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Eichmann in Jerusalem (1963)

por Hannah Arendt

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3,206502,994 (4.17)68
Hannah Arendt's authoritative report on the trial of Nazi leader Adolf Eichmann includes further factual material that came to light after the trial, as well as Arendt's postscript directly addressing the controversy that arose over her account.
  1. 40
    The Nuremberg Interviews por Leon Goldensohn (Ronoc)
  2. 20
    The Eichmann Trial por Deborah E. Lipstadt (rebeccanyc)
    rebeccanyc: This book describes the ins and outs of the trial and puts both the trial and the Arendt book in historical context.
  3. 20
    Bruder Eichmann : Schauspiel por Heinar Kipphardt (MeisterPfriem, MeisterPfriem)
  4. 20
    Men in Dark Times por Hannah Arendt (Ronoc)
  5. 21
    Hunting Eichmann: how a band of survivors and a young spy agency chased down the world's most notorious Nazi por Neal Bascomb (EduardoT)
  6. 10
    De zaak 40/61 : een reportage por Harry Mulisch (marieke54, uhibb-l-kutub)
  7. 00
    Justice at Nuremberg por Robert E. Conot (TheLittlePhrase)
  8. 00
    Hannah Arendt (film) por Margarethe von Trotta (JuliaMaria)
    JuliaMaria: Der biografische Film von Margarethe von Trotta über Hannah Arendt stellt den Eichmann-Prozess in den Mittelpunkt. Der Film enthält sowohl fiktionale als auch Dokumentarausschnitte aus dem Prozess. Das Buch "[...] von der Banalität des Bösen" wird zum Prüfstein ihrer Freundschaften.… (mais)
  9. 11
    A Train of Powder por Rebecca West (inge87)
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A 11 de Maio de 1960, uma equipa de agentes da Mossad capturou Adolf Eichmann em Buenos Aires, com o intuito de o levar a tribunal em Israel. Nesse ano, Hannah Arendt oferece os seus serviços ao redactor-chefe da New Yorker para cobrir o julgamento em Jerusalém. Da série de artigos escritos nessa altura nasce este livro, cuja publicação em 1963 daria lugar a uma intensa polémica.
  LuisFragaSilva | Nov 8, 2020 |
Adolf Eichmann administrerte Nazi-Tysklands deportering av jøder til utryddelsesleirene, og sto i 1961 tiltalt for "forbrytelser mot det jødiske folk og mot menneskeheten". Filosofen og statsviteren Hannah Arendt, som selv hadde sittet i Gestapos fengsel, dekket rettssaken i Jerusalem som reporter for magasinet The New Yorker.
Det vår fornuft ikke kan fatte, hevdet hun, var at denne 55-årige, skallete, tynne, lutende og pregløse noksagt av en forhenværende SS-Obersturmbannführer, der han satt i glassburet i Jerusalem i 1961, kunne ha forvoldt så mye lidelse fra sitt skrivebord.

Hannah Arendts bok reiser de ufravikelige og ubehagelige spørsmål om ondskapens vesen i vår tid: Er så mye lidelse bare mulig fordi offeret umenneskeliggjøres som "undermennesker" av altomfattende ideologier? Er slike forbrytelser bare mulig fordi de kan dirigeres av skrivebordsmordere langt fra ofrenes skrik og nedverdigelser? Er slike massive folkemord bare tenkelig i et byråkrati som pulveriserer det personlige ansvar?

I dagens Europa er Adolf Eichmann en uhyggelig påminnelse om hvilke grusomheter et lydig menneske kan få seg til å begå, når ønsket om å tekkes sine overordnede overskygger alt.

"Det er min dype overbevisning at ondskapen aldri er 'radikal', at ondskap bare er ekstremt, og at ondskapen verken besitter dybde eller en demonisk dimensjon. ... Der ligger dens 'banalitet'. Bare det gode har dybde og kan bli radikalt."
Hannah Arendt i et brev til Gershom Scholem, 1963

"I Hannah Arendts person møtte jeg en hel epoke i europeisk politisk kultur. Hun er en personlighet som har fulgt meg siden, og som ingen kan unngå som ønsker å forstå 'vår tids byrde', de totalitære diktaturer."

Professor Bernt Hagtvet i det innledende essayet til Eichmann i Jerusalem. En rapport om ondskapens banalitet.
 

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Nome do autorPapelTipo de autorObra?Estado
Arendt, Hannahautor principaltodas as ediçõesconfirmado
Guérin, AnneTraductionautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
McCaddon, WandaNarradorautor secundárioalgumas ediçõesconfirmado
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Epígrafe
Dedicatória
Primeiras palavras
Citações
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"Half a dozen psychiatrists had certified him [Eichmann] as 'normal'–'More normal, at any rate, than I am after having examined him,' one of them was said to exclaim."
"The longer one listened to him, the more obvious it became that his inability to speak was closely connected with an inability to think, namely, to think from the standpoint of somebody else."
"In Israel, as in most other countries, a person appearing in court is deemed innocent until proven guilty. But in the case of Eichmann this was an obvious fiction."
"For just as a murderer is prosecuted because he has violated the law of the community, and not because he has deprived the Smith family of its husband, father, and breadwinner, so these modern, state-employed mass murderers must be prosecuted because they violated the order of mankind, and not because they killed millions of people."
"The trouble with Eichmann was precisely that so many were like him, and that the many were neither perverted nor sadistic, that they were and still are, terribly and terrifyingly normal...that this new type of criminal...commits his crimes under circumstances that make it well-nigh impossible for him to know or feel that he is doing wrong,"
Últimas palavras
Nota de desambiguação
Editores da Editora
Autores de citações elogiosas (normalmente na contracapa do livro)
Língua original
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DDC/MDS canónico
Hannah Arendt's authoritative report on the trial of Nazi leader Adolf Eichmann includes further factual material that came to light after the trial, as well as Arendt's postscript directly addressing the controversy that arose over her account.

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