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Petits poemes en prosa por Charles…
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Petits poemes en prosa (original 1869; edição 1983)

por Charles Baudelaire

MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaMenções
2,143177,640 (4.17)18
Set in a modern, urban Paris, the prose pieces in this volume constitute a further exploration of the terrain Baudelaire had covered in his verse masterpiece, The Flowers of Evil- the city and its squalor and inequalities, the pressures of time and mortality, and the liberation provided by the sensual delights of intoxication, art and women. Published posthumously in 1869, Paris Spleen was a landmark publication in the development of the genre of prose poetry - a format which Baudelaire saw as particularly suited for expressing the feelings of uncertainty, flux and freedom of his age - and one of the founding texts of literary modernism.… (mais)
Membro:Janarierasanjaume
Título:Petits poemes en prosa
Autores:Charles Baudelaire
Informação:Llibres del Mall
Coleções:Lidos mas não possuídos
Avaliação:****
Etiquetas:Nenhum(a)

Informação Sobre a Obra

Paris Spleen por Charles Baudelaire (1869)

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Mostrando 1-5 de 17 (seguinte | mostrar todos)
How did I not know about this book before? I loved it - think Alice and Wonderland without the wonder. Poe, reinvented as a modernist who writes exclusively about the Paris slums. I left a lot of bookmarks in this one. ( )
  poirotketchup | Mar 18, 2021 |
Segun le pillo el dia tiene capitulos muy interesantes, realmente bellamente escritos o capitulos nada interesantes, que parecen mas borradores que no debian haber visto la luz que otra cosa.
Interesante ver la epoca con su pobreza y su riqueza desde sus ojos. ( )
  trusmis | Nov 28, 2020 |
Who among us has not dreamt, in moments of ambition, of the miracle of a poetic prose, musical without rhythm and rhyme, supple and staccato enough to adapt to the lyrical stirrings of the soul, the undulations of dreams, and sudden leaps of consciousness.

Contrary to popular belief, I had never read Baudelaire until now. I've trusted Walter Benjamin and lately Calasso to provide me with a well informed ethos about this central figure. There are many concerns that this is the literature of the young, to which I shout, absurd. This is the lettres of the Absolute, the eternally curious.

Below the bile, there is a hum of sensitivity. Behind the debris are the tears of the sensitive. Is it forgiving, likely not? There is a buzzing pulse at play, a hum and a forgiving glance. ( )
  jonfaith | Feb 22, 2019 |
Los pequeños poemas en prosa, también conocido como El spleen de París y, en algunas traducciones, El esplín de París, es una colección de 50 pequeños poemas escritos en prosa poética por Charles Baudelaire. El libro fue publicado póstumamente en 1869 como parte del IV tomo de las obras completas de Baudelaire. Es considerado uno de los mayores precursores de la poesía en prosa.
Son temas recurrentes en sus poemas: la melancolía, el horror al paso del tiempo, el deseo de infinito, la crítica corrosiva contra la religión y la moral, la burla contra los ideales que mueven a las personas y una aversión enorme contra la sociedad y la hipocresía que la domina. ( )
  BibliotecaUNED | Sep 30, 2016 |
Superb! Baudelaire's genius shines through in each and every one of these poems. What he was lacking in Les Fleurs du Mal, he recovers here. His growth and perspicuity is at such a pitch that one cannot help but feel as if you are along with him in the streets. The prose style of this poetry and allegorical imagery is reflective of Kafka yet underscored by Baudelaire's unique vitality which has always distinguished him as a poet in his day. Absolutely recommended! ( )
  PhilSroka | Apr 12, 2016 |
Mostrando 1-5 de 17 (seguinte | mostrar todos)
En dan ga je ze lezen, die kleine, geciseleerde verhaaltjes over 'De vreemdeling', 'De wanhoop van de oude vrouw', 'De belijdenis van de kunstenaar', 'De dubbele kamer' of, een heel mooie, 'De klok', dat begint met de zin 'Chinezen kunnen in de ogen van een kat zien hoe laat het is', en je belandt in een àndere wereld, tussen en in het gewoel van het moderne, grootsteedse, negentiende-eeuwse Parijs met zijn herrie, zijn massa's, zijn drugs en andere genotmiddelen, en je bent tegelijkertijd wèg uit het zinderend hete Amsterdam anno 1995 en er ook in terug, want o, wat heeft Baudelaire in deze schetsen het innerlijk van een grotestadsbewoner, hunkerend naar schoonheid, en meegesleurd met het vuil dat zich aan de trottoirranden en in metrostations ophoopt, prachtig, prachtig verbeeld.
adicionada por sneuper | editarde Volkskrant, Willem Kuipers (Jul 12, 1995)
 

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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
Baudelaire, Charlesautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Diekstra, KeesTradutorautor principalalgumas ediçõesconfirmado
Fisscher, ThérèseTradutorautor principalalgumas ediçõesconfirmado
Kirstinä, VäinöTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Kostamo, EilaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Nieland-Weits, NannieTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Varèse, LouiseTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Werle, SimonTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Título canónico
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Epígrafe
Dedicatória
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A Arsène Houssaye
Primeiras palavras
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Dear friend, I send you a work no one can claim not to make head or tail of, since, on the contrary, there is at once both tail and head, alternating and reciprocal.
Citações
Informação do Conhecimento Comum em italiano. Edite para a localizar na sua língua.
Si era all'esplosione del nuovo anno: caos di fango e di neve, percorso da mille carrozze, scintillante di giocattoli e di dolci, brulicante di cupidigie e di disperazioni, delirio uficiale di una grande città, fatto apposta per sconvolgere il cervello anche al solitario più forte (P.43)
Così dunque, anche tu (un cane), indegno compagno della mia triste vita, assomigli al pubblico, a cui non si può mai offrire dei profumi delicati che lo esasperano, ma solo lordure accuratamente scelte (P.53)
Ma che importa l'eternità della dannazione a chi ha trovato in un istante l'infinito della gioia? (p.59)
Il sole opprime la città con la sua luce radente e terribile; la sabbia è abbagliante e il mare scintilla. Il mondo attonito s'accascia senza resistenza e fa la siesta che è una specie di morte saporosa, in cui il dormiente, semisveglio, gusta le voluttà del suo annientamento (p.113)
Ci salutiamo quando ci incontriamo, ma come due vecchi gentiluomini in cui un'innata cortesia non è in grado di spegnere completamente la memoria di vecchi rancori (p.135)
Últimas palavras
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Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
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Língua original
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DDC/MDS canónico
LCC Canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (1)

Set in a modern, urban Paris, the prose pieces in this volume constitute a further exploration of the terrain Baudelaire had covered in his verse masterpiece, The Flowers of Evil- the city and its squalor and inequalities, the pressures of time and mortality, and the liberation provided by the sensual delights of intoxication, art and women. Published posthumously in 1869, Paris Spleen was a landmark publication in the development of the genre of prose poetry - a format which Baudelaire saw as particularly suited for expressing the feelings of uncertainty, flux and freedom of his age - and one of the founding texts of literary modernism.

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