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De jaren por Annie Ernaux
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De jaren (original 2008; edição 2020)

por Annie Ernaux (Autor)

MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaMenções
4452442,734 (4.15)38
"Available in English for the first time, the latest astonishing, bestselling, and award-winning book by Annie Ernaux. The Years is a personal narrative of the period 1941 to 2006 told through the lens of memory, impressions past and present -- even projections into the future -- photos, books, songs, radio, television and decades of advertising, headlines, contrasted with intimate conflicts and writing notes from six decades of diaries. Local dialect, words of the times, slogans, brands and names for the ever-proliferating objects, are given voice here. The voice we recognize as the author's continually dissolves and re-emerges. Ernaux makes the passage of time palpable. Time itself, inexorable, narrates its own course, consigning all other narrators to anonymity. A new kind of autobiography emerges, at once subjective and impersonal, private and collective. On its 2008 publication in France, The Years came as a surprise. Though Ernaux had for years been hailed as a beloved, bestselling and award-winning author, The Years was in many ways a departure: both an intimate memoir "written" by entire generations, and a story of generations telling a very personal story. Like the generation before hers, the narrator eschews the "I" for the "we" (or "they", or "one") as if collective life were inextricably intertwined with a private life that in her parents' generation ceased to exist. She writes of her parents' generation (and could be writing of her own book): "From a common fund of hunger and fear, everything was told in the "we" and impersonal pronouns.""--… (mais)
Membro:FrankDeClerck
Título:De jaren
Autores:Annie Ernaux (Autor)
Informação:De Arbeiderspers (2020), Edition: 01, 240 pages
Colecções:Lidos mas não possuídos
Avaliação:*****
Etiquetas:Nenhum(a)

Pormenores da obra

The Years por Annie Ernaux (2008)

Adicionado recentemente porbiblioteca privada, knstntn, sharvani, CVandenEynde, Abreta, tha-bz, johannes_reiter, line, jgmencarini
  1. 10
    The Rain Before it Falls por Jonathan Coe (Babou_wk)
    Babou_wk: Une vie racontée à partir de photographies.
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Mostrando 1-5 de 24 (seguinte | mostrar todos)
Este livro, Os Anos de Annie Ernaux, traduzido por Maria Etelvina Santos, é um livro excecional. Muito bem escrito, muito completo, um livro que nos faz refletir, que nos envolve, nos devolve vivências guardadas na memória, nos dá a conhecer livros, filmes, músicas (de tal forma, que damos por nós a ir pesquisar e a encontrar algumas pérolas literárias, musicais e cinematográficas). Não é, por isso mesmo, um livro de leitura rápida, exige um compromisso, tempo de reflexão que nada têm a ver com o fugaz, apesar de a maior parte dos acontecimentos narrados terem sido vítimas da frugalidade da própria vida. Mas é literatura, sim! Quem gosta de verdadeira e boa literatura, vai inevitavelmente gostar deste livro.

Os acontecimentos d’Os Anos são-nos apresentados como imagens, flashes que compõem, de certa forma, uma autobiografia impessoal. Há um observar de fora para dentro. Uma interpretação. As imagens são efémeras, permanecem na memória as imagens seletivas. E é incrível como tendemos, ao longo da vida, a replicar imagens aparentemente gastas. Com o tempo, estamos a ser o que foram os pais e até os avós. Estamos a replicar o que criticávamos. Estamos a valorizar o que menosprezávamos.

Muitas foram as passagens que assinalei com post-it, passagens que, de alguma forma, me fizeram refletir ou, simplesmente, sorrir. Exemplifico com o momento em que a narradora menciona o presente, em que o casal tem mais valor do que o solteiro. Em que tudo o que criticavam nos pais, é reproduzido – o casamento, a obsessão pela ascensão social, profissional e material. É um presente em que o ter suplanta o ser. O ser que sonhava, que queria saber, que chocava, desafiava, não se conformava, ficou no passado, do qual se sente uma saudade quase narcísica, um desejo de se desprender desta burguesia comezinha que se aceitou e voltar ao passado, onde ainda não havia eta preocupação com o material. É incrível como a narradora aborda temas tão pertinentes e tão atuais e como conseguimos perceber que nem sempre evoluímos. Quando pensamos, por exemplo, em momentos em que a mulher se impôs e se afirmou na sociedade, somos levados imediatamente a pensar “onde está essa mulher que lutou pelos seus direitos? Acomodada?” E são tantos os temas! Abordados de forma crua e irónica.

