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The Old Man and The Sea, Book Cover May Vary…
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The Old Man and The Sea, Book Cover May Vary (original 1952; edição 1995)

por Ernest Hemingway (Autor)

MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaMenções
25,76242988 (3.78)862
The Old Man and the Sea is one of Hemingway's most enduring works. Told in language of great simplicity and power, it is the story of an old Cuban fisherman, down on his luck, and his supreme ordeal--a relentless, agonizing battle with a giant marlin far out in the Gulf Stream. Here Hemingway recasts, in strikingly contemporary style, the classic theme of courage in the face of defeat, of personal triumph won from loss. Written in 1952, this hugely successful novella confirmed his power and presence in the literary world and played a large part in his winning the 1954 Nobel Prize for literature.… (mais)
Membro:peacocoa
Título:The Old Man and The Sea, Book Cover May Vary
Autores:Ernest Hemingway (Autor)
Informação:Scribner (1995), Edition: Reissue, 128 pages
Colecções:A sua biblioteca
Avaliação:
Etiquetas:Nenhum(a)

Pormenores da obra

The Old Man and The Sea por Ernest Hemingway (1952)

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Mostrando 3 de 3
Não se apagam os rumores da sua longa passagem por Cuba. Há memórias dos que o conheceram e lugares onde é fácil imaginar a sua robusta figura sentada numa mesa, no fundo do botequim, a escrever, sempre a escrever. Ernest Hemingway (1899-1961) ainda vive em Havana: nos bares "El Floridita" ou no "La Bodeguita del Medio", no hotel "Ambos Mundos", na comunidade de pescadores de Cojimar ou em Finca Vigía, propriedade que comprou nos arredores da capital cubana.

Foi na casa (hoje convertida em museu) onde albergou os seus troféus de caça e pesca e a sua biblioteca de quase 10 mil volumes que o autor norte-americano escreveu, numa máquina antiga, "Por quem os sinos dobram", "Ilhas na corrente" e "O velho e o mar". "Sou um autêntico cubano", diria poucos anos antes de dar um tiro na cabeça, na sua casa de Ketchum, Idaho, para onde regressara depois do "exílio" cubano.

Muito antes de desembarcar em Havana, na escala de uma viagem de retorno aos EUA, Hemingway vagueara pela Europa: foi motorista de ambulâncias na I Guerra Mundial; correspondente de publicações americanas; deambulou por Paris com Gertrudes Stein; tornou-se um dos símbolos (com André Malraux) do antifascismo internacional ao combater ao lado dos republicanos na Guerra civil de Espanha. Vivia então soba luz mística escritor-caçador-pescador-guereiro-toureiro-jogador de boxe. O esplendor que o rodeava era também feito de palavras: ningém tinha dúvidas do seu génio literário e os seus romances acolhiam uma aclamação internacional. Entre eles, "O adeus às armas", "As neves o Kilimanjaro" ou "O jardim do Éden".

A singularidade estilística do autor e o seu carisma haviam, porém de ser condenados à indiferença. Após a II Guerra Mundial, a crítica literária desprezou os escritos nascidos no seu refúgio cubano, onde vivia entre pescadores e frequentava as tascas escuras e frescas dos homens do mar.

Continuava a procurar bálsamos para reicidentes depressões na pesca em alto mar e lançou-se no desafio de escrever um romance proustiano sobre as águas quentes do Golfo do México. Não chegou a conclu´r o projecto, mas em 1952 surperendeu os descrentes com a publicação de "O velho e o mar", pouco mais de uma centena de páginas impregnadas de comoção.

A beleza do pequeno romance devolveu-lhe reconhecimento: nesse mesmo ano foi distinguido com o Prémio Pulitzer e dois anos mais tarde com o Prémio Novbel da Literatura, que, aliás, não ôde receber pessoalmente porque estava a convalescer de um acidente de avioneta, sofrido durante uma caçada no Uganda.

Sobre "O velho e o mar" disse Hemingway: "O mundo do livro é o da reconciliação." Santiago, o velho pescador, é o herói desta odisseia: a luta de um homem contra um peixe. Após 84 dias de má sorte, um dos anzóis lançados por Santiago é mordido pelo maior espadarte que já vira em toda a sua vida. Inicia-se então, um combate (o mais longo e feroz) de quase quatro dias pela sobrevivência de ambos. Santiago trava uma batalha solitária que sabe de antemão estar perdida - o peixe acaba por ser devorado pelos tubarões -, mas aqui não há troféus visíveis. O triunfo faz-se antes pela consciência da dignidade humana, pelos actosque justificam a existência, pela sobrevivência na luta contra o destino. Santiago vence apesar da sua perda.





Ernest Hemingway


Ernest Hemingway nasceu em Oak Park, Chicago, EUA, em 1898 e morreu em 1961, em Sun Valley, Idaho, EUA. Foi prémio Nobel da Literatura em 1954. “O Velho e o Mar” foi publicado em 1952.
  filinto_m | Jun 28, 2021 |
Esta é a história de um homem que convive com a solidão, com seus sonhos e pensamentos, sua luta pela sobrevivência e a inabalável confiança na vida. Com um enredo tenso que prende o leitor na ponta da linha, Hemingway escreveu uma das mais belas obras da literatura contemporânea. Uma história dotada de profunda mensagem de fé no homem e em sua capacidade de superar as limitações a que a vida o submete
  BolideBooks | May 14, 2021 |
Mostrando 3 de 3
“the drone of the pastiche parable, wordy and sentimental”
 
The Old Man and the Sea has almost none of the old Hemingway truculence, the hard-guy sentimentality that sometimes gives even his most devoted admirers twinges of discomfort. As a story, it is clean and straight. Those who admire craftsmanship will be right in calling it a masterpiece... it is a poem of action, praising a brave man, a magnificent fish and the sea, with perhaps a new underlying reverence for the Creator of such wonders.
adicionada por jjlong | editarTime (Sep 8, 1952)
 
It is a tale superbly told and in the telling Ernest Hemingway uses all the craft his hard, disciplined trying over so many years has given him.
 
Within the sharp restrictions imposed by the very nature of his story Mr. Hemingway has written with sure skill. Here is the master technician once more at the top of his form, doing superbly what he can do better than anyone else.
 

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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
Ernest Hemingwayautor principaltodas as ediçõescalculated
Dutourd, JeanTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Heston, CharltonReaderautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Jaworski, PhilippeTraductionautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Lewis, SinclairIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Marantonio, UgoIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Moehlenkamp, KevinDesigner da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Oeser, Hans-ChristianEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Petrov, AlexandreArtista da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Pivano, FernandaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Sickles, NoëlIlustradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Sutherland, DonaldNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Tainio, TaunoTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Veegens-Latorf, E.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Werumeus Buning, J.W.F.Prefácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado

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Dedicatória
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To Charlie Scribner and to Max Perkins
Primeiras palavras
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He was an old man who fished alone in a skiff in the Gulf Stream and he had gone eighty-four days now without taking a fish.
Citações
Últimas palavras
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Nota de desambiguação
Editores da Editora
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Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
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Língua original
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DDC/MDS canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (2)

The Old Man and the Sea is one of Hemingway's most enduring works. Told in language of great simplicity and power, it is the story of an old Cuban fisherman, down on his luck, and his supreme ordeal--a relentless, agonizing battle with a giant marlin far out in the Gulf Stream. Here Hemingway recasts, in strikingly contemporary style, the classic theme of courage in the face of defeat, of personal triumph won from loss. Written in 1952, this hugely successful novella confirmed his power and presence in the literary world and played a large part in his winning the 1954 Nobel Prize for literature.

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