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Lolita por Vladimir Nabokov
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Lolita (original 1955; edição 1989)

por Vladimir Nabokov (Autor)

MembrosCríticasPopularidadeAvaliação médiaDiscussões / Menções
31,89855885 (4.07)1 / 1167
(Book Jacket Status: Jacketed)When it was published in 1955, "Lolita" immediately became a cause célèbre because of the freedom and sophistication with which it handled the unusual erotic predilections of its protagonist. But Vladimir Nabokov's wise, ironic, elegant masterpiece owes its stature as one of the twentieth century's novels of record not to the controversy its material aroused but to its author's use of that material to tell a love story almost shocking in its beauty and tenderness. Awe and exhilaration-along with heartbreak and mordant wit-abound in this account of the aging Humbert Humbert's obsessive, devouring, and doomed passion for the nymphet Dolores Haze. Lolita is also the story of a hypercivilized European colliding with the cheerful barbarism of postwar America, but most of all, it is a meditation on love-love as outrage and hallucination, madness and transformation.With an Introduction by Martin Amis "From the Hardcover edition."… (mais)
Membro:JonKieran
Título:Lolita
Autores:Vladimir Nabokov (Autor)
Informação:Vintage (1989), Edition: 2nd ed., 336 pages
Coleções:A sua biblioteca
Avaliação:****
Etiquetas:imported-goodreads

Informação Sobre a Obra

Lolita por Vladimir Nabokov (1955)

  1. 40
    The Lover por Marguerite Duras (roby72)
  2. 51
    Memória de minhas putas tristes por Gabriel Garcia Marquez (heidialice, browner56)
    heidialice: Possibly too obvious of a recommendation? Very different takes on this central theme....
    browner56: Two different views of obsession masquerading as love; both books are so well written that you almost forget the sordid nature of the theme they share.
  3. 30
    The Captive por Marcel Proust (caflores)
  4. 41
    The Talented Mr. Ripley por Patricia Highsmith (Cecrow)
    Cecrow: Another villain made sympathetic by a talented author.
  5. 20
    My Dark Vanessa por Kate Elizabeth Russell (Cecrow)
    Cecrow: A contemporary retelling of Lolita, from the viewpoint of the schoolgirl.
  6. 10
    The North China Lover por Marguerite Duras (edwinbcn)
    edwinbcn: Another story of a man with a passion for a young girl.
  7. 10
    The Black Prince por Iris Murdoch (Queenofcups)
    Queenofcups: I heard many echoes of Lolita in reading The Black Prince. Anyone else find this to be the case?
  8. 21
    Taming the Beast por Emily Maguire (infiniteletters)
  9. 10
    The Pornographer of Vienna por Lewis Crofts (heidijane)
  10. 00
    The White Tiger por Aravind Adiga (mcenroeucsb)
  11. 00
    The Death of David Debrizzi por Paul Micou (KayCliff)
  12. 00
    His Monkey Wife por John Collier (SnootyBaronet)
    SnootyBaronet: Euphuistic narratives of forbidden love
  13. 00
    A Cruel God Reigns, Volume 1 por Moto Hagio (Utilizador anónimo)
  14. 00
    The People in the Trees por Hanya Yanagihara (pterodactling)
  15. 00
    My Heavenly Favourite por Lucas Rijneveld (tmrps)
    tmrps: Both stories about older men who fall in love with young girls.
  16. 11
    A Portrait of the Artist as a Young Man por James Joyce (kara.shamy)
  17. 01
    A verdade sobre o caso Harry Quebert por Joël Dicker (suniru)
  18. 01
    Eve por James Hadley Chase (caflores)
  19. 01
    The Devil in the Flesh por Raymond Radiguet (SnootyBaronet)
  20. 02
    The Sense of an Ending por Julian Barnes (kara.shamy)

(ver todas as 23 recomendações)

1950s (16)
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Mostrando 3 de 3
"Lolita" foi escrito na perspetiva de Humbert. Como um texto a partir das suas memórias. Para Humbert, é um ato de confissão. Este registo pode ser considerado um livro dentro de um livro.
Humbert é um homem instruído, educado, com capacidade de reflexão, parece-me plausível que conte a história à sua maneira e se esforce por encontrar uma versão que justifique os seus comportamentos.

Humbert à procura de alojamento numa pacata cidade americana, acaba por encontrar Dolores Haze - Lolita, uma menina de 12 anos.

A história concentra-se em Humbert e a sua obsessão.

Humbert não só consegue atrair Lolita, como também conquista o leitor por meio das suas palavras.