Preservam-se estas imagens d’Os Anos na memória, onde ficam, de forma seletiva, registos de acontecimentos, de músicas que ouvimos e, num determinado momento, nos marcaram, de livros que lemos, de escritores com que nos identificámos. Como se a nossa memória tivesse pequenas gavetas, que vamos abrindo sempre que nos sentimos afastar de quem realmente somos. Por vezes, sentimos necessidade de recuperar essas memórias. Outras, surgem naturalmente quando, por exemplo, as associamos a uma vivência presente. Outras, ainda, quando olhamos para trás numa reflexão sobre o que foi e tem sido a nossa vida.

Escusado será dizer que adorei este livro. Um pequeno grande livro!

Ficaria aqui a fazer uma cópia de todo o livro para poder exemplificar a dimensão de tudo o que nos transmite e prende a atenção. Porém, como não o posso fazer, destaco apenas algumas passagens:

- A propósito do ano de 1968: “Todos podiam usar da palavra, quer representando um grupo, uma condição ou uma injustiça, tinham direito a falar e a serem ouvidos, fossem ou não intelectuais. Ter passado por uma determinada experiência enquanto mulher, homossexual, dissidente de uma classe, prisioneiro, agricultor, mineiro, concedia-lhes o direito de falar em nome próprio, de dizer eu. (…) Saíamos dos debates de duas horas sobre a droga, a poluição ou o racismo, numa espécie de embriaguez e, no fundo, com a consciência de não ter ensinado nada aos alunos, questionando se não estaríamos a trabalhar para aquecer, mas ainda assim pensando que a escola servia para alguma coisa.” (pp.86-87)

“As vergonhas de antigamente já não faziam sentido. A culpabilidade era ridicularizada: somos todos judaico-cretinos, a infelicidade sexual denunciada, falta-de-prazer o pior insulto. (…) O discurso do prazer suplantava tudo. Era preciso ter prazer a ler, a escrever, a tomar banho, a defecar. A finalidade de qualquer atividade humana era o prazer. Pensávamos na nossa história, no que era ser mulher. Percebíamos que não tínhamos tido a nossa parte de liberdade sexual, criativa, em relação a tudo o que é concedido ao homem. (…) percorríamos as nossas vidas retrospetivamente, sentíamo-nos capazes de deixar marido e filhos, de nos desligarmos de tudo e de escrever com crueldade. (…) Um sentimento comum a muitas mulheres estava em vias de desaparecer – o da sua inferioridade natural.” (pp.88-89)

“É verdade que todas as causas estavam ao rubro, comités de estudantes do liceu, autonomistas, ecologistas, antinucleares, objetores de consciência, feministas, homos, todos se exaltavam, mas não se uniram.” (pág. 99)

