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The Book of Disquiet (1982)

por Fernando Pessoa

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MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaMenções
4,048572,235 (4.33)170
In the middle of the conversations with myself that make up this book, I often feel a sudden need to talk to someone else, so I address the light hovering, as it does now, above the roofs of houses...' Seated at his desk in the Lisbon's Rua Dos Douradores, Bernardo Soares, an assistant book-keeper, writes his diary - a self-deprecating reflection on the sheer distance between the loftiness of his feelings and the humdrum reality of his everyday life. This is the first translation of a classic of existential literature - a book acknowledged by the critics as 'the most beautiful diary of the century.… (mais)
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As reflexões de Bernardo Soares sobre os outros heterónimos pessoanos. ( )
  josedesousa | Feb 5, 2011 |
In addition to the size and the disorder of the Pessoa archive, there is another confounding level of complexity: it is, in a sense, the work of many writers. In his manuscripts, and even in personal correspondence, Pessoa attributed much of his best writing to various fictional alter egos, which he called “heteronyms.” Scholars have tabulated as many as seventy-two of these. His love of invented names began early: at the age of six, he wrote letters under the French name Chevalier de Pas, and soon moved on to English personae such as Alexander Search and Charles Robert Anon. But the major heteronyms he used in his mature work were more than jokey code names. They were fully fledged characters, endowed with their own biographies, philosophies, and literary styles. Pessoa even imagined encounters among them, and allowed them to comment on one another’s work. If he was empty, as he liked to claim, it was not the emptiness of a void but of a stage, where these selves could meet and interact.
adicionada por elenchus | editarThe New Yorker, Adam Kirsch (Sep 4, 2017)
 
Pessoa was mostly a poet and The Book of Disquiet can be read, if you wish, as a series of notes for poems as yet unwritten; or prose poems, of a kind, themselves. If all this sounds rather vague then that is because Pessoa wished it so. To read and then contemplate him is to be lifted a little bit above the earth in a floating bubble. One becomes both of the world and not of it. There's no one like him, apart from all of us.
adicionada por kidzdoc | editarThe Guardian, Nicholas Lezard (May 22, 2010)
 
Here in the famously striving city I’d been infected by a book whose credo, if it has one, is that “Inaction is our consolation for everything, not acting our one great provider.” ... Reading a page or two a day, I would find myself curiously preoccupied along certain lines for a week or more—weird: in the sunlight I’d been thinking constantly of rain—and then the topic would change and, like a spell of weather, move on.
 

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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
Pessoa, Fernandoautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Adam, Alfred J. MacTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Costa, Margaret JullTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Crespo, ÁngelTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Guedes, Vicenteautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Laye, FrançoiseTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Pernu, SannaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Zenith, RichardEditorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Título canónico
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Filmes relacionados
Prémios e menções honrosas
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Epígrafe
Dedicatória
Primeiras palavras
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
I'm writing to you out of sentimental necessity - I have an anguished, painful need to speak with you. It's easy to see that I have nothing to tell you. Just this: that I find myself today at the bottom of a bottomless depression. The absurdity of the sentence speaks for me.
I was born in a time when the majority of young people had lost faith in God, for the same reason their elders had had it—without knowing why. (Penguin Classics ed., trans. Zenith, skipping the Preface.)
Citações
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
To write is to forget. Literature is the most agreeable way of ignoring life.
Últimas palavras
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
(Carregue para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
(Carregue para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
Língua original
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
DDC/MDS canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (3)

In the middle of the conversations with myself that make up this book, I often feel a sudden need to talk to someone else, so I address the light hovering, as it does now, above the roofs of houses...' Seated at his desk in the Lisbon's Rua Dos Douradores, Bernardo Soares, an assistant book-keeper, writes his diary - a self-deprecating reflection on the sheer distance between the loftiness of his feelings and the humdrum reality of his everyday life. This is the first translation of a classic of existential literature - a book acknowledged by the critics as 'the most beautiful diary of the century.

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Resumo Haiku

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