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Amsterdam (1998)

por Ian McEwan

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MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaMenções
6,7581791,065 (3.37)445
In the affairs of his dead wife, a British publisher discovers compromising pictures of the foreign secretary who was her lover. An opportunity for revenge on both the political and personal level.
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É um livro de 1998, que faz de McEwan um dos escritores britânicos, mais lidos, conhecidos e consagrados.
A sua escrita é fluente, inteligente e com fortes preocupações morais (também presentes neste livro).
A sua capacidade de nos envolver na história, conduz-nos não só para dentro da novela mas leva-nos a outros universos e lugares: é uma viagem de dilemas morais, de sons e paisagens. Este livro foi adaptado ao cinema e vencedor de um importante prémio.
Este é um dos livros, que nos pode levar à descoberta, de mais um escritor: através deste, podemos conhecer outros (Ex: Expiação, Na praia de Chesil, O Jardim do cimento...) e esse prazer, faz de si, um grande escritor actual. ( )
  mariadelgado | Feb 1, 2011 |
Because Booker prize deliberations go on behind closed doors, we'll never really know what led the judging panel to Ian McEwan's Amsterdam. Naturally, that makes it all the more tempting and intriguing to speculate. What discussions were there? What compromises were made? Who stuck the knife into poor old Beryl Bainbridge? Were there displays of taste and erudition from Douglas Hurd and Nigella Lawson? How was the case made for Amsterdam? Were there compromises, or just a fuzzy consensus? Did anyone dissent? Did anyone actually try to suggest that this isn't a very good book?
On the latter question, we must assume that the answer was "no" – or that the person making the case against the book was roundly ignored. As I shall now attempt to show, a point-by-point debunk of the novel can be carried out in around five minutes – even less time than it takes to read the thing.
adicionada por KayCliff | editarThe Guardian, Sam Jordison (Dec 6, 2011)
 
Amsterdam is an intricate satirical jeu d'esprit and topical to the point of Tom Wolfeishness. It is also funnier than anything McEwan has written before, though just as lethal.
adicionada por jburlinson | editarNew York Review of Books, Gabriele Annan (sítio Web pago) (Jan 14, 1999)
 
''Amsterdam'' is very British and, despite its title, takes place mainly in London and the Lake District. On the scale of nastiness, it gets high grades as well. But it is less unsettling than McEwan's earlier solemn-gory fables since its humorous dimension is everywhere apparent -- granted that the humor is distinctly black. Its tone overall, as well as part of its theme, reminded me more than once of the excellent 1990 Masterpiece Theater production ''House of Cards,'' in which Ian Richardson plays a sinister Tory cabinet minister.

What readers tend to remember from McEwan's fiction is its penchant for contriving scenes of awful catastrophe: human dismemberment in ''The Comfort of Strangers''; a confrontation between a woman and two deadly wild dogs in ''Black Dogs''; the tour de force balloon disaster that brilliantly opens ''Enduring Love.'' Nothing in ''Amsterdam'' quite measures up to these events. Instead, the tribulations of its two main figures -- a composer, Clive Linley, and a newspaper editor, Vernon Halliday -- are treated in a cooler, more ironic manner, even as they move toward disaster. This chilliness is an extension of McEwan's habitual practice of damping down the sensational aspects of his imagined encounters by narrating them in a precise, thoughtful, unsensational way. It may, in fact, make the violence, when it occurs, seem that much more natural and inescapable.
 

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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
McEwan, Ianautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Caulfield, MaxNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Verhoef, RienTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Zulaika Goicoechea, JesúsTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Zulaika, JesúsTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Epígrafe
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"The friends who met here and embraced are gone,
Each to his own mistake;"
~ W.H. Auden "The Crossroads"
Dedicatória
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To Jaco and Elisabeth Groot
Primeiras palavras
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Two former lovers of Molly Lane stood waiting outside the crematorium chapel with their backs to the February chill. It had all been said before, but they said it again.
Citações
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There was something seriously wrong with the world for which neither God nor his absence could be blamed.
(as irony): V.T. did that famous front page. Pushed all the copy onto page two and let the piture tell the story .
Últimas palavras
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(Carregue para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
Língua original
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
DDC/MDS canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (1)

In the affairs of his dead wife, a British publisher discovers compromising pictures of the foreign secretary who was her lover. An opportunity for revenge on both the political and personal level.

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Descrição do livro
Resumo Haiku

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