E mais, muitos exemplos teria de destacar! Sobre a II Guerra Mundial, sobre tudo e nada! ( )
  Celiagil | Mar 23, 2021 |
Beschrijving van het leven in Frankrijk tussen 1945 en het eerste decennium van de 21e eeuw ( )
  huizenga | Mar 19, 2021 |
"Sauver quelque chose du temps où l’on ne sera plus jamais."
Als je – zoals ik – eerder Ernaux’ ‘La Place’ las, dan is dit echt van een veel hoger (kwalitatief) niveau, en eerlijk gezegd ook een opluchting. ‘La Place’ kwam door zijn kille afstandelijkheid erg wrang over: het voelde aan als een harde afrekening van Ernaux met haar vader. 'Années' is ook autobiografisch, maar veel meer de zoektocht van de schrijfster, - op dat moment (2008) al bijna 70 jaar -, naar zichzelf en het leven dat ze geleefd heeft.
Aan dit boek is duidelijk een hele worsteling voorafgegaan over de beste manier om haar eigen leven te ‘vatten’: vanuit een ‘ik’-standpunt of eerder vanuit een onpersoonlijke ‘elle’? Vertrekkend vanuit het eigen leven, of vanuit de verschillende tijdsperioden die ze heeft doorgemaakt? Gepresenteerd als een coherent verhaal, of opgebouwd uit veelsoortige en soms dissonante beelden en lijnen? Het zijn de methodologische knopen die elke biograaf, en bij uitstek elke autobiograaf moet doorhakken.
Het interessante is dat Ernaux geleidelijk aan, en vooral in het laatste kwart van haar boek, de worsteling met die vragen te expliciteren: "Au moment de commencer, elle achoppe toujours sur les mêmes problèmes: comment représenter à la fois le passage du temps historique, le changement des choses, des idées, des mœurs et l’intime de cette femme, faire coïncider la fresque de quarante-cinq années et la recherche d’un moi hors de l’Histoire, celui des moments suspendus dont elle faisait des poèmes à vingt ans, Solitude, etc. Son souci principal est le choix entre «je» et «elle». Il y a dans le «je» trop de permanence, quelque chose de rétréci et d’étouffant, dans le «elle» trop d’extériorité, d’éloignement.”
Uiteindelijk merk je dat ze gekozen heeft voor een eerder onpersoonlijke benadering, waarin ze over zichzelf in de derde persoon schrijft (“elle”), en waarin ze de geest van bepaalde tijdsperiodes in dezelfde stijl ook afstandelijk vertolkt, via het onpersoonlijke ‘on’. Dat maakt dat de mens Annie Ernaux maar af en toe in dit verhaal opduikt als een echte persoon, die worstelt met de onvermijdelijke existentiële problemen die zich in elke specifieke levensfase stellen. De prioriteit gaat ogenschijnlijk naar dat ruimere kader, noem het de tijdsgeest, die ze probeert te vatten in ketens van objectieve gebeurtenissen, namen van politici, van boeken en films, vermengd met herinneringen en mijmeringen. Ze doet dat erg associatief, soms zonder interpunctie als een losse kroniek.
Dat geeft de misleidende indruk een objectieve kroniek te zijn, maar het tegendeel is waar: dit is vooral de subjectieve beleving door een heel concreet persoon, een persoon die een typisch product was van de “trente glorieuses”, zich door haar studies ontworsteld heeft aan haar familiaal milieu, haar eigen leven uitbouwde, zowel professioneel als privé en daarin zowel hoogtes als laagtes meemaakte.
Bovendien gaat het om de herinnerde beleving, neergeschreven op veel oudere leeftijd, en dus ook gevoeligheden weerspiegelend van latere periodes. Zo gaat Ernaux opvallend dikwijls in op het gender-aspect van de betrokken tijdsperioden: de geleidelijke emancipatie van de vrouw die ze zelf meebeleefd heeft en ook gestalte heeft gegeven, maar waarvan ze tegelijk ook erg de relativiteit heeft ervaren: zelfs nu nog blijven mannen het beeld en de plaats van vrouwen bepalen, noteert ze bitter. Die bitterheid is trouwens iets dat in de latere levensfasen meer en meer doorsijpelt: de afstand van de leefwereld van haar kinderen, van de enorm veranderende wereld in het algemeen. Een gevoel van vervreemding die zeker naar het einde toe een lichte wrange toets krijgt.
Tot op het einde blijft die ambiguïteit bestaan tussen de evocatie van een concreet leven – in haar geval vanaf 1941 tot het schrijfmoment ca 2005 – en het oproepen van de ‘geest’ van een bepaalde tijdsperiode. Persoonlijk vond ik vooral de kroniek van de jaren 1950 en 1960, haar adolescentie en vroege volwassenheid, het meest geslaagd, want die periode was er ook één van grote maatschappelijke veranderingen die uiteindelijk zouden uitmonden in de fameuze mei-68 opstand en de kater van de jaren 1970. De opkomende jeugdcultuur en de omslag naar het consumentisme worden mooi geïllustreerd. Maar daarna wordt haar kroniek iets oppervlakkiger en gaat ze soms heel snel over bepaalde levensfasen heen. Zo verzandt haar beschrijving van de jaren 1980 en 1990 nogal in een droge opsomming van feitjes, namen, boeken en films, en gaat ze plots ook veel uitgebreider in op het gevoel van euforie en vervolgens ook verraad door president Francois Mitterrand, blijkbaar omdat ze dat ook zelf van nabij meebeleefd heeft.
Dit is een heel rijk en indrukwekkend boek, zonder twijfel. Het is erg herkenbaar voor wie min of meer dezelfde evoluties heeft meegemaakt; zelf ben ik 20 jaar jonger dan Ernaux, maar zeker haar evocatie van de jaren 1970 en 1980 waren voor mij heel herkenbaar. Haar onpersoonlijke benadering maakt evenwel een associatie met de persoon Ernaux lastig, en dat is zeker een minpunt. Maar dit boek bevat voldoende elementen van zowel zelfreflectie, als reflectie op het proces van zich herinneren en een plaats geven, om het tot een ‘klassiek’ werk te maken.
Tot slot toch een kleine waarschuwing: Ernaux gaat wel bijzonder diep in op de Franse context; lezers die niet zo vertrouwd zijn met de Franse politiek, literatuur of zeg maar de benaming van winkelketens zullen het af en toe moeilijk hebben om te volgen. Het drukt de buitenstaander nog eens met de neus op de feiten wat een erg gesloten wereld de Franse cultuur is. ( )
2 vote bookomaniac | Mar 1, 2021 |
A cinquant'anni avrei voluto scriverlo io, un libro così. Esattamente così. Con tutte le impressioni di questi anni vissuti, di questa Storia accaduta, di queste persone conosciute.

