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Anni di cani por Günter Grass
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Anni di cani (original 1963; edição 2000)

por Günter Grass

Séries: Danziger Trilogie (3)

MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaMenções
1,014814,961 (3.81)31
A novel in three parts, beginning in the 1920s and ending in the 1950s, that follows the lives of two friends from the prewar years in Germany through an apocalyptic period and its startling aftermath
Membro:grandeghi
Título:Anni di cani
Autores:Günter Grass
Informação:Feltrinelli (2009), Perfect Paperback, 560 pagine
Colecções:A sua biblioteca, Recensiti, Letti
Avaliação:****
Etiquetas:romanzo

Pormenores da obra

Dog Years por Günter Grass (1963)

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Mostrando 1-5 de 8 (seguinte | mostrar todos)
Geen gemakkelijk boek om te lezen, onder meer doordat de personages onder verschillende namen optreden en omdat er drie verschillende "schrijvers" aan het boek werken. Het verhaal, heel in het kort: twee heel verschillende jongens sluiten vriendschap. De een, Eddy Amsel, maakt vogelverschrikkers, de ander, Walter Matern, zorgt ervoor dat ze verkocht worden. In de oorlog komen ze tegenover elkaar te staan, helpt de Walter zelfs mee zijn vriend in elkaar te slaan, samen met een aantal andere nazi-jongeren. Dat brengt een enorme verandering teweeg bij de in Eddy: die vertrekt naar Berlijn en komt o.a. terecht bij het ballet, waar ook een geadopteerd zigeunermeisje uit zijn geboortedorp bij komt. Na de oorlog blijkt Eddy een machtige figuur te zijn, en vooral rijk. Als
Walter hem uiteindelijk vindt, blijken vogelverschrikkers nog steeds een belangrijke bron van inkomsten te zijn.
De hond uit de titel is een herdershond die als pup aan Hitler als verjaardagsgeschenk wordt aangeboden namens de omgeving van het geboortedorp van de twee vrienden. Die hond loopt vlak voor het eind van de oorlog weg en komt als zwervend terecht bij Walter, die op dat moment bezig is af te rekenen met alle schurken die hij tijdens de oorlog is tegengekomen. Die afrekeningen lopen niet altijd echt op een afrekening uit, het is soms heel halfslachtig.
Hoe moeilijk is het ook om na een oorlog echt schoon schip te maken!
  wannabook08 | Sep 30, 2020 |
My reading of Dog Years haunts me. It was a crossroads time and the absorbtion is steeped in a peculiar melancholy, about the moves about to undertaken. I'm sure a great measure of this projection, some psychic empathy with the protagonist. Neurological jury-rigging is inevitable; it does help to recognize the patterns and the places of origin. One is no less haunted, I'm afraid. ( )
  jonfaith | Feb 22, 2019 |
Anni di cani è un libro di straordinaria densità, nulla è semplice. La cultura tedesca fa i conti con se stessa, con il suo passato, con le contraddizioni di un popolo attraverso un viaggio intenso nella storia recente di una nazione che ha voluto rompere i ponti con l’umanità. Ma il punto di vista di Grass va ben oltre le banali miopi visioni di colpe collettive, inquadrando tutto con la lente degli individui, dei singoli individui, due cani, padre e figlio, Harmas, cane del falegname, e Prinz, il pastore tedesco di Hitler, sopravvissuto al crepuscolo e poi divenuto Pluto nell’inquietante Germania della ricostruzione. Tre atti per un libro fondamentale della letteratura del secolo scorso, dove le tecniche letterarie si sovrappongono, fantastica la composizione del processo ad uno dei protagonisti ispirata ai cori delle tragedie greche, con una proposta polifona delle voci. Ed il passaggio dalla repubblica di Weimar al nazismo, e poi all’antinazismo, con gli individui che salgono e scendono dai camion dei vincitori, pronti ad additare chi non accettando l’omologazione rifiuta anche l’etichetta di anti, è il filo conduttore di questo lavoro. E’ un libro difficile, la lettura è davvero ostica, ci vuole impegno, dedizione, ma ne vale la pena Quando lo finisci senti che questi anni di cani ti sono rimasti dentro, davvero. ( )
  grandeghi | Nov 12, 2013 |
Although I found this difficult to get into it paid off in trademark Gunter style. He's a visionary, slipping through the cracks in the floorboards of history, introducing himself to the dustballs & skeletons (or in this case scarecrows & canines). Metaphysical magic realism with a tangible icy humour. ( )
1 vote K_Fox | Nov 22, 2012 |
Woof!

Grass's second big novel, from 1963. Calling it the third book in the "Danziger Trilogie" seems to be just a marketing thing - the story overlaps in time and space with the story of Blechtrommel, and there are a couple of brief mentions of people and incidents from the earlier novel, but what links the books is really the same thing that links all the rest of Grass's fiction and non-fiction: German history as he experienced it in his own life.

There's less uncontrolled rage here than in Blechtrommel. He still hits hard when he needs to, but the general mood is rather more ambiguous. Matern, the "antifascist" protagonist, finds that the war criminals he is hunting down are all good and decent people who turn out to have had perfectly plausible reasons for doing what they did; he himself has a dark secret in his past that he isn't prepared to face - something that becomes extra poignant now that Grass has revealed in his memoirs the corresponding dark secret in his own war experience. There's a clear warning that it's all too easy to deceive ourselves about our own faults, but that judging other people is equally hazardous, especially if we weren't there.

Grass is never less than entertaining, of course, even when he's lecturing you or going off into an abstruse discussion of the finer points of German shepherd dogs, technicalities of classical ballet, or the different qualities of cereal crops. There are some very plain, sober bits of writing, and some incredibly flashy passages, like the famous account of the closing days of the battle for Berlin as a search for a lost dog, written in language that's a clever cross between the style of Heidegger and that of military communiqués. Occasionally it all seems a bit too clever, but there mostly turns out to have been a good reason for it.

Grass is very conscious of the power of stories, and he makes a lot of use of story-telling tricks - repetition, looping narrative, interruption, verbal tags (Leitmotifs, really) linked to particular characters or ideas. A lot of well-known stories from literature, mythology and folklore come up, implicitly or explicitly. Walter and Eddie are sometimes Faust and Mephistopheles, sometimes Narziß and Goldmund, sometimes Siegfried and Loge. The book opens with a treasure being thrown into a river; it closes with a fire and a tour of the underworld.

As well as the big stuff, there's also a lot of wonderful detail. We get a few more deliciously repulsive entries in the Grass cookbook of meals you really wouldn't like to share: raw jellyfish, boiled animal entrails, soup made from replete leaches... Nothing quite as nightmarish as the eels in Blechtrommel, but it's a close run thing. ( )
2 vote thorold | Jul 15, 2011 |
Mostrando 1-5 de 8 (seguinte | mostrar todos)
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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
Günter Grassautor principaltodas as ediçõescalculated
Filippini, EnricoTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Manheim, RalphTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Schuur, KoosTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Epígrafe
Dedicatória
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Walter Henn in memoriam
Primeiras palavras
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Erzähl du.
You tell.
Citações
Últimas palavras
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Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
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Língua original
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
DDC/MDS canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

Wikipédia em inglês (1)

A novel in three parts, beginning in the 1920s and ending in the 1950s, that follows the lives of two friends from the prewar years in Germany through an apocalyptic period and its startling aftermath

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