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Cell: A Novel por Stephen King
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Cell: A Novel (edição 2006)

por Stephen King (Autor)

MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaDiscussões / Menções
10,047247536 (3.45)1 / 167
Civilization doesn't end with a bang or a whimper. It ends with a call on your cell phone. What happens on the afternoon of October 1 came to be known as the Pulse, a signal sent though every operating cell phone that turns its user into something...well, something less than human. Savage, murderous, unthinking-and on a wanton rampage. Terrorist act? Cyber prank gone haywire? It really doesn't matter, not to the people who avoided the technological attack. What matters to them is surviving the aftermath. Before long a band of them-"normies" is how they think of themselves-have gathered on the grounds of Gaiten Academy, where the headmaster and one remaining student have something awesome and terrifying to show them on the school's moonlit soccer field. Clearly there can be no escape. The only option is to take them on.… (mais)
Membro:RachelPollock
Título:Cell: A Novel
Autores:Stephen King (Autor)
Informação:Scribner (2006), 384 pages
Colecções:A sua biblioteca, Stephen King
Avaliação:
Etiquetas:Stephen King

Pormenores da obra

Cell por Stephen King

  1. 11
    John Dies at the End por David Wong (ACannon92)
  2. 01
    Dead Sea por Brian Keene (Scottneumann)
  3. 01
    Primitive por J. F. Gonzalez (yoyogod)
    yoyogod: The situations in both books are somewhat similar.
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A história começa momentos antes do Impulso. Momentos antes do mundo desabar. E tudo porque algo (um vírus informático talvez...) é enviado a todos os telemóveis do mundo, levando a que todos aqueles que atendem a chamada, enlouquecem...
Seguimos a história do ponto de vista dos sobreviventes, dos normais, aqueles que não tinham telemóvel ou que perceberam a tempo que este era o veículo da loucura.
A ideia é boa, não é? Infelizmente a história é contada de uma forma pouco ou nada cativante. A primeira sensação que tive foi que estava a ler um guião de um filme. Os diálogos existiam mas o raciocínio das personagens é quase inexistente. Foi, por isso, muito difícil identificar-me com eles, sentir pena ou horror com elas. Por vezes (demasiadas até...) desejei-lhes a morte para acabar com o meu sofrimento e acabar o livro de vez.
Por falar em horror, as descrições das partes mutiladas e cheias de puz de uns e outro são óptimas, tiram a fome a qualquer um. No entanto, são tão gratuitas e desprovidas de dramatismo que a nem isso é interessante de ler.
Esperava mais do Stephen King. Li o "Carrie" há muitos anos e lembro-me de ter adorado. O que é que aconteceu afinal? Estará o Stephen King cansado de escrever, ou então com a sua escrita tão mecanizada que já perdeu a sua paixão pelas palavras?
Fraco este "Cell" e não fiquei nada contente com o fim... Fraco, muito fraco... ( )
  tchetcha | Apr 24, 2010 |
If you have ever worried that using mobile phones might scramble your brain, Stephen King suggests you may just be right. It all happens at 3.02pm one afternoon, when everyone in the world using a cellphone suddenly becomes a violent maniac.
adicionada por stephmo | editarThe Guardian, Matthew Lewin (Feb 25, 2006)
 
Stephen King is supposed to have retired. A year ago, he published the final part of his seven-book Dark Tower saga with the book of the same name - a novel so crushingly disappointing that, reluctantly, all but King's most ardent fans were forced to agree with the author himself that it was probably time for him to stop and enjoy the royalties from his 40 or so bestsellers.
adicionada por stephmo | editarDaily Telegraph, Justin Williams (Feb 19, 2006)
 
Cell is Stephen King's first full-length novel since his threatened retirement in 2003. Of course, this most prolific of authors has not been idle during this period, penning a collaborative non-fiction book about baseball, a regular column for the popular US magazine Entertainment Weekly, several short stories, and even a short (and slightly puzzling) noir novel, The Colorado Kid, for small publisher Hard Case Crime. This is the first of two new novels to be published this year, with Lisey's Story to follow in October.
adicionada por stephmo | editarThe Independent, Matt Thorne (Feb 12, 2006)
 
This is the way the world ends... not with a bang, but a whimper.
— T. S. Elliot


Actually, it ends with a "pulse" -- an errant cell phone signal that wipes away the user's humanity, 'rebooting' their brain back to something basic... primordial... and evil. Even those within earshot of the gray matter draining signal suffer a kind of evolutionary epilepsy, reverting to a state of pure impulse and mental confusion. As the feeling consumes its host, madness takes over, and there is only one way to satisfy this cruel craving. The insanity must be met with violence, quelling the instinctual bloodlust that lay dormant inside every person's DNA. Thus the world ends, and it's the very people who protected and prospered upon it who are now intent on taking it down.
adicionada por stephmo | editarPop Matters, Bill Gibron (Feb 9, 2006)
 
If the stretch of years between Sept. 11 and last fall's Kashmir earthquake has reminded us of anything, it's that history can take a drastic turn in one day. Stephen King jumps into the middle of one such day on the opening pages of Cell, his first full-length novel since he came off what has to be the shortest-ever retirement not involving professional boxing. Happily wandering Boston after selling a comic-book pitch, artist Clay Riddell watches as the world goes mad when a mind-wiping electronic pulse turns everyone using a cell phone into a violent zombie.
adicionada por stephmo | editarOnion A.V. Club, Keith Phipps (Feb 8, 2006)
 

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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
King, Stephenautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Rekiaro, IlkkaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Scott, CampbellNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Título canónico
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Cell (2016IMDb)
Prémios e menções honrosas
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Epígrafe
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The id will not stand for a delay in gratification. It always feels the tension of the unfulfilled urge. - Sigmund Freud
Human aggression is instinctual. Humans have not evolved any ritualized aggression-inhibiting mechanisms to ensure the survival of the species. For this reason man is considered a very dangerous animal. - Konrad Lorenz
Can you hear me now? - Verizon
Dedicatória
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For Richard Matheson and George Romero
Primeiras palavras
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The event that came to be known as The Pulse began at 3:03 p.m., eastern standard time, on the afternoon of October 1.
Citações
Últimas palavras
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Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
Língua original
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DDC/MDS canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (2)

Civilization doesn't end with a bang or a whimper. It ends with a call on your cell phone. What happens on the afternoon of October 1 came to be known as the Pulse, a signal sent though every operating cell phone that turns its user into something...well, something less than human. Savage, murderous, unthinking-and on a wanton rampage. Terrorist act? Cyber prank gone haywire? It really doesn't matter, not to the people who avoided the technological attack. What matters to them is surviving the aftermath. Before long a band of them-"normies" is how they think of themselves-have gathered on the grounds of Gaiten Academy, where the headmaster and one remaining student have something awesome and terrifying to show them on the school's moonlit soccer field. Clearly there can be no escape. The only option is to take them on.

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2 320
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3 826
3.5 171
4 868
4.5 45
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