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Lifelode por Jo Walton
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Lifelode (edição 2009)

por Jo Walton (Autor), Peter B. Olson (Editor)

MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaMenções
2311488,467 (4.14)28
Autores:Jo Walton (Autor)
Outros autores:Peter B. Olson (Editor)
Informação:Nesfa Pr (2009), Edition: Limited, 271 pages
Colecções:A sua biblioteca

Pormenores da obra

Lifelode por Jo Walton

  1. 20
    On a Red Station, Drifting por Aliette de Bodard (sandstone78)
    sandstone78: Walton calls Lifelode "domestic fantasy"- On a Red Station, Drifting could be considered "domestic science fiction."
  2. 00
    Inverted World por Christopher Priest (bunnygirl)
    bunnygirl: Priest is doing something completely different with his sf work of strangely shifting borders of time and distance, but if that's the trope one enjoyed in this one, it's worth a look
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Mostrando 1-5 de 14 (seguinte | mostrar todos)
Part of this is a what would it be like if - part is a fantasy of gradient magic more this direction less that - and part is what a pain interfering gods can be. What if technology got only as far as mill wheels and swords, and what if sexual orientation and chastity weren't issues; time goes slowest in the east where yeya, magic forms everything into the shape of gods and fastest in the west where yeya takes too much effort to be worth practicing; goddess very much wants to get back a woman who has left her and returned to the midlands and an estate that now belongs to her great grandson. As expected, a god can cause a great deal of trouble and pain. 🌈 ( )
  quondame | Sep 20, 2020 |
More an excercise in world-building than a proper story. It was readable but I got tired of the bucolic idylls. ( )
  SChant | Apr 17, 2020 |
Having finished this book, it remains a curiosity to me because it contains several elements I normally can't tolerate, and yet the book had me hooked start to finish. First of all, the perspective and tense of the story are unusual. The main character, Taveth, looks upon people and sees shadows of them from the past and future, and the book follows that same flow in time and between character perspectives. It's something that normally would leave me very confused, but Walton made it work.

My other big turn-off in fiction is love triangles. I just don't like that kind of drama. Here, that entanglement is even more complicated due to the poly relationships... but it also comes about largely because of the manipulation of a cruel goddess. I think it was all more tolerable to me because I increasingly looked at the goings-on in Applekirk as a kind of anthropological study, like something by Ursula K. le Guin. This is not a standard high fantasy world--in fact, Walton points at the back that she really writes science fiction, as a singularity plays a big role here. Poly families are common, but women have far more rights and say than in our world. Fashion is different, as breasts are often bared and priests typically are naked. Then there's that singularity--time and magic (yeya) flow different in this world, depending on how far east or west a person is.

Really, this isn't a book about high stakes or action, though there is drama and fighting as the end nears. Most of all, it's about a unique culture and people. If you love nitty-gritty world-building, this book might be perfect for you. I think Walton is one of the few writers I know who could have pulled off the complicated nature of this book. ( )
2 vote ladycato | Feb 28, 2018 |
I'm not catching on to what readers are saying about what's so different about how this is told. I've read lots of books told in the present tense with flashbacks to different time periods - maybe I just need to get further into it, or maybe Walton is so accomplished she makes it seem effortless & invisible. Also, readers talk about the sexuality & the lifelode of Taveth - well, as it happens, I'm a bisexual polyamorous housewife who cooks & nurtures well, so, we'll see how well I empathize with her.

Done. Ok, if the book had been more about her and the quiet adventures of everyday life I think it would have been better. But it got all caught up in sexual and religious politics and even an attack on the manor. I still see the time & tense style as no more than memories & flashbacks - the story was told almost all linearly. Some of the concepts, for example the interactions between the lord of the manor and the villagers, farmers, and gleaners were interesting. And I liked how Ferrand talked people out of their anger and into a space where they could negotiate reasonably. But I just can't talk myself into a 4-star 'really liked it.' Sorry. ( )
1 vote Cheryl_in_CC_NV | Jun 6, 2016 |
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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
Jo Waltonautor principaltodas as ediçõescalculated
Martiniere, StephanArtista da capaautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
November, SharynIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado

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Primeiras palavras
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If you go far enough to the West, they say, you come to the lands where people are like statues, going through the day's round the same each day out of pure routine.
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Nota de desambiguação
Editores da Editora
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Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
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Língua original
DDC/MDS canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês


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Descrição do livro
Resumo Haiku

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3.5 4
4 18
4.5 4
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