Página InicialGruposDiscussãoMaisZeitgeist
Pesquisar O Sítio Web
Este sítio web usa «cookies» para fornecer os seus serviços, para melhorar o desempenho, para analítica e (se não estiver autenticado) para publicidade. Ao usar o LibraryThing está a reconhecer que leu e compreende os nossos Termos de Serviço e Política de Privacidade. A sua utilização deste sítio e serviços está sujeita a essas políticas e termos.
Hide this

Resultados dos Livros Google

Carregue numa fotografia para ir para os Livros Google.

A carregar...

The Unbearable Lightness of Being (1984)

por Milan Kundera

Outros autores: Ver a secção outros autores.

MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaDiscussões / Menções
19,845232146 (4.02)2 / 368
Interweaves story and dream, past and present, and philosophy and poetry in a sardonic and erotic tale of two couples--Tomas and Teresa, and Sabina and her Swiss lover, Gerhart.
  1. 30
    The Leopard por Giuseppe Tomasi di Lampedusa (Eustrabirbeonne)
  2. 10
    Hopscotch por Julio Cortázar (olonec)
    olonec: I'd call this one The Unbearable Heaviness of Being
  3. 21
    Sophie's Choice por William Styron (rretzler)
  4. 00
    Perfume: The Story of a Murderer por Patrick Süskind (sturlington)
  5. 00
    Darkness at Noon por Arthur Koestler (charlie68)
    charlie68: Similar themes
  6. 11
    In Praise of Older Women por Stephen Vizinczey (soylentgreen23)
    soylentgreen23: The perfect companion piece, since it deals with a lot of sex, women, affairs, and surviving in Communist Eastern Europe.
  7. 00
    Love por Angela Carter (Ludi_Ling)
    Ludi_Ling: Both treatments on the intricacies of love and romantic/sexual relationships. Kundera's is the more readable of the two, but the themes running through them are very similar.
A carregar...

Adira ao LibraryThing para descobrir se irá gostar deste livro.

Inglês (189)  Espanhol (13)  Francês (9)  Holandês (6)  Italiano (4)  Alemão (2)  Português (1)  Sueco (1)  Romeno (1)  Catalão (1)  Dinamarquês (1)  Árabe (1)  Português (Portugal) (1)  Hebraico (1)  Húngaro (1)  Todas as línguas (232)
Não é um livro para ser lido à pressa na ânsia de conhecer o seu desfecho. Mais importante que saber o que acontece a cada personagem no final, é assistir às transformações que se vão operando em cada uma delas ao longo da história. História que se cruza com a história de um país - Tchecoslováquia, durante os anos de ocupação Soviética - as reformas da Primavera de Praga, a invasão, as consequentes perseguições politicas, as limitações de um regime opressivo e o drama dos emigrantes Checos.

É um livro que se desdobra em constantes reflexões filosóficas que se aplicam a cada uma das personagens e dão resposta às suas opções, medos, duvidas, sonhos e comportamentos. São personagens bem construídas, complexas, cujos percursos de vida são fortemente condicionados pelo seu passado familiar.
As principais personagens deste romance envolvem-se em relações cruzadas e casos fortuitos. Os caminhos de Tereza e Tomas cruzam-se após uma sucessão de acasos aos quais parece impossível fugir.

Tereza, solitária, insegura e frágil, foge duma mãe castradora e vive atormentada pelos ciumes e pelas infidelidades de Tomas.
Tomas, para quem amor e sexo são coisas distintas, é um mulherengo inveterado e não consegue estabelecer um equilíbrio entre o amor e as traições, ainda que tenha consciência do quanto magoa Tereza.
Sabina, ligada às artes é uma solitária que vive o jogo das traições sem ligações emocionais , não abdica da sua liberdade e é completamente desligada de qualquer vínculo sentimental, seja familiar ou social.

Este é um daqueles livros que todos deveríamos ler. É para ser lido com calma,( não é de leitura difícil, mas exige concentração) analisando, reflectindo, sentindo cada frase, para que possa ser devidamente apreciado, e cada um de nós encontrará, certamente, dentro de si o eco deixado pelas ideias e reflexões aqui expostas. ( )
  carminho | May 14, 2014 |
This is a book to bring home how parochial and inward looking most fiction written in the English language is. There is no possible way that The Unbearable Lightness Of Being could have been written by a British or US author, or indeed any other anglophile. The mind set, the life experiences and especially the history it is written from are all too different. While the thrust of this book is by no means the same, I was reminded by its sensibility of the work of Bohumil Hrabal – not surprisingly also a Czech author.

The book is unusual in another sense – it breaks most of the rules that aspiring writers are advised to adhere to. A lot of the action is told to us rather than shown, Kundera addresses the reader directly, inserts his opinions into the narrative, tells us his interpretations of the characters. He also messes with chronology (admittedly not a major drawback, if one at all) and parenthetically gives us important information about some characters in sections which ostensibly deal with others. In parts, especially in the author’s musings on kitsch as the denial of the existence of crap - in all its senses - in the world, it reads as a treatise rather than an exploration of the human condition. That is, at times it is not fiction at all.