"ʟᴏʟɪᴛᴀ, ʙʀɪʟʜᴏ ᴅᴀ ᴍɪɴʜᴀ ᴠɪᴅᴀ, ꜰᴏɢᴏ ᴅᴏꜱ ᴍᴇᴜꜱ ꜰʟᴀɴᴄᴏꜱ. ᴍɪɴʜᴀ ᴀʟᴍᴀ, ᴍɪɴʜᴀ ʟᴀᴍᴀ. ʟᴏ‑ʟɪɪ‑ᴛᴀ: ᴀ ᴘᴏɴᴛᴀ ᴅᴀ ʟÍɴɢᴜᴀ ᴇɴʀᴏʟᴀ ɴᴏ ᴘᴀʟᴀᴛᴏ ᴇ ᴅᴇꜱʟɪᴢᴀ, ᴛʀÊꜱ ꜱᴏᴄᴀʟᴄᴏꜱ, ᴀᴛÉ Qᴜᴇ ᴇꜱᴛᴀᴄᴀ, ᴀᴏ ᴛᴇʀᴄᴇɪʀᴏ, ɴᴏꜱ ᴅᴇɴᴛᴇꜱ. ʟᴏ. ʟɪ. ᴛᴀ."

Tornamo-nos observadores e intérpretes de algo que tem um carácter perverso e chocante. Mostra-nos a obscuridade e a crueldade das suas razões, e o evidente efeito nocivo que provoca em Lolita. À medida que o tempo e as ações avançam, ele sabe que se está a aproveitar do estado em que ela se encontra. Lemos a utilização do poder intelectual e físico como forma de subjugar uma jovem vítima.

“ʏᴏᴜ ꜱᴇᴇ, ꜱʜᴇ ʜᴀᴅ ᴀʙꜱᴏʟᴜᴛᴇʟʏ ɴᴏᴡʜᴇʀᴇ ᴇʟꜱᴇ ᴛᴏ ɢᴏ.”

Existem dois componentes a considerar neste livro: a profundidade, a eloquência da escrita e a temática chocante e perturbadora.

Nabokov transforma o seu texto numa forma lúdica, sedutora, poética, contudo extremamente perigosa. Há um conflito entre moral e estética a acontecer em cada página.

No decurso da prosa engenhosa e estimulante, a travessia da América pelos dois protagonistas levaram-me a construir uma variedade de cenários norte-americanos.

Como está escrito no prefácio do livro, "...mais ainda do que o peso científico e o valor literário, importa sobretudo o impacto ético que o livro terá no leitor ponderado; pois neste estudo pungente e pessoal esconde-se uma lição genérica: a criança rebelde, a mãe egocêntrica e o maníaco depravado não são apenas personagens vívidas numa história única, mas alertam-nos para perigosas tendências e isolam os nossos demónios. Lolita deverá fazer que todos nós - pais, assistentes sociais, educadores - nos apliquemos ainda com mais vigilância e visão na tarefa de formar uma geração melhor num mundo mais seguro."

“ɪ ᴡᴀꜱ ᴀ ᴅᴀɪꜱʏ ꜰʀᴇꜱʜ ɢɪʀʟ ᴀɴᴅ ʟᴏᴏᴋ ᴡʜᴀᴛ ʏᴏᴜ'ᴠᴇ ᴅᴏɴᴇ ᴛᴏ ᴍᴇ.”

Esta não é uma história que romantize o abuso. Esta não é uma história trágica de amor. ( )
  craly | Mar 21, 2024 |
A obra 'Lolita' narra o amor obsessivo de Humbert Humbert, um cínico intelectual de meia-idade, por Dolores Haze, Lolita, 12 anos, uma ninfeta que inflama suas loucuras e seus desejos mais agudos.
  BolideBooks | May 14, 2021 |
The only good thing about this book is the brilliant way Nabokov writes. The plot is so boring and repetitive that I couldn't find the strength to finish this book. ( )
  Tropic_of_Cancer | Dec 16, 2010 |
Mostrando 3 de 3
Haven’t we been conditioned to feel that Lolita is sui generis, a black sheep, a bit of tasteful, indeed ‘beautiful’ erotica, and that Nabokov himself, with this particular novel, somehow got ‘carried away’? Great writers, however, never get carried away. Even pretty average writers never get carried away. People who write one novel and then go back to journalism or accountancy (‘Louder, bitch!’) – they get carried away. Lolita is more austere than rapturous, as all writing is; and I have come to see it, with increasing awe, as exactly the kind of novel that its predecessors are pointing towards...