Ma lo ha scritto lei, egregiamente.

Un libro lento, lungo una vita, scritto in terza persona (loro, lei), non una autobiografia ma una serie di immagini della vita di una donna che ha vissuto i suo 66 anni in un'epoca storica che è anche la nostra.

Notevoli, veramente notevoli, soprattutto le ultime pagine:

"sono segni - quelli della vecchiaia - ai quali di solito non pensa, più che altro perchè vive nel rifiuto generale non tanto della sua età, sessantasei anni, quanto di ciò che rappresenta per i più giovani, e non si sente diversa dalle donne di quarantacinque, cinquant'anni - illusione che queste distruggono, senza malevolenza, nel semplice corso di una conversazione, facendole intendere che non appartiene alla loro generazione e che la considerano alla stregua di come lei considera le donne di ottant'anni: vecchia. All'opposto che nell'adolescenza, quando aveva la certezza di non essere la stessa da un anno all'altro (...) mentre il mondo attorno restava immutato, è lei adesso a sentirsi immobile in un mondo che corre."
Chapeau. ( )
  LauraLaLunga | Feb 15, 2021 |
En historie- og fortellingsbok av de helt sjeldne der vi følger livet til en kvinne fra født i 1940 i Frankrike til historien slutter i 2006. Inn i dette veves hennes bilder, opplevelser, tanker, forestillinger, hendelser i Frankrike, i EU, i andre land, samtidige filmer og sanger, medias utvikling rundt henne. Det er et kjempestort puslespill av forrevne livsbiter gjennom oppvekst med barndom, skole, slekt, klassekamerater, det annet kjønn, utdanning, sensur, opprør, livets skinnegang med ekteskap, jobb, mann, barn, samlivsbrudd, foreldrenes død osv. Hva gjør livet med oss og hva gjør vi med livet? Å prøve å se dette endrende jeg utenfra er hos Ernaux en blitt en røff reise mellom drømmer, levd liv og våre uunngåelige omgivelser. Kanskje minskes uforståenheten vår bittelitt mens aksepten av vår utilstrekkelighet og menneskelighet økes tilsvarende?
  lestrond | Feb 15, 2021 |
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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
Annie Ernauxautor principaltodas as ediçõescalculated
Harfouch, CorinnaNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Heesters, Nicoleautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Hofstede, RokusTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Strayer, Alison L.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Voigt, LuiseDirectorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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All we have is our history, and it
does not belong to us.

—José Ortega y Gasset
Yes. They’ll forget us. Such is our fate, there is no help for it. What seems to us serious, significant, very important, will one day be forgotten or will seem unimportant. And it’s curious that we can’t possibly tell what exactly will be considered great and important, and what will seem petty and ridiculous [. . .]. And it may be that our present life, which we accept so readily, will in time seem strange, inconvenient, stupid, not clean enough, 
perhaps even sinful . . .

—Anton Chekhov
Translated from the Russian by Constance Garnett

(New York: Macmillan, 1916)
Dedicatória
Primeiras palavras
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
All the images will disappear.
Citações
Últimas palavras
Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
Língua original
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
DDC/MDS canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (1)

"Available in English for the first time, the latest astonishing, bestselling, and award-winning book by Annie Ernaux. The Years is a personal narrative of the period 1941 to 2006 told through the lens of memory, impressions past and present -- even projections into the future -- photos, books, songs, radio, television and decades of advertising, headlines, contrasted with intimate conflicts and writing notes from six decades of diaries. Local dialect, words of the times, slogans, brands and names for the ever-proliferating objects, are given voice here. The voice we recognize as the author's continually dissolves and re-emerges. Ernaux makes the passage of time palpable. Time itself, inexorable, narrates its own course, consigning all other narrators to anonymity. A new kind of autobiography emerges, at once subjective and impersonal, private and collective. On its 2008 publication in France, The Years came as a surprise. Though Ernaux had for years been hailed as a beloved, bestselling and award-winning author, The Years was in many ways a departure: both an intimate memoir "written" by entire generations, and a story of generations telling a very personal story. Like the generation before hers, the narrator eschews the "I" for the "we" (or "they", or "one") as if collective life were inextricably intertwined with a private life that in her parents' generation ceased to exist. She writes of her parents' generation (and could be writing of her own book): "From a common fund of hunger and fear, everything was told in the "we" and impersonal pronouns.""--

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