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Who Goes There? [short story] (1948)

por John W. Campbell Jr.

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A distant, remote scientific expedition taking place at the North Pole is invaded by a space alien who has reawakened after lying dormant for centuries after a crash landing. A cunning, intelligent alien who can shape-shift, thereby assuming the personality and form of anything and anyone it destroys. Soon, it is among the men of the expedition, killing each in turn and replacing them by assuming their shape, lulling the scientists one by one into inattention (and trust) and eventually, their destruction. The shape-shifting, transformed alien can pass every effort at detection, and the expedition seems doomed until the scientists discover the secret vulnerability of the alien and are able to destroy it. According to science fiction historian Sam Moskowitz (1920-1997), Who Goes There? had a autobiographical impetus: Campbell's mother and aunt were identical twins and enjoyed teasing him in a game of substituting one for the other while in his care when they were infants and young children, thereby confusing him again and again with false (switched) identities. Moskowitz theorized that it was this game which lead to uncertainty of identity and clever masquerade which lead to feelings of helplessness and terror that Campbell funneled into what would be his greatest novel. This word is regarded as one of the greatest horror stories to emerge in the field of science fiction writing. It was also the basis for one of the great early science fiction films and its remake decades later.… (mais)
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Ce roman court de John W. Campbell, paru en 1938 mais édité en 2020 dans une nouvelle traduction en français, apparaît étonnamment comme une œuvre très contemporaine. Le livre est agréable à lire, avec une bonne intrigue et un suspense qui monte de plus en plus, portant les prémices du huis clos horrifique. Replacé dans son contexte d'édition, il est très novateur. On comprend facilement qu'il ait inspiré autant d'auteurs, tant pour l'adapter que pour s'en inspirer. Son intérêt en 2020 est cependant plus limité, à réserver au fan du genre. ( )
  Patangel | Nov 11, 2020 |
Visitante del espacio; Ceguera; Perdidas por fricción; Crepúsculo
  Caxur | Jul 10, 2020 |
What can you say? It's a great all-time science-fiction story. And if you've seen the movies, The Thing From Another World (1951), and/or The Thing (1982 and/or 2011), then all the better.
  dbeveridge | Nov 8, 2019 |
I rated this tale so highly not only because of its quality as a sci-fi horror thriller but also for its influence. I wonder how many later stories of humans taken over by alien viruses or suits or pods would have existed without this story. Campbell did a fine job of making it a hard science fiction story, as fine as he could before the DNA molecule was described and genetic engineering began. ( )
  Coach_of_Alva | Aug 7, 2017 |
This novella is the SF horror story that formed the basis for the various film versions of The Thing (from Outer Space). While it has tense moments, I think it takes too long to get to the point (despite being only 75 pages) and the long opening chapter contains a lot of scientific exposition that didn't grab me. The creature's powers are truly terrifying in their implications, but don't seem entirely consistent throughout. I also thought some of the dialogue was rather odd. Campbell, while a great SF editor, lacked the story-telling power of his most famous associate Isaac Asimov. ( )
1 vote john257hopper | Dec 30, 2014 |
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Epígrafe
Dedicatória
Primeiras palavras
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The place stank.
Citações
Últimas palavras
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Nota de desambiguação
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This is the standalone novella. Please do not combine with any collection of short stories of the same title.
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
Língua original
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DDC/MDS canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês

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A distant, remote scientific expedition taking place at the North Pole is invaded by a space alien who has reawakened after lying dormant for centuries after a crash landing. A cunning, intelligent alien who can shape-shift, thereby assuming the personality and form of anything and anyone it destroys. Soon, it is among the men of the expedition, killing each in turn and replacing them by assuming their shape, lulling the scientists one by one into inattention (and trust) and eventually, their destruction. The shape-shifting, transformed alien can pass every effort at detection, and the expedition seems doomed until the scientists discover the secret vulnerability of the alien and are able to destroy it. According to science fiction historian Sam Moskowitz (1920-1997), Who Goes There? had a autobiographical impetus: Campbell's mother and aunt were identical twins and enjoyed teasing him in a game of substituting one for the other while in his care when they were infants and young children, thereby confusing him again and again with false (switched) identities. Moskowitz theorized that it was this game which lead to uncertainty of identity and clever masquerade which lead to feelings of helplessness and terror that Campbell funneled into what would be his greatest novel. This word is regarded as one of the greatest horror stories to emerge in the field of science fiction writing. It was also the basis for one of the great early science fiction films and its remake decades later.

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