At one point, comparing himself to Joyce, Nabokov said: ‘my English is patball to [his] champion game’. At another, he tabulated the rambling rumbles of Don Quixote as a tennis match (the Don taking it in four hard sets). And we all remember Lolita on the court, her form ‘excellent to superb’, according to her schoolmistress, but her grace ‘so sterile’, according to Humbert, ‘that she could not even win from panting me and my old fashioned lifting drive’. Now, although of course Joyce and Nabokov never met in competition, it seems to me that Nabokov was the more ‘complete’ player. Joyce appeared to be cruising about on all surfaces at once, and maddeningly indulged his trick shots on high-pressure points – his drop smash, his sidespun half-volley lob. Nabokov just went out there and did the business, all litheness, power and touch. Losing early in the French (say), Joyce would be off playing exhibitions in Casablanca with various arthritic legends, and working on his inside-out between-the-legs forehand dink; whereas Nabokov and his entourage would quit the rusty dust of Roland Garros for somewhere like Hull or Nailsea, to prepare for Wimbledon on our spurned and sodden grass.
adicionada por SnootyBaronet | editarThe Atlantic, Martin Amis
 
Massive, unflagging, moral, exqusitely shaped, enormously vital, enormously funny - Lolita iscertain of a permanent place on the very highest shelf of the world's didactic literature.
adicionada por Sylak | editarThe Spectator, Bernard Levin
 
Above all Lolita seems to me an assertion of the power of the comic spirit to wrest delight and truth from the most outlandish materials. It is one of the funniest serious novels I have ever read.
adicionada por Sylak | editarHarper's Magazine, Charles Rolo
 
A masterpiece of narrative, an incredibly penetrating psychoanalytical study and brilliantly descriptive. It has been called the most depressing and most entertaining book ever written.
adicionada por Sylak | editarKuvalehti, Heikki Brotherus
 
Vladimir Nabokov is obviously influenced by James Joyce and T.S. Eliot - he can write a pastiche of T.S. Eliot as easily as scratching his back. . . . The novel is also a nightmare of cunning and persecution mania and strikes the strangest three-fold chord of passion, desperate humour and dramatic irony.
adicionada por Sylak | editarPolitiken, Tom Kristensen
 

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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
Nabokov, Vladimirautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Amis, MartinIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Arborio Mella, GiuliaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
康雄, 大久保Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Bang-Hansen, OddTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Carlsson, MariaTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Coutinho, M.Tradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Daurella, JosepTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Dirda, MichaelIntroduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Hessel, HelenTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Irons, JeremyNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Kahane, ÉricTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Kłobukowski, MichałTł.autor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Mella, Giulia ArborioTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Raine, CraigPosfácioautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Ray, John J., Jr.Introduçãoautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Verhoef, RienTradutorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
Zimmer, Dieter E.Revisorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
正, 若島翻訳autor secundárioalgumas ediçõesconfirmado

Está contido em

Contém

Tem a adaptação

Tem como estudo

Tem um comentário sobre o texto

Tem um guia de estudo para estudantes

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Filmes relacionados
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Epígrafe
Dedicatória
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To Véra
Primeiras palavras
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Lolita, light of my life, fire of my loins. My sin, my soul. Lo-lee-ta: the tip of the tongue taking a trip of three steps down the palette to tap, at three, on the teeth.
Citações
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
He did not use a fountain pen which fact, as any psycho-analyst will tell you, meant that the patient was a repressed undinist.
Then I pulled out my automatic - I mean, this is the kind of fool thing a reader might suppose I did. It never even occurred to me to do it.
My father was a gentle, easy-going person, a salad of racial genes: a Swiss citizen, of mixed French and Austrian descent, with a dash of the Danube in his veins.
Últimas palavras
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
(Carregue para mostrar. Atenção: Pode conter revelações sobre o enredo.)
Nota de desambiguação
Por favor, não combine Lolita com The Annotated Lolita.
Editores da Editora
Informação do Conhecimento Comum em inglês. Edite para a localizar na sua língua.
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
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Língua original
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DDC/MDS canónico
LCC Canónico

Referências a esta obra em recursos externos.

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(Book Jacket Status: Jacketed)When it was published in 1955, "Lolita" immediately became a cause célèbre because of the freedom and sophistication with which it handled the unusual erotic predilections of its protagonist. But Vladimir Nabokov's wise, ironic, elegant masterpiece owes its stature as one of the twentieth century's novels of record not to the controversy its material aroused but to its author's use of that material to tell a love story almost shocking in its beauty and tenderness. Awe and exhilaration-along with heartbreak and mordant wit-abound in this account of the aging Humbert Humbert's obsessive, devouring, and doomed passion for the nymphet Dolores Haze. Lolita is also the story of a hypercivilized European colliding with the cheerful barbarism of postwar America, but most of all, it is a meditation on love-love as outrage and hallucination, madness and transformation.With an Introduction by Martin Amis "From the Hardcover edition."

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3.5 250
4 2393
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