimmt Milan Kundera nicht alles, um diesen Seufzer zu maskieren. "Die Langsamkeit" ist Medienschelte und Kulturkritik [...]. Das alles ist nicht falsch, und so könnte der Leser zerstreut, aber beifällig mit dem Kopf nicken und sich mit großer Geschwindigkeit einem besseren Buch zuwenden.
 
Der Kult der Langsamkeit – Milan Kundera hat eine verlorene Tugend wiederentdeckt
adicionada por chwiggy | editarFocus, Jakob Osten (Aug 14, 1995)
 

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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
Milan Kunderaautor principaltodas as ediçõescalculado
Asher, LindaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Moura, Beatriz deautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Suni, AnnikkiTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Epígrafe
Dedicatória
Primeiras palavras
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We suddenly had the urge to spend the evening and night in a chateau.
Citações
Últimas palavras
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(Carregue para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
Língua original
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
DDC/MDS canónico
LCC Canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (2)

After the gravity of The Unbearable Lightness of Being and Immortality, Slowness comes as a surprise: it is certainly Kundera's lightest novel, a divertimento, an opera buffa, with, as the author himself says, "not a single serious word in it"; then, too, it is the first of his novels to have been written in French (in the eyes of the French public, turning him definitively into a "French writer"). Disconcerted and enchanted, the reader follows the narrator of Slowness through a midsummer's night in which two tales of seduction, separated by more than two hundred years, interweave and oscillate between the sublime and the comic. In the eighteenth-century narrative, the marvelous Madame de T. summons a young nobleman to her chateau one evening and gives him an unforgettable lesson in the art of seduction and the pleasures of love.In the same chateau at the end of the twentieth century, a hapless young intellectual experiences a rather less successful night. Distracted by his desire to be the center of public attention at a convention of entomologists, Vincent loses the beautiful Julie - ready and willing though she is to share an evening of intimacy and sexual pleasure with him - and suffers the ridicule of his peers. A "morning-after" encounter between the two young men from different centuries brings the novel to a poignant close: Vincent has already obliterated the memory of his humiliation as he prepares to speed back to Paris on his motorcycle, while the young nobleman will lie back on the cushions of his carriage and relive the night before in the lingering pleasure of memory.

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