Kundera is highly regarded, so is this the essence of high art in fiction? That, as well as dealing with “important” subjects - or perhaps being considered to be circumscribed yet still endeavouring to tell truth to power (whatever truth may be) - the author should step beyond the bounds of narrative; of story?

The problem with such an approach is that it tends to undermine suspension of disbelief. The characters become too obviously constructs; the reader is in danger of losing sympathy, or empathy, with them; or indeed to care. It is a fine line to tread.

Where The Unbearable Lightness Of Being is not unusual is in its treatment of those novelistic eternals love, sex and death. Indeed at times it seems to be fixated on sex.

While the exigencies of living in a totalitarian state do colour the narrative, the treatment is matter of fact, oblique, almost incidental. The choices the characters make merely fall within the constraints of such a system. It is true, however, that something similar could be said for characters in any milieu. There are constraints on us all.

What I did find disappointing was that rather than finish, the book just seemed to stop. While the fates of the characters Kundera leaves us with are already known, this hardly seemed fair. "Leave them wanting more" may be an old showbiz adage but in the context of a one-off novel might be thought to be a failing.
adicionada por jackdeighton | editarA Son Of The Rock, Jack Deighton (Jan 17, 2011)
 
The world, and particularly that part of the world we used to call, with fine carelessness, eastern Europe, has changed profoundly since 1984, but Kundera's novel seems as relevant now as it did when it was first published. Relevance, however, is nothing compared with that sense of felt life which the truly great novelists communicate.
adicionada por Ludi_Ling | editarThe Guardian, John Banville (May 1, 2004)
 
The mind Mr. Kundera puts on display is truly formidable, and the subject of its concern is substantively alarming.
 
Moments of Olympian distance, in which the author shows his mortals ignorantly creeping toward oblivion, alternate with passages of stirring intimacy, with the novelist playing cheerleader, urging victories for everyone.
adicionada por Shortride | editarTime, Paul Gray (Apr 16, 1984)
 
''The Unbearable Lightness of Being'' is a fairly straightforward inquiry into the intertwined fates of two pairs of lovers. The fact that it aspires to be a more conventional novel accounts for both its virtues and its flaws. If ''Lightness'' demonstrates a new capacity, on Mr. Kundera's part, to create sympathetic characters and sustain a lyrical story, the increased formality of its narrative design also tends to throw a harsher light on his penchant for philosophical digression.
 

» Adicionar outros autores (31 possíveis)

Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
Kundera, Milanautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Barbato, AntonioTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
de Valenzuela, FernandoTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Heim, Michael HenryTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Marcellino, FredArtista da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Oliver, JonathanNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Roth, SusannaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Siraste, KirstiTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Valenzuela, Fernando deTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Zgustová, MonikaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Шульгина, НинаTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Tem de autenticar-se para poder editar dados do Conhecimento Comum.
Para mais ajuda veja a página de ajuda do Conhecimento Comum.
Título canónico
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
Título original
Títulos alternativos
Data da publicação original
Pessoas/Personagens
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
Locais importantes
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
Acontecimentos importantes
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
Filmes relacionados
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
Prémios e menções honrosas
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
Epígrafe
Dedicatória
Primeiras palavras
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
The idea of eternal return is a mysterious one, and Nietzsche has often perplexed other philosophers with it: to think that everything recurs as we once experienced it, and that the recurrence itself recurs ad infinitum! What does this mad myth signify?
Citações
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
When the heart speaks, the mind finds it indecent to object.
Tomas did not realize at the time that metaphors are dangerous. Metaphors are not to be trifled with. A single metaphor can give birth to love.
...vertigo is something other than the fear of falling.  It is the voice of the emptiness below us which tempts us and lures us, it is the desire to fall, against which, terrified, we defend ourselves.
Últimas palavras
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
(Carregue para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
Língua original
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
DDC/MDS canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (2)

Interweaves story and dream, past and present, and philosophy and poetry in a sardonic and erotic tale of two couples--Tomas and Teresa, and Sabina and her Swiss lover, Gerhart.

Não foram encontradas descrições de bibliotecas.

Descrição do livro
Resumo Haiku

Ligações Rápidas

Capas populares

Avaliação

Média: (4.02)
0.5 11
1 87
1.5 20
2 248
2.5 47
3 766
3.5 205
4 1601
4.5 212
5 1753

É você?

Torne-se num Autor LibraryThing.

 

Acerca | Contacto | LibraryThing.com | Privacidade/Termos | Ajuda/Perguntas Frequentes | Blogue | Loja | APIs | TinyCat | Bibliotecas Legadas | Primeiros Críticos | Conhecimento Comum | 157,685,849 livros! | Barra de topo: Sempre visível